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Rodrigo Lombardi protagoniza campanha sobre planejamento financeiro da Bradesco Vida e Previdência

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A Bradesco Vida e Previdência, empresa do Grupo Bradesco Seguros, lançou na última semana, sua mais nova campanha de conscientização sobre planejamento. O filme, intitulado ‘Muita Gente’, é estrelado pelo ator Rodrigo Lombardi e traz uma reflexão sobre o papel da previdência privada como forma de demonstrar amor e proteção a quem se ama e a preparação para o futuro com segurança e tranquilidade. A campanha é assinada pela AlmapBBDO.

Para Jorge Nasser, diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização, planejar o futuro é um cuidado que se deve ter o mais cedo possível. “A disciplina de reservar parte dos ganhos para o futuro é a chave para a constituição de um bom plano de previdência privada. Sabemos que vamos viver mais. Por isso, é preciso ter a consciência de que a qualidade dessa vida adicional depende, em grande medida, do planejamento financeiro que fizermos. O fundamental é tomar a decisão e dar o primeiro passo”, destaca o executivo.

Todo o conceito criativo é baseado em dois pilares centrais: a maior expectativa de vida do brasileiro e o planejamento financeiro para garantir que sonhos se realizem. Exibida em rede nacional, a campanha conta com peças para as redes sociais, spots de rádio, além de mídia impressa e OOH.

Para Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros, trabalhar a previdência privada nos meios de comunicação é imprescindível, para que cada vez mais as pessoas tomem consciência da importância deste tipo de investimento para o planejamento do futuro. “Queremos não apenas despertar o interesse da população sobre o tema, mas também engajá-la a pensar que, com um plano de previdência, é possível manter o padrão de vida conquistado ao longo dos anos de trabalho e deixar um patrimônio aos familiares. Todas as nossas comunicações estão focadas nesse objetivo”.

Rodrigo Lombardi foi escolha estratégica da companhia

Proximidade e empatia com o público. Essas são as sensações que, de acordo com a Bradesco Vida e Previdência, a figura de Rodrigo Lombardi transmite ao público. “Além de uma carreira brilhante na televisão, cinema e querido pela publicidade, Rodrigo traz credibilidade aos trabalhos em que participa”, completa Nogueira.

O sentimento de carinho pela campanha também é compartilhado pelo ator que se identificou totalmente com a proposta trazida pela seguradora. “Invisto cerca de 30% de tudo o que eu ganho em produtos e serviços que vão garantir a mim e a minha família um conforto maior nos próximos anos”, salienta o artista.

Ficha Técnica – Bradesco Vida e Previdência – Muita Gente

Agência: AlmapBBDO

Anunciante: Bradesco Seguros

Título: Muita Gente

Produto: Bradesco Vida e Previdência

Criação: AlmapBBDO

Produção Audiovisual: Vera Jacinto; Diego Villas Bôas, Dani Manunta

Atendimento: Maysa Oliveira, Fabíola Loureiro, Yohanna Maia, Camila Reis, Bruna Santarosa, Luiza Milani, Paulo Henrique Costa, Alan Cruz

Community Manager: Samara Bispo

Planejamento: Sergio Katz, Rafael de Andrade, Larissa Simões, Inaeh Souza

Mídia: Rafaela Alves, Kristin Hendrickson, Mel Carvalho, Ana Carolina Campos, Amanda Souza, Guilherme Rodrigues, Leonardo Montuori, Peterson Santana, Gustavo Martins, Claine Oliveira, Sávio Figueiredo, Fernanda Mariano e Paloma de Oliveira.

Produção Digital: Lilian Cavallini, Sabrina Ramiles, Vinicyus Maciel

Artbuyer: Tereza Setti, Eliane Silva

Fotógrafo: Mauricio Nahas

Produção de Conteúdo: Chris Melo, Janaína Tieppo e Mariana Lima

Produtora Filme: CINE

Direção: Cris Vida

Diretor de Fotografia: Fernando Oliveira

Assistente de Direção: Camila Gentile

Diretor de arte: Patricia Pereira

Produção Executiva: Raul Doria e Deo Borba

Atendimento Produtora: Jordana Ribeiro / Juliana Silva

Coordenação de Produção: Jair Costa

Diretora de produção: Tati Ueda

Montagem: Lucas Camara
Coordenador de Ilha de edição: Marcos Eduardo Santos
Coordenador de Pós-Produção: Sergio Cicinelli e Lucas de Paula
Finalização: CINE X
Produtora de Som: Cabaret
Produção Musical: Luiz Ortega
Compositor: Guilherme Azem
Mixagem e Finalização: Gab Scatolin
Atendimento: Ingrid Lopes, Junior Freitas e Bárbara Russiano
Coordenação: Verusca Garcia, Chandra Lima, Débora Mello e Carol Oliveira
Aprovação do cliente: Alexandre Nogueira da Silva, Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Carla de Souza Zavarize, Adriana de Alcântara Pacheco
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

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A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

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A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

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