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Rodrigo Faro lança desafios olímpicos e encara Ricardo Oliveira no futebol

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Depois de Snoop Dogg entrar no clima olímpico de Paris e nadar com Michael Phelps, aqui no Brasil foi a vez de Rodrigo Faro, ator e apresentador com 30 milhões de seguidores em suas redes sociais. O artista lançou nesta uma série de desafios esportivos e a estreia foi no futebol, com a presença do ex-jogador Ricardo Oliveira, que defendeu a Seleção Brasileira.
Faro tentou derrotar o ex-artilheiro em chutes no travessão da entrada da área, até começou bem, saindo à frente do placar, mas foi derrotado por 3 a 2 quando o Oliveira passou a bater com a perna esquerda, a sua não dominante. O próximo desafio será fazer gols do meio-campo sem a bola tocar o chão. Os episódios vão ao ar nas redes sociais de Rodrigo e da Reals e quem acertar o número de gols e bolas no travessão que cada um fizer concorrerá a um prêmio. No total dos desafios, incluindo as demais modalidades, R$ 5 mil serão distribuídos para quem acompanhar a série.
“Os brasileiros estão assistindo aos Jogos Olímpicos com muito fervor. A cada dia é sofrimento e alegria na torcida pelos nossos representantes. Mas aqui no ‘DesaFaro’ será só alegria e quem acompanhar as competições ainda poderá sair de bolso cheio, pois estaremos distribuindo muitas bancas para os fãs da Reals. O primeiro desafio é com o Ricardo Oliveira e não estou com medo, não. Vou para cima dele, vem ver”, convoca Rodrigo, embaixador oficial da Reals.
Além do futebol, o apresentador tentará quebrar o recorde de Michael Phelps na natação. O norte-americano é o maior atleta olímpico de todos os tempos, com 28 medalhas no total, sendo 23 de ouro, outra marca em seu currículo.
Há também o desafio do basquete, no qual Rodrigo Faro estará inspirado em Stephen Curry e tentará acertar arremessos do meio da quadra. O fã que adivinhar quantas bolas ele acertará estará concorrendo a mais prêmios.
“A Reals é diversão, é entretenimento, não só com as apostas esportivas, que já fazem parte da rotina de brincadeira do brasileiro, mas também nestas ocasiões especiais, como a Olimpíada. O Rodrigo Faro, com todo o seu carisma, viverá momentos de atleta, e quem vai ganhar é o público da Reals, com uma premiação total de R$ 5 mil. Basta participar nas redes e comentar quantas vezes quiser nos desafios”, afirma Diego Silva, Gerente de Marketing da Reals.
A série contará com seis episódios, que serão exibidos ao longo dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Além da estreia no futebol, Rodrigo Faro tentará superar seus limites como atleta na natação, basquete, calistenia e barra.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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