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Rodrigo Faro é o novo embaixador do Banco PAN

Apresentador será peça importante nas estratégias de comunicação da instituição
O Banco PAN, especialista em crédito e serviços financeiros para as classes C, D e E, anuncia o apresentador e ator Rodrigo Faro como novo embaixador e garoto-propaganda do Banco. Com isso, o artista passa a ser o protagonista da comunicação entre a instituição financeira e seus clientes, no momento em que o Banco se prepara para o lançamento de dois projetos importantes: a conta digital e a auto contratação de crédito consignado.
No caso da conta digital, as ações de promoção começaram com a parceria firmada com o Grupo Record para merchans na última edição do reality show ‘A Fazenda’ e com a criação do blog de educação financeira ‘Conta com o PAN’ dentro do portal R7, além de investimento em mídia nas plataformas digitais. Já os esforços para promover o serviço de auto contratação de crédito consignado devem começar em fevereiro.
“O Faro terá um papel institucional importante em toda a comunicação com nosso público e ilustrará as peças de campanhas internas e externas, que terão um tom ainda mais humanizado e próximo dos consumidores. Por ter uma linguagem e um perfil muito aderentes ao público-alvo do Banco, estamos seguros de que o Rodrigo trará ainda mais força para a marca PAN”, explica Gustavo Portela, head de Marketing, Pessoas e Clientes do Banco.
Essa é a primeira vez que o PAN terá um garoto-propaganda. “Estamos em um novo momento do Banco e trabalhando incansavelmente para oferecer as melhores soluções digitais para o cliente que busca dar um novo olhar para os seus desafios financeiros e conseguir crédito para realização de seus sonhos e projetos”, afirma Portela.
Em fevereiro, Faro já poderá ser visto em campanhas de mídia digital, redes sociais e PDV, além de exibição de merchandising no programa da Record TV que leva seu nome, o ‘Hora do Faro’. “Mais do que um garoto propaganda, eu me considero, de fato, um embaixador da marca. Há muita sinergia em coisas que eu e o Banco acreditamos e isso nos aproxima. Sem contar que já fui um cliente do PAN no passado. Quando precisei financiar um carro, eles estavam lá para me ajudar”, reforça Rodrigo Faro.
Rebranding
O Banco PAN anunciou, em julho do ano passado, o lançamento do seu novo posicionamento de marca, reforçando a sua atuação B2B e ampliando o foco no consumidor final (B2C). A mudança veio para ressaltar a reestruturação de serviços e processos internos, e um grande investimento em inovação tecnológica para o lançamento de novos serviços digitais.
Com base nos atributos “entusiasmo, protagonismo e proximidade”, o rebranding incluiu a renovação da identidade visual da marca, do tom de voz em todos os canais de comunicação on-line e off-line e de uma nova campanha publicitária, cuja assinatura é “Pra quem faz”.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







