Empresa
Rexona fecha parceria poderosa com Anitta

Linha de antitranspirantes assinada pela cantora chega ao mercado em fevereiro; marca estará presente no Carnaval da artista
Rexona, líder brasileira no mercado de antitranspirantes, se uniu a maior estrela pop do Brasil para lançar sua nova linha. Rexona by Anitta marca o início de uma parceria poderosa, que será celebrada neste Carnaval com tudo o que a gente mais gosta: dança e música.
Além da nova linha de produtos, que alia a proteção que não te abandona à marca inconfundível de Anitta, Rexona estará ao lado da artista durante o Carnaval 2020, em todas as edições dos Ensaios e do Bloco da Anitta. Um match que reserva ainda muitas novidades até o início oficial da folia.
A parceria com Anitta dá continuidade à estratégia de Rexona de reforçar a comunicação do propósito da marca, com o desenvolvimento de ações e iniciativas que estimulem as pessoas a se movimentarem _ neste caso, através da dança. Em 2019, Rexona havia lançado uma variante com o grupo Now United, que levou essa mensagem para o consumidor teen.
“Quando pensamos em convidar Anitta para assinar uma linha para Rexona, já queríamos que ela fosse envolvida em cada uma das etapas, desde a elaboração dos produtos, até a comunicação do lançamento. Anitta ajudou a traduzir o nosso posicionamento de marca para o público feminino, e todo o conceito da campanha foi pensado com esse objetivo”, conta Andreza Graner, Gerente de Marketing da Unilever.
Não te abandona no Carnaval
Inspirada nos hits da cantora que fazem todo mundo dançar, Rexona by Anitta chega em três variantes, ‘Show das Poderosas’, ‘Bang’ e ‘Vai Malandra’. A linha é uma cocriação com Anitta, que participou da escolha das fragrâncias e das embalagens, e mantém nas fórmulas a proteção única de Rexona. É para pular o Carnaval sem se preocupar. Todos os produtos chegarão ao mercado em fevereiro, e o preço de venda sugerido é de R$ 12,90 cada.
A partir deste sábado, 25, em São Paulo, Rexona fará ativações para comunicar o lançamento da linha Rexona By Anitta nos Ensaios e Blocos da Anitta, com desdobramentos nas redes sociais da artista e da marca. Será a primeira de uma série de surpresas que Rexona e Anitta prepararam juntas, nesta parceria que chega com força no Carnaval, mas que segue durante todo o ano.
Empresa
TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
Empresa
Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









You must be logged in to post a comment Login