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Réveillon N°1 completa 2ª edição em clima de esperança

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A segunda edição do Réveillon N°1 chegou ao fim após 4 dias de festa na Praia de Itacarezinho, em Itacaré, Bahia. Entre os artistas do line-up estavam nomes como Anitta, Dennis DJ, Alok, Os Barões da Pisadinha, Banda Eva, Vintage Culture, Ferrugem e Felipe Lima.

Seguindo todos os protocolos de segurança exigidos pelas autoridades locais, a organização do Réveillon Nº1 garantiu a entrada na festa atrelada à comprovação da imunização completa e todos os convidados passaram pela triagem, onde preencheram o questionário de saúde exigido pelo Governo do Estado da Bahia.

Com produção assinada pela agência Samba, da Holding Clube, o projeto teve uma grande preocupação em deixar um legado positivo para a cidade de Itacaré. Ao todo, foram mais de 800 empregos de mão de obra local gerados, além do estímulo à economia de uma cidade que possui 98% do PIB oriundo do turismo.

“Eu sou baiana, tenho muito orgulho da minha terra e das minhas raízes. Colocar de pé o Réveillon N°1 aqui em Itacaré é, pra mim, uma forma de gerar oportunidades e desenvolver a região onde passei grande parte da minha infância”, conta Ju Ferraz, Diretora de Negócios da Holding Clube, grupo de marketing e experiências responsável pela marca N°1.

Assim como na primeira edição do Réveillon N°1, o projeto teve uma grande preocupação com a comunidade local. “Todo o projeto foi pensado, desde a primeira edição, olhando para as necessidades da região. Seguimos rigorosamente todas as diretrizes socioambientais e tivemos uma preocupação de engajar nossos parceiros e públicos em ações que beneficiem Itacaré”, explica Priscilla Pelegrini, Sócia-Diretora da agência Samba.

Para ajudar em decorrência das fortes chuvas que atingiram o extremo sul da Bahia, o Réveillon N°1 direcionou parte da verba arrecadada com a venda de ingressos para a Fundação SOS Bahia. Além dessa iniciativa, o N°1 realizou doações, junto com Banda Eva, Absolut, Colcci e Sephora, para o Instituto Liga do Bem e o grupo Voluntários Sociais da Bahia.

Nas redes sociais, uma campanha de arrecadação também está sendo feita. O objetivo da ação é arrecadar alimentos, água potável, cobertores e materiais básicos de saúde e higiene para as dezenas de famílias que ainda necessitam de ajuda e apoio da comunidade.

Uma das principais questões levantadas na produção de grandes eventos é a geração de lixo durante as festas. Pensando nisso, a organização do Réveillon N°1 se comprometeu a não distribuir copos ou canudos de plástico e garantiu que todos os objetos oferecidos ao público fossem de material biodegradável.

Para garantir que o lixo gerado receba a correta destinação, todo o material foi devidamente separado e compactado ainda dentro do evento, que contou com uma miniusina de tratamento de resíduos dentro das festas. Esta operação entregou 100% dos dejetos devidamente separados, compactados e embalados em poucas horas após cada show.

Para completar, a estrutura de energia, água e esgoto foi própria do Réveillon N°1, garantindo a manutenção da infraestrutura local e a autossuficiência do evento. Ao todo, foram usados seis geradores de energia móveis ultra silenciosos e água de reuso, transportada por caminhão tanque. Nos banheiros, foram instalados bolsões de lona para o armazenamento de água limpa e própria para o escoamento de esgoto, devidamente encaminhado para a estação de tratamento.

“Ficamos muito felizes em fazer um evento desse porte acontecer para fechar 2021. Todo o trabalho com a Prefeitura e a Secretaria de Turismo de Itacaré foram essenciais para o sucesso do Réveillon N°1 e muitos aprendizados foram adquiridos para os próximos anos. Esse foi só o primeiro passo para um 2022 de retomada e esperança”, afirma Marcio Esher, Diretor de Marketing da Holding Clube.

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Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

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O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.

Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.

A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.

Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.

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Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

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O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.

Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.

Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.

No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.

A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.

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