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Retrospectiva Waze revela comportamento dos motoristas brasileiros no trânsito

Já se perguntou qual é o petisco favorito para se comer enquanto dirige ou qual foi a música mais tocada no carro esse ano? O Waze realizou uma pesquisa para identificar comportamentos e curiosidades dos motoristas em 2021. Usando dados próprios e de uma pesquisa encomendada à Onepoll, o aplicativo fez uma retrospectiva dos hábitos de direção do ano – como os motivos para sair de casa, as cidades e os estados que os brasileiros mais dirigiram, as músicas que os mantiveram entretidos e até algumas curiosidades.
De acordo com a análise, as atividades que mais fizeram os brasileiros saírem às ruas e dirigir foram: ir às compras (68%); ir ao trabalho (61%); visitar a família (53%) e visitar os amigos (43%). O Waze também analisou dados para identificar as cidades que mais utilizaram o app e o primeiro lugar ficou com São Paulo – seguido por Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
avegações no Brasil:
Em quais cidades os Wazers dirigiram mais esse ano?
- São Paulo
- Rio de Janeiro
- Minas Gerais
- Pernambuco
- Rio Grande do Sul
- Goiás
- Paraná
- Ceará
- Bahia
- Santa Catarina
Quais foram os principais destinos?
- Restaurantes
- Postos de Gasolina
- Bares
- Aeroporto
- Hotéis e pousadas
- Estações de metrô e trem
- Estacionamento e oficinas mecânicas
- Fábricas e Indústrias
- Terminal de ônibus
- Escritórios
“O ano de 2021 foi bastante peculiar para os brasileiros: os motoristas começaram o ano otimistas, viajando e curtindo o verão. Mas, isso acabou gerando um novo pico de contaminação e as restrições voltaram a ser rígidas. Depois a vacinação começou a ser ampliada e o carro se tornou um meio de transporte importantíssimo para levar todos em segurança para se imunizarem nos drive-in de vacinação. Com o avanço da vacinação entre os adultos, a retomada das atividades cresceu e inclusive viagens de carro para cidades litorâneas, com áreas verdes e turísticas também cresceram”, explica Leandro Esposito, Country Manager do Waze Brasil.
Férias de verão: os usuários estão planejando viajar nas festas de Natal e Réveillon deste ano?
- 35% planejam viajar para outro estado
- 44% ir para outra cidade
- 21% não sabe ainda
- 12% para outro país.
“Os brasileiros estavam ansiosos para realizar atividades de costume, com isso o fluxo de carros nas grandes cidades cresceu e, em alguns casos, chegou a ultrapassar os níveis de 2019, pré-pandemia. Por fim, com nossa pesquisa e dados pudemos perceber que os brasileiros querem voltar ao hábitos de antes viajar nos feriados e festas e usar o carro muito mais como um meio de locomoção e menos como um item de ostentação”, analisa o executivo.
Comportamentos ao volante:
- Em uma média global, 60% dos entrevistados se consideram motoristas felizes e se avaliam com nota acima de 8. Já, os motoristas brasileiros foram considerados os motoristas mais felizes – junto com os mexicanos;
- Os britânicos são conhecidos pela cordialidade, por isso não é surpresa que 60% esperam pacientemente se um carro à sua frente não se movimentar, os brasileiros também aguardam com paciência, 44%. Já os norte-americanos são mais inclinados a buzinar para que o veículo se mexa.
Entretenimento:
- Doces são os lanches preferidos dos motoristas – menos nos EUA, onde os motoristas preferem comer fast food.
- “Stay”, do Justin Bieber, foi a música mais ouvida no Spotify e o “NPR News Now” foi o podcast mais ouvido no player.
- Para ficar um ano sem trânsito, 45% das pessoas de 18 a 24 anos ficariam sem celular; enquanto 38% das pessoas com +65 anos não abririam mão de nada para evitar engarrafamentos.
- Os jovens de 18 a 24 anos jogam as tradicionais brincadeiras de viagem para se divertir nas viagens. Os de 25 a 44 anos ouvem podcasts, enquanto os motoristas com mais de 55 anos preferem música.
Caminho dos sonhos:
- Os brasileiros gostariam de dirigir o Batmóvel – já, os norte-americanos, ingleses e franceses escolheram o Aston Martin do James Bond.
- A cantora Jennifer Lopez e o empresário Elon Musk foram eleitos os co-pilotos dos sonhos dos entrevistados.
A importância da carona:
- Globalmente, 33% dos motoristas dizem que dar carona é a melhor opção para evitar o trânsito e mais de 39% dos brasileiros compartilhariam o trajeto com amigo ou colega de trabalho se isso significasse passar menos tempo no trânsito.
“Hoje em dia, a carona é a melhor opção de transporte dentro das restrições atuais. Se todas as pessoas usassem os carros de maneira diferente, compartilhando mais assentos, podemos tirar alguns desses carros das ruas. Isso significa um ganho importante de um bem tão precioso que é o tempo”, finaliza o Head de Parcerias e Waze Carpool para América Latina, Douglas Tokuno.
Metodologia da pesquisa:
Pesquisa global – encomendada pelo Waze Brasil e realizada OnePoll – entrevistou 11 mil adultos em oito países individualmente, entre os dias 27 de outubro e 9 de novembro de 2021. Além dos dados externos, o app analisou dados de navegação extraídos entre os meses de janeiro a novembro de 2021.
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








