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Renner lança camisetas com realidade aumentada de LOL

Para se aproximar do público gamer, a Renner lançou recentemente uma coleção de camisetas com estampas de League Of Legends, desenvolvido pela Riot Games. As três variações disponíveis possuem realidade aumentada (RA), ativada por meio do QR Code presente nas camisetas.
Ao acessar o QR Code, o cliente será direcionado para a landing page da campanha e terá acesso à dimensão do League of Legends. Cada uma das três estampas acionará um filtro diferente no perfil da Renner no Instagram, trazendo os poderes das personagens Katarina e Annie e colocando o usuário em cenários do game, com o efeito visual do recall – quando um jogador se teletransporta.
A Renner escolheu o universo gamer para testar uma série de experimentos relacionados à aplicação da Indústria 4.0 ao varejo. O “cérebro” destas novidades é o Hub de Moda Digital, núcleo multidisciplinar formado no início deste ano com equipe de tecnologia, produto e marketing atuando em conjunto. A função da área é pesquisar e incorporar o melhor da tecnologia 3D ao desenvolvimento de produtos e ações de relacionamento com clientes cada vez mais conectados.
O mundo dos games é apenas um dos focos de atuação do Hub de Moda Digital da Renner. A companhia também vem investindo em inovação e novos formatos de mídias digitais, aplicando a tecnologia 3D a outras frentes na área de produto. Um exemplo é o projeto de manequins físicos projetados a partir do escaneamento de corpos reais, com o objetivo de aperfeiçoar o processo de modelagem.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







