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Reamp lança primeiro Bootcamp de Marketing Programático do Brasil

Treinamento inaugura o Reamp Academy, iniciativa da empresa para provocar o pensamento estratégico dos seus colaboradores e do mercado
Pioneira no mercado brasileiro de marketing programático, a Reamp também é idealizadora do primeiro treinamento do País sobre o assunto. Com 30 horas de duração, o Bootcamp de Marketing Programático teve início no começo do ano, a partir de turma precursora formada pelos próprios funcionários e por uma rica troca de conhecimentos sobre estratégias, tecnologia, mídia e dados, assim como pelo desenvolvimento de habilidades para escalar negócios por meio de tecnologias de automação. O primeiro treinamento de marketing programático do Brasil inaugurou o Reamp Academy, iniciativa da empresa para provocar o pensamento estratégico dos profissionais, compartilhando conhecimento em aulas e módulos por meio de uma nova experiência de aprendizado.
“Com a ‘expertise’ de uma empresa de marketing programático e uma operação completa de tecnologia, mídia e dados, queremos estimular um espaço de troca de conhecimento para desenvolver competências estratégicas e para capacitar talentos digitais. Tudo de um jeito leve, descomplicado e colaborativo, pois o contexto tecnológico atual, principalmente num cenário pós-pandemia, demanda adaptabilidade”, explica David Reck, CEO da Reamp. Conheça o Reamp Academy:
“Tudo isso promove uma mudança na forma com que se aprende e se busca conhecimento, agora de forma contínua, em um ciclo no qual se precisa estar aberto a aprender, desaprender e reaprender”, completa Reck. Para o desenvolvimento do Reamp Academy, foram investidos mais de seis meses de trabalho. Visando oferecer conteúdos inovadores e compartilhar toda a sua expertise em marketing programático, a empresa contratou a consultoria da Muta Ecossistema, que promoveu uma série de capacitações com experts em design instrucional.
“A fase beta do nosso bootcamp pioneiro em marketing programático, que teve início ainda em janeiro, antes do período de quarentena, contou com a primeira turma formada por funcionários, convidados a partir das suas atuações e necessidades dos projetos nos quais estão envolvidos. No entanto, futuramente, depois da normalização das atividades pós-pandemia, teremos novas turmas, dessa vez aberta ao mercado e voltada àqueles que buscam ampliar a forma de pensar”, adianta David Reck.
“Do bootcamp evoluímos para um complexo programa de Planos de Desenvolvimento Individuais, PDIs. A partir deles, está sendo preparada uma versão EaD, de ensino a distância. Após a quarentena, também retomaremos com os treinamentos presenciais. A ideia dos PDIs é começar com os nossos funcionários e depois estender a funcionários dos nossos clientes, proporcionando um programa completo de desenvolvimento individual em marketing programático para equipes de grandes anunciantes. Quando tivermos o EaD concluído, também iremos utilizar para fomentar trabalhos sociais junto a entidades, auxiliando na formação de jovens que desejam ingressar no mercado programático, que é extremamente aquecido”, planeja Reck.
“A parceria entre Muta e Reamp tem como meta fazer Academy alcançar os seus objetivos, co-criando um plano ‘go to market’, trazendo uma cadência de ações e encabeçando a transformação do mercado por meio do conhecimento sobre marketing programático”, explica Rachel Frota, sócia da Muta Ecossistema.“Números comprovam que cuidar do capital humano e investir na capacitação de profissionais de forma ininterrupta gera resultados. Para o colaborador, é um desenvolvimento pessoal que vem acompanhado de motivação e disposição, ingredientes imprescindíveis para uma carreira bem-sucedida”, conclui David Reck.
Saiba mais sobre o Reamp Academy: https://www.reamp.com.br/blog/sobre-reamp-academy/
Agências
Batux consolida modelo de liderança feminina e reposiciona marca sob a estratégia de ecossistemas integrados de experiência

O mercado de comunicação presencia uma transição definitiva: a era das ativações isoladas deu lugar a um cenário onde a consistência é o único caminho para a relevância. Acompanhando essa evolução, a Batux anuncia um robusto reposicionamento como agência de brand experience, estruturando um modelo de negócio que unifica live marketing, retail media, out of home (OOH) e creators em um sistema único de construção de marca. O movimento é chancelado por uma reestruturação societária que estabelece uma liderança compartilhada e exclusivamente feminina.
A nova configuração da agência traz quatro sócias à frente da operação: Chris Bradley (CEO), Jane Fernandes (VP de Operações), Cris Pereira Heal (VP de Clientes & Mercado) e Érica Lobato (VP de Estratégia), que agora passa a integrar a sociedade. A chegada de Cris Pereira Heal e a ascensão de Érica Lobato — executiva com histórico sólido em promoção e eficiência operacional — fortalecem a governança necessária para sustentar projetos de longo prazo, distanciando a agência de entregas meramente pontuais.
O pilar central dessa transformação é a metodologia Experience-to-Commerce Batux. O conceito propõe conectar mídia, influência e presença física no exato momento em que a atenção do consumidor se converte em decisão de compra. Para Chris Bradley, o movimento reflete uma mudança estrutural na publicidade. “Entramos em uma fase em que experiência deixa de ser disciplina tática e passa a integrar a infraestrutura da marca. Ela precisa estar presente de forma contínua no cotidiano do público”, define a CEO.
Sob a ótica operacional, a agência se preparou para o desafio da perenidade. Jane Fernandes pontua que projetos contínuos exigem novos modelos de gestão e previsibilidade. “Estruturamos a empresa para sustentar relações de longo prazo entre marcas e pessoas, não apenas entregas pontuais”, acrescenta a VP de Operações. Essa visão é endossada por Érica Lobato, que enxerga a experiência assumindo um papel de influência cultural. “Quando experiência, presença estratégica e cultura atuam juntas, a marca deixa de apenas aparecer e passa a participar da jornada do consumidor”, afirma a nova sócia.
A estratégia também foca no fortalecimento do relacionamento com o mercado e em iniciativas de sustentabilidade e propósito. Segundo Cris Pereira Heal, o desafio contemporâneo reside em mudar comportamentos através da compreensão real da cultura do varejo. “O desafio hoje é comunicar e evidenciar propósito, tornando a presença da marca relevante e capaz de mudar comportamento. Isso acontece quando a marca acompanha a jornada real do público e entende a cultura, especialmente no varejo, onde a decisão acontece”, completa a executiva.
O ecossistema proposto pela Batux integra o potencial dos creators e do retail media dentro do ponto de venda, transformando cada ativação em um circuito de influência que impacta o shopper antes, durante e após a compra. Através de parcerias estratégicas em dados e tecnologia, a agência amplia sua capacidade de entrega em canais offline, social e comunidades.
Chris Bradley conclui reforçando que a comunicação moderna não admite mais o hiato entre marca e público. “A comunicação caminha para um modelo em que a marca não ativa e desaparece. A metodologia Experience-to-Commerce Batux traduz essa lógica: cada experiência precisa gerar influência, memória e recorrência. Nosso reposicionamento nos organiza para operar nesse cenário, em que live marketing, mídia e relacionamento deixam de ser disciplinas separadas e passam a formar um único sistema de construção de marca.”
Agências
EAÍ?! Content Experience inova com parceria pioneira com a Comida Invisível no combate ao desperdício de alimentos em eventos corporativos

Em uma iniciativa pioneira no mercado de brand experience, a EAÍ?! Content Experience anuncia o início de sua parceria estratégica com a Comida Invisível, startup social certificada pela FAO/ONU com o selo Save Food. A agência é a primeira do setor a formalizar essa união, que visa converter a gestão de excedentes alimentares em métricas de impacto socioambiental tangíveis e de alto valor agregado para as marcas.
A parceria integra o ecossistema de soluções da Comida Invisível — plataforma tecnológica que utiliza geolocalização para conectar estabelecimentos com excedentes alimentares a ONGs certificadas por nutricionistas — diretamente à operação dos eventos realizados pela agência. O objetivo central é garantir que todo excedente alimentar seja destinado a comunidades vulneráveis, gerando métricas ESG tangíveis, como toneladas de alimentos desviadas do descarte e emissões de CO2 evitadas.
A estreia desta operação ocorreu no evento do Banco BMG, realizado na primeira semana de março de 2026, onde a tecnologia e a consultoria da startup social foram aplicadas para elevar a percepção de valor da experiência, incorporando uma camada de responsabilidade social ao propósito da marca.
Para Paulo Farnese, CEO da EAÍ?! Content Experience, a adoção dessa solução reflete o compromisso da agência em ir além da entrega operacional. “O termo Content Experience mostra que nenhuma experiência vale a pena sem conteúdo e nenhum conteúdo é relevante sem experiência. Ao trazermos a Comida Invisível para o coração dos nossos eventos, como fizemos com o BMG, demonstramos que nosso conceito gera impacto social real e mensurável. Essa ação reforça nosso posicionamento de gerar valor e narrativas de marca com propósito prático, transformando o que seria resíduo em segurança alimentar.”
A parceria está alinhada às diretrizes comemorativas de 10 anos da EAÍ?! e da Comida Invisível, ambas fundadas em 2016, reforçando a narrativa de inovação e sustentabilidade das duas empresas.
Segundo Bruno Quinteiro, Head de Planejamento da EAÍ?! e sponsor da agenda ESG da agência, a iniciativa aponta para uma evolução no papel dos eventos dentro da estratégia das marcas. “Ao integrar soluções como a da Comida Invisível à operação dos projetos, criamos impacto positivo e conseguimos transformar algo que historicamente passava despercebido na cadeia de eventos – o excedente alimentar, em valor social mensurável para a sociedade e para as marcas.”
Mais de 100 kg de alimentos reaproveitados
Os resultados práticos da iniciativa já são tangíveis. No projeto piloto realizado com o Banco BMG, a operação logística e tecnológica da parceria garantiu que 122,90 kg de alimentos, que incluíram desde proteínas e grãos até hortifruti, fossem integralmente reaproveitados. Essa destinação correta resultou na oferta de 614 refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade e evitou a emissão de 347,70 kg de CO2 na atmosfera, dado que o descarte em aterros sanitários é um dos grandes emissores de gases de efeito estufa.
Daniela Leite, fundadora e CEO da Comida Invisível, ressalta o potencial da união. “Eventos concentram grande volume de alimentos em um curto período e, por isso, funcionam como um laboratório ideal para demonstrar a eficiência da infraestrutura da Comida Invisível na gestão de excedentes. Nesse ambiente, nossa tecnologia transforma rapidamente alimentos que seriam descartados em impacto social e ambiental mensurável, reduzindo custos de descarte e ampliando o acesso à comida. Com a EAÍ?!, essa lógica passa a operar dentro da própria cadeia de eventos, mobilizando fornecedores e operações para que o excedente gerado deixe de ser resíduo e passe a integrar uma rede de redistribuição com impacto real. Uma parceria realmente muito potente.”
Além da destinação correta dos alimentos, a parceria prevê o fornecimento de indicadores para relatórios ESG e treinamentos de boas práticas de manipulação para os estabelecimentos parceiros, em conformidade com a Lei 14.016/2020.









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