Empresa
Raspadinha retorna operação no Brasil e distribui mais de 100 mil prêmios nos primeiros quatro meses de atuação

A Raspadinha, um produto do Consórcio Mineira da Sorte Loteria (CMSL) – grupo formado pelas empresas internacionais IGT e Scientific Games (SG) e a brasileira SAGA BGI – está de volta ao Brasil. Seu lançamento comemorou também o centenário da Loteria do Estado de Minas Gerais (LEMG). Um verdadeiro sucesso no mercado mineiro, a Raspadinha já premiou mais de 100 mil pessoas, distribuindo aproximadamente R$ 1 milhão em prêmios, em cerca de 4 meses de comercialização.
O conceito “Se divertir pode ser simples”, desenvolvido pela Artplan, traz a assinatura “Raspou. Ganhou. Sacou” para apresentar o produto como algo divertido e de fácil manuseio a todos os públicos. A entrega da agência ainda abrange criação de identidade visual e elaboração de conteúdo para redes sociais da Raspadinha no TikTok, Instagram e Facebook.
O núcleo de marketing de influência da agência elaborou um plano de ação com 30 influenciadores, de diferentes alcances e engajamentos, que visitam os diversos pontos de venda em Minas Gerais para apresentação do produto ao público – ou reapresentação àqueles que já são familiarizados – com orientações sobre como jogar a nova versão da Raspadinha. Serão investidos aproximadamente R$ 50 milhões em estratégias de divulgação, como as de marketing, distribuição e estrutura.
Dentre as quatro opções de bilhetes disponíveis, o jogador pode selecionar de acordo com suas preferências de cor, temas, prêmios e até mesmo o custo, já que é possível comprar jogos de R$2, R$5 ou R$10. Em média, a cada quatro Raspadinhas, uma é premiada e os valores podem chegar a até R$ 250 mil. O produto, que chegou ao mercado mineiro em outubro de 2023, contou com investimentos em marketing que giram em torno de R$ 30 milhões.
“A proposta do CMSL é transformar o mercado de Minas Gerais, com produtos de primeira linha que irão agradar o consumidor mineiro. Além disso, traremos inúmeros benefícios para Minas Gerais, já que a LEMG conta com os recursos oriundos desta concessão para fomentar os investimentos em projetos sociais do Governo do Estado”, revela Roberto Quattrini, CEO do CMSL.
Empresa
Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

Empresa
Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







