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Vitafor Suplementos lança campanha “Vai Ficar Tudo Bem” para estimular positividade

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A marca criou um novo posicionamento institucional em conjunto com a agência Santa Clara, para apoiar consumidores, varejistas e o profissionais da saúde durante a crise.

A Vitafor – marca de suplementos nutricionais referência para os profissionais da saúde – lançou a plataforma “Vai Ficar Tudo Bem” – uma onda de positividade em meio à crise provocada pela pandemia da covid-19. A iniciativa é um conjunto de boas práticas que a empresa vai mostrar ao mercado, que incluem a primeira campanha de mídia (TV) da marca, conteúdos com protocolos voltados à imunidade, uma ação de solidariedade aos profissionais de farmácia do Brasil, dentre outras ações. A campanha vem para recordar que as pessoas precisam se cuidar e lembrá-las de algo muito importante e simples: Vai Ficar Tudo Bem.

“Entendemos que era nosso papel, como uma das principais empresas de suplementos do país, levar informação e uma mensagem de positividade para clientes, profissionais da saúde e consumidores”, explica Débora Dutra, Diretora de Marketing da Vitafor.

Leo Avila, VP de Criação da Santa Clara explica que a Vitafor é uma marca que existe pelo bem estar das pessoas, incluindo aí o bem estar físico, mental, emocional. “Por isso entendemos que o posicionamento correto que a marca deveria assumir nesse momento seria de passar tranquilidade para as pessoas”.

“Sabemos que essa fase tem levado muito stress as famílias, mas queremos mostrar que “Vai Ficar Tudo Bem”. Nosso propósito é promover saúde e bem estar através da nutrição, por isso intensificamos nossas ações a partir dessa linda campanha”, comenta Rodrigo Araújo, Gerente de Marketing da Vitafor.

A campanha foi criada pela agência Santa Clara e terá veiculação nacional. O comercial, com um tom emocional, traz diversas cenas do cotidiano: uma pessoa fazendo exercício em casa, sozinha; a neta falando por vídeo chamada com os seus avós; outra interagindo feliz com o seu próprio reflexo num espelho e um rapaz tomando café da varanda do seu apartamento.

Além do filme, uma pauta de social e outras atividades em digital foram criadas. O conteúdo será destacado no novo site da marca, além de contar com a atuação da apresentadora Ana Hickmann, influenciadores digitais e ações em pontos de vendas (bodyshops, lojas de produtos naturais e farmácias) – de todo o país.

Para facilitar a vida de seus consumidores, a Vitafor reformulou seu site, transformando-o de uma página institucional em um e-commerce. Com isso, pela primeira vez, a marca fará a venda direta ao público. Em breve, o endereço também contará com conteúdos sobre bem estar, nutrição e saúde, voltados para o consumidor.

A plataforma Vitafor Science, que já apoiava médicos, nutricionistas e farmacêuticos com informações científicas sobre suplementação e bem estar, ganhou mais força neste momento, em que os profissionais buscam mais informações sobre saúde. A plataforma disponibiliza protocolos de imunidade, estudos científicos e informações relevantes sobre nutrição e bem estar. Além disso, a equipe de propagandistas da marca passou a atender 100% online, mantendo o suporte aos profissionais da saúde de todo o país.

Parceria com o canal farma

A Vitafor acaba de reforçar sua atuação no canal farma. A empresa firmou uma parceria com a RD – RaiaDrogasil passando a atuar nas lojas da rede país (Droga Raia, Drogasil e Onofre) com amplo portfólio das linhas de nutracêuticos, medicina tradicional chinesa, vitaminas e suplementos.

“Estamos muito felizes com a parceria. O mercado de suplementos vem ganhando espaço, ajudando cada vez mais pessoas – de praticantes de atividades físicas a idosos – a ter uma vida mais saudável”, comemora”, afirma Rodrigo.

Para homenagear os colaboradores que atuam nas farmácias e que estão na linha de frente do Combate ao Covid19, a Vitafor irá distribuir 60 mil barras de proteína (ISOCRISP Bar), com uma mensagem de apoio e solidariedade.

“Queremos homenagear esses profissionais, que têm sido verdadeiros guerreiros neste momento tão difícil para o Brasil e o mundo. É o pouco que podemos fazer para levar solidariedade a quem tem feito muito”, conclui Debora.

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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

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A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.

A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.

O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.

O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.

A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.

No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.

As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”

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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

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A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.

Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.

A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.

Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.

O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.

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