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PUMA recria campanha com Bruna Marquezine gravada em Nova Iorque antes da pandemia

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Em 3 de março de 2020, em um mundo totalmente diferente, a PUMA foi com a Bruna Marquezine para Nova Iorque gravar e fotografar materiais que seriam usados para uma nova campanha de marketing da família PUMA Future Rider. Antes do início da divulgação, que contava com uma forte estratégia online e presença em vários pontos da cidade de São Paulo com aglomerações de pessoas, como estações do metrô, muita coisa mudou e era impossível manter a mesma campanha, do mesmo jeito. Hoje, juntas, PUMA e Bruna Marquezine, fazem dessa reviravolta um convite à mudança.

Com o material já produzido em mãos e um produto a ser lançado, a marca se viu diante de um grande desafio. ”Após um inúmeras reuniões para redefinir nossa estratégia com nossos times, agências e a própria Bruna Marquezine, chegamos a conclusão que o conteúdo que tínhamos era rico demais para ser dispensado.”, conta Fabio Kadow, diretor de Marketing da PUMA Brasil. “Todos nós estamos passando por mudanças em diversos aspectos de nossas vidas e vimos uma oportunidade de incentivar esse movimento em nossos consumidores”.

Foi então que, no cenário de uma dessas reuniões, a nova campanha encontrou um novo propósito. A nova campanha “A mudança começa quando a gente se move”, imprime a reflexão de que todos precisamos aderir a novos hábitos e novos pensamentos para evoluir nesse momento. Bruna é convidada a reviver os momentos da viagem e dizer como se sente assistindo o novo vídeo da campanha, relembrando quando foi questionada sobre “Quem é a Bruna Marquezine quando não tem ninguém olhando?”. A resposta vem através das imagens registradas onde Bruna se diverte livremente pelas ruas de Nova Iorque, faz compras em um brechó, canta em um karaokê, tira foto de turistas no Central Park, come um pedaço de pizza na calçada e anda tranquilamente em um dia de chuva.

Cheia de saudade, Bruna se emociona ao relembrar os dias antes da pandemia e em pensar que em tão pouco tempo o mundo já mudou tanto. Na verdade, não só o mundo mas Bruna afirma que ela mesma mudou muito e já não é mais a mesma daqueles dias. “Acho que o que vai ser do mundo depende muito de quem EU vou ser, de quem nós seremos” Com essa afirmação, PUMA e Bruna Marquezine convidam o público a fazerem parte dessa mudança, inevitável para os dias atuais.

Agora com foco em awareness e com a missão de anunciar novos momentos da empresa do Brasil, a campanha PUMA x Bruna Marquezine vai ao ar a partir de hoje, nos canais sociais da marca e no Youtube.

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Habib’s fecha parceria com a BIS e lança novas esfihas folhadas de chocolate

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O Habib’s, rede de fast food, e a Mondelez, dona da marca de chocolates BIS, uniram-se para surpreender os brasileiros e lançarem as esfihas de chocolate HabiBIS.

Juntas, as marcas criaram dois sabores de esfihas folhadas doces que têm tudo para serem a mais nova sensação do momento. Os lançamentos são: folhada de creme de avelã com BIS Branco e folhada de chocolate branco com BIS Original (ao leite).

A campanha do HabiBIS foi desenvolvida em conjunto entre as duas marcas, criando assim, a melhor combinação de esfiha folhada doce com wafer crocante coberto por chocolate Lacta.

“Do mesmo jeito que é impossível comer um só BIS, é improvável alguém comer só uma de nossas esfihas. Então, quando juntamos as duas marcas, o resultado só pode ser um: HabiBIS. Esta parceria reforça o compromisso de ambas as marcas em apresentar novas formas de consumir seus produtos e de surpreender os nossos consumidores. Além disso, ela busca inovar e proporcionar uma experiência única de sabor e qualidade, mostrando o motivo de estarmos há décadas na vida dos brasileiros”, explica Roberto Gnypek, diretor de marketing do Grupo Habib’s.

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Estudos da Russell Reynolds apontam áreas de atenção para uso eficaz de inteligência artificial nas empresas

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À medida que cresce o entusiasmo em torno da inteligência artificial generativa (GenAI), levantamento da Russell Reynolds, alerta sobre cinco áreas que demandam maior atenção dos executivos: cultura, liderança, estrutura organizacional, parcerias comerciais e gestão de riscos. O estudo Navegando na revolução da IA generativa, ressalta que, mais do que investir em novas tecnologias, é preciso desenvolver uma mentalidade tecnológica para implantação eficaz das soluções digitais, aproveitar ao máximo as oportunidades de negócios e fortalecer a segurança cibernética. Além disso, de acordo com a pesquisa Monitor Global de Liderança, também realizada pela consultoria, 65% dos líderes entrevistados afirmaram que estão pesquisando ou experimentando ferramentas, 29% ainda não discutiram a pauta e 7% já implementaram alguma GenAI no seu dia a dia.

“Para enfrentar os desafios dessa nova era tecnológica, é essencial que os executivos compreendam o potencial das IAs e saibam implementá-las de forma equilibrada nos negócios. Além dos riscos associados à segurança cibernética, é preciso avaliar se a empresa tem os talentos certos para conduzir a jornada, se está amparada legalmente para utilização das novas tecnologias e se há alinhamento e engajamento de todo o C-level em relação às mudanças necessárias”, explica Tatyana Freitas, head da prática de tecnologia e digital da Russell Reynolds Associates.

Os estudos da Russell Reynolds revelam a percepção dos executivos sobre a maturidade das suas empresas em relação à GenAI e apontam as questões que precisam ser revisitadas com maior atenção para explorar todo o potencial da tecnologia de forma mais eficaz:

Liderança: enquanto algumas empresas optam por criar a função de diretor de IA (Chief Artificial Intelligence Officer – CAIO), outras preferem incorporá-la a posições já estabelecidas de Tecnologia, como CIO, CTO ou CDO. Independentemente da abordagem, é preciso avaliar se a empresa tem talentos disponíveis ou capacidade de atraí-los e se todo o time executivo tem forte conhecimento sobre as novas tecnologias. Cerca de 72% dos líderes entrevistados concordam que uma forte compreensão da GenAI será habilidade fundamental para futuros diretores. Ao mesmo tempo, apenas 32% estão confiantes de que têm as competências certas para implementar a tecnologia em sua organização.

Cultura Corporativa: empresas orientadas a Tecnologia fomentam uma cultura de inovação e transformação, estabelecendo uma mentalidade de testar e aprender para que seus líderes sejam capazes de questionar produtivamente o status quo e assumir riscos para obter vantagem competitiva. Ao mesmo tempo, é preciso adotar uma abordagem mais deliberada, de integração da IA a processos existentes, para maior engajamento das equipes em encontrar diferentes formas de implementá-la em suas áreas, enxergando essa tecnologia como uma ferramenta que potencializa soluções, ao invés de possível substituta do capital humano.

Estrutura Organizacional: a adoção da GenAI aumenta a importância de áreas como Arquitetura da Informação e Ciência de Dados, além da ética a ser adotada, entre outros fatores. Isso demanda maior integração das funções necessárias para apoiar a sua implementação em diferentes áreas do negócio. Na pesquisa realizada pela Russell Reynolds, cerca de 28% dos entrevistados relataram que suas empresas criaram funções específicas para novas tecnologias abaixo do C-level e 21% que um Chief Artificial Intelligence Officer (CAIO) foi apontado. Além disso, a GenAI permite que executivos direcionem seus esforços para áreas mais estratégicas e tarefas de maior impacto para os negócios, possibilitando redistribuição de talentos e integração de setores.

Estratégias Comerciais: Elaboração de relatórios complexos, perfilamento de clientes para personalização de atendimento e oferta de serviços, identificação de tendências, desenvolvimento de novos produtos. As possibilidades de uso da GenAI são tão numerosas quanto o volume de dados que ela é capaz de analisar, por isso a importância do conhecimento de toda a liderança sobre a tecnologia e da curiosidade sobre os potenciais fluxos de receitas que sua área pode gerar.

Gerenciamento de Riscos: É preciso considerar, ainda, as implicações éticas das ferramentas, com construção de sistemas que considerem o propósito e os valores da organização e tenham normas claras de utilização da GenAI. Entre os líderes que já implementaram ou estudam a nova tecnologia, 48% priorizam uma abordagem que inclua a análise dos riscos legais e 41% que estabeleça políticas internas.

Para aproveitar melhor o potencial da GenAI, as organizações precisam primeiro compreender as suas capacidades digitais e avaliar o seu nível de conforto com os riscos associados à tecnologia. A partir disso, é possível tomar decisões sobre como e onde será implementada e desenvolver um roteiro estratégico adaptado às suas necessidades, valores e objetivos.

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