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PUMA e LaLiga apresentam Accelerate e Adrenalina, as bolas oficiais da temporada 2020/2021

A LaLiga, junto de sua fornecedora oficial de bola – a PUMA – apresentou ao público as que serão utilizadas todas as partidas de LaLiga Santander e LaLiga SmartBank, ao longo da temporada 2020/2021. O futebol vem em duas iterações; Accelerate, que será a bola principal da temporada em branco tradicional, e Adrenalina, em amarelo tônico limão fluorescente, que será usado para “El Clásico”, “Derbies” e outros jogos decisivos.
A LaLiga é extraordinária; desencadeia sentimentos e emoções como nenhum outro campeonato de futebol. E os fãs sentem cada toque, cada passe, cada gol. Isso os revigora e os coloca à beira de seus assentos em todas as partidas (ou sofás, nessa época de pandemia). Para capturar e ampliar esses momentos incríveis e seguindo o lema criado pela PUMA, a bola é o coração da LaLiga. A bola acelera os batimentos cardíacos dos torcedores com a ação em campo, e produz adrenalina em seus corpos à medida que sua paixão flui por suas veias. Isso não é apenas futebol, é a LaLiga.
O futebol está em constante evolução, sendo jogado em um nível incrível; a habilidade, a técnica e o talento que crescem para sempre. Nesta temporada, o coração da LaLiga baterá mais rápido do que nunca, pois a paixão e a emoção que a LaLiga cria levarão o jogo ao próximo nível.
A bola de jogo Accelerate será utilizada na maioria dos jogos da LaLiga. A bola foi projetada para se adaptar à ação precisa e rápida da liga espanhola, e é o símbolo de como os jogos aceleram os batimentos cardíacos dos fãs. A Accelerate é uma bola branca tradicional com as cores do logotipo da LaLiga integradas ao design, com gráficos de aceleração personalizados para mostrar a velocidade explosiva da bola ao se mover.
Enquanto a bola Adrenalina, em um atraente tônico limão amarelo fluorescente, foi construída para ocasiões especiais e feita para momentos extraordinários. Esta bola será usada para “El Clásico”, Derbies e partidas decisivas ao longo da temporada 2020/2021. O design da Adrenalina apresenta padrões eletrizantes, simbolizando os nervos do corpo para refletir os batimentos cardíacos aumentando e o corpo produzindo adrenalina nos jogadores em campo e nos torcedores nas arquibancadas.
Tanto a Accelerate quanto a Adrenalina são aprovadas pela qualidade da FIFA, garantindo o mais alto nível de desempenho. Um design de ponta, incorporando as mais recentes tecnologias desenvolvidas pela marca. As bolas de futebol são moldadas em alta frequência para excelente retenção de forma, durabilidade e absorção de água reduzida. Uma configuração exclusiva de 8 painéis reduz o número de costuras, resultando em painéis maiores para melhor conexão com a bola.
Uma superfície PU de 1,2 mm com textura 3D é integrada para melhorar a aerodinâmica e aumentar a resistência à abrasão e ao desgaste, resultando em maior durabilidade. Uma espuma POE recém-desenvolvida foi adicionada para melhorar o toque, aumentando a sensibilidade, fornecendo um toque mais firme, consistência de rebote aprimorada e potência explosiva. Ambas as combinações de cores oferecem excelente visibilidade da trajetória e velocidade explosiva.
LaLiga é abundante com jogadores de renome por acelerar os batimentos cardíacos e as emoções dos fãs: Antoine Griezmann, Jan Oblak, Luis Suárez, Marc Bartra, Nolito e Nacho Monreal, juntamente com os demais jogadores da LaLiga, se preparam para se divertir no que promete ser uma temporada especial.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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