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Prudential do Brasil realiza “Prudential Talks” com Nathalia Arcuri, fundadora do “Me Poupe”

A seguradora Prudential do Brasil – que atua no mercado de seguros de pessoas – realiza hoje dia 09/02, às 19h, o ‘Prudential Talks’ com Nathalia Arcuri, fundadora da ‘Me Poupe!‘. Com o tema ‘Seguro de vida: Mitos nunca mais’, a ação é fruto da parceria entre a companhia e a especialista em busca do fortalecimento da cultura da educação financeira entre os brasileiros, reforçando a importância do seguro de vida no planejamento pessoal e familiar de longo prazo. O projeto tem o planejamento estratégico, de mídia e produção do evento assinado pela Adventures.
O evento virtual, que acontecerá no canal do YouTube da Prudential do Brasil (www.youtube.com/prudentialdobrasilsegurosdevida), contará com a presença da vice-presidente de Parcerias Estratégicas Multicanais da Prudential do Brasil, Patricia Freitas, além de Nathalia Arcuri, que responderá dúvidas recebidas pelas redes sociais sobre seguros. A live será gratuita e aberta ao público.
Além do ‘Prudential Talks’, a parceria entre a seguradora e a fundadora da ‘Me Poupe!’ – renovada até o final de julho deste ano – englobou outras ações importantes, como um episódio sobre seguro de vida no ‘PoupeCast’, podcast da ‘Me Poupe!’ no Spotify e em outras plataformas, que foi ao ar no último dia 4 de novembro de 2020, e um vídeo sobre o que é o seguro de vida, publicado em 21 de setembro do ano passado no YouTube do canal ‘Me Poupe!’. Posts e stories no Instagram da empresa e no pessoal da Nathalia Arcuri também fizeram parte do projeto.
“Estamos muito entusiasmados em realizar essa parceria tão importante com a Nathalia Arcuri, uma das mais relevantes especialistas do Brasil quando o tema é finanças. Em um país como o nosso, em que apenas 15% dos brasileiros possuem seguro de vida e o percentual do mercado no PIB ainda é inferior a 1% , é fundamental que ações como esta elucidem cada vez mais o debate sobre o tema entre as pessoas”, destaca a gerente de Marketing Institucional da Prudential do Brasil, Fernanda Riezemberg, que completa: “Somos especialistas em proteger vidas e temos o compromisso em ajudar a construir a cultura da educação financeira no país, mostrando como a proteção dos seguros de vida faz toda a diferença para o agora e o futuro, em busca de um amanhã mais tranquilo e seguro”.
“No Brasil, estamos começando a falar mais disso agora, mas as pessoas precisam saber a importância do seguro de vida. Seguro não é só para quem é rico e, ao contrário do que muitos pensam, pode ser utilizado em vida, para o pagamento de despesas emergenciais, por exemplo. Quem não tem reserva de emergência pode ser quem mais precisa, para não ter que pedir emprestado e se endividar no caso de um imprevisto. O seguro também é uma ferramenta de planejamento que ajuda a não passar sufoco no momento de uma eventualidade. Eu tenho seguro desde os 18 anos e sou cliente da Prudential há mais de quatro. Estou feliz em firmar essa parceria que está tão alinhada com o nosso propósito de levar a educação financeira a cada vez mais pessoas”, afirma Nathalia Arcuri, fundadora da ‘Me Poupe!’.
A concepção e execução do projeto é da Adventures, que está encabeçando a tendência no Brasil de se unir a talentos que possam expandir a mensagem de marcas. Além da parceria com Nathalia Arcuri, a Prudential do Brasil também se uniu ao renomado economista Ricardo Amorim desde maio do ano passado, quando lançou com ele uma série sobre a importância do seguro de vida no planejamento financeiro de longo prazo e, em janeiro de 2020, um novo projeto de oito vídeos sobre o tema.
Para Ingrid Buhr, gerente da área de Negócios e Operações da Adventures, esses projetos expandem o leque de interseções de conteúdos que permeiam a relação entre marca e consumidor, em busca de novas experiências dentro dessa jornada. “O objetivo é entreter e não atrapalhar quando ele está consumindo um conteúdo. Vejam que falamos ‘espectador’ e não ‘consumidor’. Isso porque, quando se promove o entretenimento com o público, precisamos enxergar eles como grandes espectadores e não apenas “compradores”, analisa a executiva. “Ter a Nathalia Arcuri para endossar a importância do planejamento financeiro e do seguro de vida é uma oportunidade única e um reforço a este nosso compromisso. Por isso, fizemos uma estratégia de mídia com objetivo de trazer para esse bate-papo entre Prudential e Nath um público extremamente qualificado”, conclui Ingrid.
Programe-se:
Prudential Talks com Nathalia Arcuri
Tema do Painel: “Seguro de vida: Mitos nunca mais”.
Local: canal do YouTube da Prudential do Brasil (www.youtube.com/prudentialdobrasilsegurosdevida)
Data: 09 de fevereiro (terça-feira), às 19h
Ative o lembrete: https://www.youtube.com/watch?v=S5n3uD3UWY&feature=youtu.be
Eventos
Ubrafe reúne principais lideranças do setor em Mendoza para discutir os próximos 40 anos da indústria de eventos

A Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) realiza, entre os dias 25 e 28 de junho de 2026, a quarta edição do CEO Weekend. O encontro exclusivo é voltado aos principais tomadores de decisão do mercado de feiras comerciais, congressos e centros de convenções do Brasil. Desta vez, a iniciativa internacionaliza sua proposta e desembarca em Mendoza, na Argentina, um dos polos mais expressivos para o turismo de negócios e experiências corporativas da América do Sul.
Desenvolvido para funcionar como um ambiente de relacionamento e troca qualificada de alto nível, o evento busca estreitar os laços entre os associados da entidade, promover debates estratégicos sobre os rumos do setor e alinhar agendas conjuntas voltadas ao fortalecimento e desenvolvimento da indústria no cenário nacional.
O ponto alto da programação será a reunião fechada entre os executivos, que colocará em pauta a representatividade institucional do segmento e os desafios de infraestrutura para as próximas décadas. Os líderes usarão o encontro para projetar uma visão de futuro para os próximos 40 anos do setor.
Para embasar as discussões e nortear as tomadas de decisão, as lideranças analisarão dois importantes levantamentos de mercado. O primeiro é o 3º Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil, lançado recentemente pelo Sebrae e pela ABEOC Brasil, que teve a participação direta da Ubrafe na coleta de dados. O segundo documento é uma pesquisa inédita encomendada pela entidade à consultoria alemã JWC Consulting, que mapeou as principais venues brasileiras dedicadas à geração de novos negócios.
Na visão da entidade, ações focadas em networking executivo são vitais para a sustentabilidade de uma indústria que atua como motor para diversos setores da economia, gerando milhares de empregos e atraindo inovações globais para o país.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, detalha a proposta do encontro internacional. “O CEO Weekend é uma oportunidade para que os principais executivos do setor possam discutir tendências, compartilhar experiências e construir, de forma colaborativa, soluções para os desafios do mercado. Mais do que um encontro de relacionamento, trata-se de um espaço estratégico para pensar o futuro da nossa indústria.”
Consolidado no calendário oficial da instituição, o CEO Weekend reúne anualmente promotores de feiras, diretores de pavilhões de exposições, fornecedores estratégicos e prestadores de serviços do ecossistema de live marketing de negócios. Em suas edições anteriores, a imersão corporativa já passou por destinos nacionais importantes, como Socorro (SP), Recife (PE), no Hotel Novotel Marina, e Rio de Janeiro (RJ), reforçando seu papel de integração regional.
Eventos
Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.
Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.
Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.
No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.
O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.
Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.
Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.
O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.









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