Agências
Projetos proprietários da Fibra.ag ganham vida própria e nasce um novo hub criativo de três empresas

Projetos proprietários e digital business ganham vida própria e trazem grandes mudanças no board executivo do que, agora, se torna um poderoso hub criativo que conecta três empresas. Vitor Nunes deixa a liderança da agência e assume como CEO do Festival Teen e da agência Starhub, a primeira uma plataforma de digital content experience com foco no jovem, e a segunda agenciando influencers e desenvolvendo projetos digitais. Com essa mudança, a CEO da Fibra.ag passa a ser Andréa Pitta, que já atuava como COO da empresa, e hoje uma das mulheres mais respeitadas no live marketing e brand experience no Brasil.
“O Festival Teen e a Starhub ganharam uma estrutura de gestão, criativa e financeira com a qual já conseguem andar com as próprias pernas e precisavam de mais espaço para crescerem como negócio. Além disso, deixam espaço para que a Fibra, que nasceu quebrando padrões no mercado da comunicação possa absorver novos projetos, novos clientes e também ganhar um novo impulso em seu crescimento”, explica Vitor.
Andréa, a nova CEO, fala sobre os planos para o futuro da agência. “Um de meus desafios é consolidar toda a minha experiência de mais de 20 anos de mercado com o propósito que alavancou o nascimento de DNA disruptivo e digital da Fibra. Há anos já somos os maiores especialistas em um formato de digital live experience que o mercado está aprendendo a trabalhar só agora, estimulado pelo isolamento social. Então, chegou a hora de, mais uma vez, sairmos na frente e antecipar o que os consumidores esperam das marcas no futuro”.
Fibra.ag transforma cada job em um show
A Fibra.AG é uma agência de live marketing e brand experience especialista em encontrar soluções transformadoras e resultados efetivos no relacionamento dos produtos com seu público. Entre seus cases estão clientes como Coca-Cola, Nestlé, Peugeot, Samsung, Reckitt Benckiser, Youtube, entre outras.
Festival Teen se tornou uma marca multiplataforma
O Festival Teen nasceu em 2018 com o objetivo de valorizar o jovem e dar voz prioritária pra essa geração. O projeto deu tão certo que, hoje, é uma empresa multiplataforma de entretenimento e mídia. Conta com um portal e instagram de notícias, uma TV de conteúdo no YouTube, e claro, uma conta no TikTok. Além disso, muito conteúdo, influenciadores e música Festival Teen Live Show, hoje reconhecidamente o maior evento com foco no jovem do Brasil.
Starhub conecta sonhos, marcas e pessoas
Também fica sob a liderança de Vitor Nunes a Starhub, a mais jovem das três. Um hub de influenciadores digitais com foco em transformar em realidade os sonhos de cada um dos seus agenciados. Diferentes objetivos e diferentes personalidades que são respeitadas e com carreiras que são administradas com muita dedicação. Atualmente, o cast conta com nomes como Juju Franco, Lucas Burgatti, Pepê Barbosa, Duda Pimenta e Gustavo Paz.
Sobre Andréa Pitta, nova CEO da Fibra.ag
Andréa é formada em Direito, pela Universidade Mackenzie, e em Jornalistmo, pela Universidade Metodista de São Paulo. Sua carreira teve início na mídia como produtora de TV. Sua experiência nos bastidores de programas ao vivo deu a ela habilidades que a tornaram uma profissional bastante reconhecida no mercado de eventos, ocupando cargos diretivos em grandes empresas do setor.
Há 30 anos, atua com o live marketing e brand experience, atividade na qual ganhou o respeito do mercado e foi responsável por inúmeros trabalhos premiados. Por exemplo, Andréa é bi-campeã com ativações no São do Automóvel de São Paulo, um dos maiores e mais importantes eventos da América Latina.
Sobre Vitor Nunes, CEO do Festival Teen e da Starhub
Profissional com 20 anos de experiência corporativa, seja como cliente, profissional de agência e empreendedor. Graduado nos Estados Unidos, iniciou sua trajetória profissional na Brasil Telecom/Oi. Em 2011, passou a atuar com marketing esportivo e se tornou um importante executivo desse segmento passando por projetos de marcas pra Gillette, Vivo e Coca-Cola, até fundar a agência Fibra.AG onde, além de sócio, ocupava há 05 anos o cargo de CEO.
Vitor é o idealizador do Festival Teen e da Starhub, como uma forma de criar um canal poderoso de impacto com o jovem.
Fibra.ag: https://www.instagram.com/fibra.ag/
Festival Teen: https://www.festivalteen.com.br/
Agências
Haute assina megaoperações de live marketing e ativa o ecossistema de marcas no Mundial de 2026

Com um portfólio de peso que inclui projetos desenvolvidos para gigantes como Guaraná Antarctica, Budweiser, Philco e iFood, a agência Haute coloca na rua uma série de ativações robustas desenhadas para transformar o Mundial de futebol de 2026 em uma máquina de engajamento e geração de valor. A estratégia da empresa foca na concepção de experiências proprietárias de alto impacto, capazes de aproximar as marcas da paixão febril dos torcedores e amplificar a relevância dos patrocinadores durante o maior pico de audiência global do ano.
As movimentações da agência acontecem em um cenário financeiro extremamente aquecido para a publicidade. De acordo com um levantamento recente da Warc Media, o torneio de 2026 deve injetar impressionantes US$ 10,5 bilhões no mercado publicitário global. Diante deste cenário bilionário, o papel do live marketing torna-se ainda mais crucial para garantir que os investimentos gerem não apenas visibilidade institucional, mas também recall de marca e conversão na ponta final do varejo. “A Copa do Mundo é um dos raros momentos em que atenção, emoção e audiência acontecem em escala global ao mesmo tempo. Neste momento, é crucial que as marcas criem ações relevantes que gerem conexão genuína com as pessoas. O papel da Haute é transformar esse interesse coletivo em projetos proprietários capazes de fortalecer o posicionamento das empresas, ampliar o engajamento com seus públicos e gerar resultados concretos para os negócios”, analisa Bruno Dias, sócio da Haute.
Na Arena Brasileira — festival assinado pela Fishfire que desponta como o principal ponto de encontro dos torcedores em São Paulo —, a Haute lidera a execução de projetos customizados para múltiplos segmentos do mercado. A Budweiser, por exemplo, terá uma arena própria voltada a disputas de futebol no formato 1×1, distribuição de mimos exclusivos e um hub que integra jogos interativos a um estúdio oficial da Rede Globo para transmissões e gravações ao vivo. O Guaraná Antarctica foca na fidelização com ações de relacionamento, mecânicas de brindes e a presença do icônico mascote Canarinho.
Buscando a experimentação de produto em massa (sampling), as marcas Michelob Ultra e Flying Fish apostarão em lounges de convivência, bares proprietários e pontos instagramáveis (photo opportunities). No setor de apostas esportivas, a Superbet ativa sua marca com um chute a gol tecnológico que distribui prêmios, enquanto a Smirnoff, do portfólio da Diageo, entra em campo com um estande imponente equipado com rooftop exclusivo para convidados vip.
A força da agência no setor de bens de consumo e alimentação também se faz notar na estrutura do festival. A Hellmann’s montou uma hamburgueria totalmente estilizada para promover a sua linha Supreme por meio de degustações guiadas. Já a Philco aposta na interatividade ao permitir que o público teste seu portfólio de eletrodomésticos na prática, combinando a experiência com sorteios de produtos. No setor automotivo, a GM garantiu um espaço estratégico totalmente voltado para a exibição e divulgação do modelo Sonic.
Indo além das fronteiras físicas do festival no Parque Ibirapuera, a Haute também carimbou sua assinatura em projetos proprietários independentes de grande repercussão urbana. O maior destaque ficou por conta da operação de street marketing realizada para o iFood no final de maio. A agência coordenou um encontro massivo para a troca de figurinhas oficiais do álbum do Mundial. A iniciativa entrou para a história do live marketing ao reunir milhares de colecionadores e quebrar oficialmente o Guinness World Records de maior troca de figurinhas do planeta, transformando uma tradição cultural em um marco de relações públicas para o aplicativo de entregas. “Essas ativações mostram a nossa força em potencializar o retorno dos investimentos realizados durante o período da competição, reafirmando o live marketing como ferramenta estratégica para ampliar alcance e relevância das marcas junto ao consumidor”, conclui Bruno Dias.
Agências
Holding Clube apresenta Casa Body Futebol Clube para liderar o debate sobre o futuro do futebol feminino no Brasil

Aproveitando o período de forte mobilização em torno dos gramados, a Holding Clube escolheu o momento ideal para colocar os holofotes sobre uma pauta que demanda cada vez mais protagonismo na indústria: a evolução e o futuro do futebol feminino. Durante a nova edição do All In, evento proprietário do grupo especializado em marketing de experiências, foi anunciado o lançamento da Casa Body Futebol Clube, projeto de live marketing planejado para impactar o mercado durante a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, que terá o Brasil como país-sede.
O projeto nasce como uma extensão direta do B.O.D.Y. (Body Open Defines You), movimento de autoaceitação que celebra a liberdade da mulher. Na prática, a Casa Body Futebol Clube vai se materializar como um hub de convivência para gerar comunidade e dar visibilidade ao papel feminino no esporte. Além da transmissão oficial dos confrontos, o espaço abrigará um cronograma robusto composto por talks, oficinas e atividades interativas. “Eu posso dizer que esse projeto vai ser um dos mais emocionantes da minha vida. O B.O.D.Y. é a materialização de tudo que a gente sempre quis potencializar e agora com o futebol feminino, podemos dar ainda mais palco para todas as mulheres e mostrar o quanto a força feminina importa para o nosso país e pro mundo”, destacou Ju Ferraz ao anunciar a novidade.
Já o All In, plataforma criada para descortinar o ecossistema de projetos e as grandes tendências de entretenimento da Holding Clube para o mercado — responsável por antecipar movimentos como a expansão da carreira internacional da cantora Anitta —, retornou com uma edição de caráter reflexivo. O debate ganha urgência histórica ao lembrar que a prática do futebol foi oficialmente proibida para as mulheres no Brasil por mais de 40 anos.
O potencial comercial e de engajamento do segmento é referendado por dados sólidos de mercado. Em 2025, o futebol feminino registrou um salto de 19% em sua audiência televisiva na comparação anual, conforme aponta a Pesquisa Futebol Feminino 2026 da Globo Ads Insights. Na mesma linha de otimismo econômico, um estudo global da Deloitte posiciona a modalidade entre as três principais frentes geradoras de receita dentro de todo o ecossistema de esportes femininos para os próximos anos.
Ao longo do encontro, os convidados puderam revisitar a autoridade da Holding Clube nesse território de patrocínios e ativações. Por meio da agência Banco_, o grupo soma quase três décadas de atuação dedicada ao desenvolvimento do futebol feminino, posicionando-se na vanguarda do tema muito antes de a pauta figurar no radar do grande mercado de marcas.
O painel de discussões trouxe lideranças de peso para o palco. Gizele Costa, head de projetos da Holding Clube, liderou o painel intitulado “O jogo mudou: futebol feminino, mídia, clubes e atletas na nova era do futebol feminino”. O debate reuniu Gal Barradas e Thiago Januzzi, representantes da comissão organizadora da FIFA Women’s World Cup, ao lado de Claudia Paola Martinez, diretora de marcas e licenças da Centauro. “O público do futebol feminino nos estádios é diferente do masculino, são famílias. É um público mais amplo, mais democrático. E as pesquisas da FIFA mostram que a Copa Feminina é o terceiro evento que mais mobiliza audiência no mundo, empatada com a Eurocopa. A Copa do Brasil tem a capacidade de elevar esse patamar a um nível nunca visto”, analisou Gal Barradas.
Outro momento de destaque foi o painel “Futebol feminino em expansão: o papel das marcas na construção de um novo mercado”, que contou com a participação de Lucca Amorim, gerente de marketing de Guaraná Antarctica na Ambev; Bruno Teixeira, head de comunicação, propósito e marketing de pessoas da Fisia (distribuidora oficial da Nike no Brasil); Sabrina Romero, diretora de marca e comunicação da Vivo; e Jader Damazio, head de criação e planejamento da Holding Clube.
Com mediação conduzida por Tati Oliva, fundadora da Cross Networking, a mesa debateu o poder de transformação social e comercial dos patrocínios de longo prazo. No debate, Lucca Amorim disparou: “O futebol feminino é um movimento, ele transforma, impacta e evolui. E isso é o sonho de qualquer marca, porque tem muito espaço para criar e construir a quatro mãos. Quando a gente entende a história do futebol feminino no Brasil, entende também quais são os gaps e as oportunidades que ainda existem”.
O cronograma completo, as cotas de patrocínio e o local que abrigará a estrutura da Casa Body Futebol Clube serão detalhados gradativamente nos próximos meses por meio dos canais digitais oficiais do projeto.









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