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“Projeto Circulando” busca parcerias para confecção e distribuição gratuita de 1 milhão de máscaras

Hospitais, ONG´s, supermercados e empresas de entrega receberão as doações de forma escalonada.
Até o momento, São Paulo, o estado mais populoso do país, tem mais de 14.000 casos confirmados de pessoas infectadas pela Covid-19, de acordo com dados do Ministério da Saúde deste domindo (19/4). Com o cenário indefinido, a única certeza é a necessidade de proteção das pessoas que estão na linha de frente da pandemia.
Com esta preocupação, o “Projeto Circulando”, responsável por iniciativas que priorizam a inovação e sustentabilidade, reorganizou prioridades e lançou uma campanha para confecção e distribuição gratuita de máscaras. O projeto é idealizado pela Circle, aceleradora de empresas e empreendedores das áreas de marketing, gestão e vendas.
A campanha de mobilização acontece nas redes sociais e conta com o apoio de Ivan Moré. O comunicador abraçou a causa e divulgou o vídeo da campanha em seu canal do Instagram, convidando as pessoas a participarem: “Quanto mais máscaras nós fizermos, maior será o combate ao coronavírus. Vamos juntos nessa luta?”.
A ação convida empresas e pessoas a doar materiais como tecido, aviamentos e elástico ou qualquer quantia em dinheiro. A fabricação das máscaras ficará por conta de ONG´s como a Igreja Projeto Viver (localizada na capital paulista), e de costureiras voluntárias ou remuneradas pelo projeto da Circle.
A costureira Andrea Giordano Ferreira faz parte do importante time de voluntariado. Ela tem um ateliê e se colocou à disposição do projeto, além de doar materiais e angariar mais costureiras para ajudar na costura. “Não podia fechar os olhos para uma situação como essa. Tem muita gente sem máscara, precisando de uma.”, diz Andrea.
Com a parceria da empresa Rosset Têxtil, que disponibilizou o tecido, inicialmente o projeto prevê a confecção de 10.000 máscaras que serão distribuídas em hospitais, ONG´s, supermercados e para entregadores. Porém, com a arrecadação de recursos, a meta é chegar a 1 milhão de máscaras, feitas com o tecido em duas camadas, de acordo com orientação da Organização Mundial da Saúde.
As máscaras são entregues à medida que ficam prontas em escala. Parte das máscaras já foram entregues para o hospital Servidor Público Estadual e na ONG Casa de Oração do Povo de Rua. A ação acontece por tempo indeterminado. A demanda é grande e o “Projeto Circulando” continuará confeccionando e entregando as máscaras enquanto estiver recebendo doações, tendo em vista a recomendação de que as pessoas continuem usando as máscaras mesmo com o fim do isolamento social.
“Estamos à frente de importantes projetos sustentáveis, precisávamos fazer algo também para ajudar a conter o contágio do coronavírus, principalmente as pessoas que neste momento têm que se expor, trabalhando. E percebemos que a população, mesmo dentro de casa, também quer de alguma forma ajudar, e esse foi o gancho para viabilizarmos o projeto.”, explica Fabiana Schaeffer, COO da Circle.
Interessados em realizar as doações de materiais devem entrar em contato com a Circle Aceleradora pelo [email protected]. Já as doações em dinheiro deverão ser feitas para:
Banco Santander
Agência 4251
Conta corrente: 13006566-3
Sitael Intermediações de Negócios, Pagamentos e Participações S.A.
CNPJ: 33.330.067/0001-43
A prestação de contas da campanha estará disponível no www.circleaceleradora.com.br/projeto-social
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McDonald’s invade o Rio de Janeiro com estrutura em formato de McFritas e transforma torcedores em estrelas de mídia exterior

O McDonald’s acaba de colocar em prática uma ativação de grande impacto para sintonizar a paixão nacional pelo futebol com um de seus produtos mais célebres: as McFritas. Integrada à Méqui Fest, o tradicional festival de ofertas da rede de fast-food, a iniciativa transformou os próprios torcedores em protagonistas da comunicação ao capturar e amplificar conteúdos gerados em tempo real pelo público carioca no último domingo, dia 31 de maio.
A ação de live marketing, assinada pela agência GALERIA.ag, convidou os apaixonados por futebol e pela marca a registrarem sua energia em fotos e vídeos no interior de uma estrutura gigante inspirada na icônica embalagem vermelha de batatas fritas. Os fãs que compartilharam seus registros no Instagram com a marcação do perfil oficial @mcdonalds_br receberam instantaneamente, via Direct, um código promocional exclusivo para resgatar uma porção de McFritas gratuitamente.
A ativação funcionou como uma extensão das celebrações do Dia da Batata, comemorado globalmente em 30 de maio, e injetou ainda mais fôlego na Méqui Fest, plataforma que concentra dezenas de cupons e vantagens exclusivas no aplicativo da marca. Para manter o apetite do público em alta ao longo de toda a temporada de jogos, a rede disponibiliza a promoção de McFritas Grande em dobro (formato leve duas e pague uma) diretamente no app até o dia 28 de junho.
Buscando estreitar ainda mais os laços com os chamados Méquilovers, a estratégia elevou o UGC (conteúdo gerado pelo usuário) a um novo patamar. As imagens captadas na estrutura foram transmitidas e aplicadas, quase em tempo real, em painéis de mídia exterior (OOH) instalados em pontos estratégicos de grande circulação no Rio de Janeiro, gerando um elo direto entre a vibração das ruas e a presença institucional da marca.
A engrenagem de comunicação também ganhou força nos canais digitais do McDonald’s, por meio de conteúdos especiais desenhados para as redes sociais e dinâmicas de engajamento que estimularam os consumidores de todo o país a compartilharem suas próprias memórias e rituais de consumo com as batatas mais famosas do mundo.
Ao costurar com maestria a experiência física presencial, dinâmicas de social media, mídia exterior de ponta e a febre da Copa do Mundo da FIFA 2026, o McDonald’s converteu o clima festivo do Rio de Janeiro em um braço de performance para a Méqui Fest. A marca não apenas entrou de vez no clima dos gramados, mas consolidou sua posição ao colocar o consumidor no centro exato da narrativa publicitária.
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Nova campanha da Conta Simples usa nostalgia tóxica para decretar o fim do modelo de cartões corporativos tradicionais

A Conta Simples acaba de colocar na rua sua nova campanha de marca, trazendo para o centro do debate uma dor que ainda afeta profundamente o ecossistema empresarial do país. Com uma abordagem criativa centrada no conceito de “nostalgia tóxica”, a ação posiciona o Cartão Inteligente como a principal alternativa para romper com o modelo corporativo tradicional, um sistema arcaico que ainda trava a operação financeira de 63% das empresas brasileiras. A estratégia de comunicação foi milimetricamente desenhada para escancarar o contraste entre o passado operacional e a inovação tecnológica, contrapondo o caos de um único cartão compartilhado à eficiência de uma ferramenta onde cada emissão já nasce com regras pré-definidas.
Essa distinção se reflete diretamente no dia a dia das organizações. No formato tradicional, o controle funciona apenas no papel, mas falha gravemente na prática, uma vez que a falta de travas embutidas permite que qualquer despesa seja efetuada, gerando surpresas desagradáveis quando a fatura chega. Em contrapartida, o Cartão Inteligente inverte completamente essa lógica. Cada dispositivo, seja físico ou digital, é configurado com limites específicos, categorias de compras permitidas e responsáveis definidos por equipe, projeto ou tipo de despesa. Caso um pagamento fuja das diretrizes estabelecidas, a transação é bloqueada instantaneamente. A consequência direta dessa automação é a redução drástica do retrabalho, o aumento da previsibilidade financeira e a extinção da burocracia dos reembolsos.
“O Cartão Inteligente não é apenas sobre oferecer crédito. É sobre dar autonomia com controle total antes mesmo do gasto acontecer. O modelo tradicional ainda depende de um único cartão compartilhado e de conferência depois do gasto. O que estamos propondo é uma mudança de lógica e a nova campanha foi construída para tornar esse contraste impossível de ignorar”, afirma Conrado Tourinho, CMO da Conta Simples.
Para traduzir esse posicionamento em imagens, a agência cccaramelo desenvolveu uma trilogia de filmes com estética cinematográfica marcante, utilizando o recurso de telas divididas para colocar os dois mundos lado a lado. No primeiro filme da série, intitulado “Vai e Volta”, a narrativa viaja até os anos 2000 para retratar o colapso de um escritório inteiro refém de um único cartão físico, desencadeando uma busca frenética e interminável via ligações telefônicas. O segundo episódio, “Telefone Sem Fio”, satiriza a falta de comunicação e o desencontro de informações sobre o paradeiro do cartão, resgatando plataformas da época como o MSN e o SMS. Fechando a trilogia, “Se Beber, Não Pague” exibe o choque de um gestor ao analisar o extrato financeiro após uma noite de excessos da equipe, repleta de gastos extravagantes em bares e limusines que o sistema antigo, sem travas prévias, foi incapaz de barrar.
Longe de ser apenas uma licença poética para o entretenimento, o caos retratado nas peças publicitárias é estritamente baseado em dados do mercado real. De acordo com a segunda edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, estudo realizado pela própria Conta Simples em parceria com a Visa, 58% das empresas nacionais ainda operam com apenas um ou dois cartões PJ centralizados. A estatística comprova que o enredo dos filmes não é uma ficção exagerada, mas sim o cotidiano operacional de mais da metade do mercado corporativo.
O lançamento da campanha reflete o momento de robustez da fintech. A Conta Simples alcança este patamar com um histórico de mais de 2 milhões de cartões emitidos ao longo de sua trajetória, tendo movimentado R$ 25 bilhões apenas no último ano. Além disso, a empresa registrou um crescimento expressivo de 140% na emissão de novos cartões no primeiro semestre de 2025, números que consolidam sua liderança na transformação do cartão corporativo em uma autêntica ferramenta de inteligência e gestão financeira.








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