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Produtora Soundzilla se reposiciona e agora é Limbic Music

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A produtora de som Soundzilla passou por um processo de reposicionamento de marca e dessa imersão surgiu a Limbic Music.

O processo de rebranding da Soundzilla foi comandado por Luiz Portela, sócio, diretor criativo e maestro da produtora, nas horas vagas mergulhador e fotógrafo subaquático, e por Andrea Nero, diretora executiva e head of sales, em parceria com o estúdio NL Creative, de Nurya Lopes.

Portela tem uma rica trajetória ligada à música. Multi-instrumentista, com 20 anos, ao lado de André Abujamra, formou a banda Muscad Xalote. Em paralelo, começou a atuar em algumas produtoras compondo trilhas sonoras marcantes, como o tema musical do Itaú, utilizado como base pelo banco até hoje.

“O mundo está em constante mudança. De olho nessas transformações, mergulhamos profundamente e nos reinventamos para aprofundar a criação de trilhas sonoras com potencial artístico e criativo. Queremos valorizar ainda mais a importância da criação musical, para além da mera funcionalidade. Acreditamos no poder da música e do som como gerador de sensações e emoções capaz de conectar pessoas e marcas”, comenta Portela.

“A função do sistema límbico no cérebro humano é coordenar as emoções. É isso que queremos despertar em cada trabalho por meio da música. A Limbic Music quer ajudar a contar histórias com esse olhar, conectando e despertando as emoções certas para cada projeto. A nossa proposta é ir fundo e mergulhar nas profundezas do espaço criativo”, acrescenta.

Antes de chegar à produtora, Andrea Nero, que tem mais de 20 anos de experiência no mercado audiovisual, passou por finalizadoras de longas-metragens e séries de TV, e por produtoras de imagem, como Bando e LadyBird, atuando em projetos ligados a publicidade, conteúdo e entretenimento.

“Foi um aprendizado incrível participar desse processo de mudanças. A Limbic Music é a materialização do processo criativo que já acontece internamente na produtora, onde a emoção, a verdade e a autenticidade acontecem de forma profunda. Não há dúvida de que vamos contribuir para que grandes histórias continuem sendo contadas”, comemora Andrea.

Outra novidade é a chegada de Demián González, produtor musical e guitarrista. Argentino radicado em São Paulo há dois anos, o músico é licenciado em sonorização e gravação pelo Instituto Superior de Música da Universidade Nacional do Litoral, na Argentina.

“Estou muito feliz em fazer parte dessa renovação. A Limbic Music é resultado de um projeto que prioriza a imersão no processo criativo, buscando produzir músicas e sons com qualidade e originalidade. Com todos os recursos e conhecimento que temos, queremos ajudar as marcas a contar histórias cada vez mais envolventes, impactantes e, por que não?, transcendentes”, diz Demián.

Integram o time de produtores musicais da Limbic, ao lado de Luiz Portela e Demián González, o beatmaker Pedro Portela e a pianista Clara Portela. A área de atendimento é formada por Cris Marquesi, Evelyn Oliveira e Raphael Trom.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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