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Preservativos SKYN® convida as pessoas a ficar em casa e aproveitar o confinamento do melhor jeito

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O popular movimento #fique em casa recebeu uma reviravolta convincente: fique e aproveite para ***

Na tentativa de retardar a disseminação do COVID-19, pessoas em todo o mundo estão sendo orientadas a ficar em casa. Nesse esforço para conter o vírus e evitar a propagação da doença o distanciamento social é apresentado como a melhor forma de combate. Como resposta ao período de confinamento pessoas no mundo inteiro se juntaram virtualmente em torno desta importante medida preventiva e estão usando a hashtag #satyhome (#fiqueemcasa).

Atenta ao movimento e às incertezas geradas pelo coronavírus no mundo inteiro a SKYN®, especialista em intimidade, resolveu participar das conversas virtuais de internautas ao redor do globo para mostrar um jeito diferente de aproveitar a quarentena: ficando em casa para ter mais tempo para o prazer.

Através da interação nas mídias sociais a marca está mostrando que ficar em confinamento não significa só assistir compulsivamente séries. De um jeito criativo, SKYN tem aproveitado o movimento de distanciamento social para incentivar ao prazer como poderoso incentivo neste momento de incertezas.

Virtualmente as pessoas estão aderindo e para que mais gente participe SKYN® está publicando conteúdo com mensagens como “vir é sempre mais seguro do que ir”, sugerindo que é mais seguro ficar em casa. A iniciativa defente ainda maneiras de tirar melhor proveito da situação, transformando as medidas restritivas em oportunidade para o prazer.

Em andamento estão ações como “Calendário do Prazer”, que será publicado diariamente nas próximas semanas para ajudar as pessoas a se manterem bem ocupadas durante a quarentena. SKYN® reconhece que o distanciamento social é a única maneira de retardar a disseminação da Covid-19 e que o amor é sempre a melhor resposta.

Mais informações em: https://www.skyn.com/pt-br/

Facebook: https://www.facebook.com/PreservativosSKYN

Instagram: @skyn

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Paçoquita e Kibon expandem parceria e lançam Mini Paçoquita em todo o Brasil

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Após o sucesso da edição regional lançada no Nordeste em 2025, Paçoquita e Kibon anunciaram a ampliação de sua parceria promocional com a distribuição nacional do Mini Paçoquita. O produto retorna ao mercado em setembro de 2026 como uma edição limitada que atende aos pedidos dos consumidores e visa preparar o portfólio das companhias para a temporada de verão.

O movimento reflete a estratégia das empresas Santa Helena e Kibon (pertencente à The Magnum Ice Cream Company) de explorar a versatilidade de sabores tradicionais em novos formatos e ocasiões de consumo do tipo snack. “Parcerias como essa são uma forma de ampliar os territórios de Paçoquita e explorar novas ocasiões de consumo a partir de um sabor que já tem uma relação muito forte com os brasileiros. A collab com Kibon mostra como essa identidade pode ganhar novas combinações e formatos, conectando Paçoquita a uma categoria especialmente relevante no verão”, afirma Sabrina Torquato, head de marketing da Santa Helena Alimentos.

“Os Minis têm ganhado cada vez mais relevância para Kibon e têm um papel importante em ampliar a forma como as pessoas se relacionam com o sorvete, aproximando a categoria da lógica de snack: uma indulgência prática, que cabe em diferentes momentos do dia. Expandir a parceria com Paçoquita para todo o Brasil é um passo importante dentro dessa estratégia e uma forma de celebrar sabores que fazem parte da memória afetiva dos brasileiros”, acrescenta Carolina Mega, head de marketing da The Magnum Ice Cream Company no Brasil.

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Estudo da Creators revela que planejamento da Black Friday começa meses antes e reforça papel dos influenciadores

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A disputa pela atenção do consumidor na Black Friday antecipou o calendário de planejamento das marcas no mercado brasileiro. É o que aponta o estudo Open Black – Report Black Friday 2026, desenvolvido pela Creators LLC, hub de inteligência, dados e creator marketing. O levantamento reuniu dados de comportamento, mercado e plataformas para mapear o impacto da estratégia de influência em todas as fases do funil de vendas.

Pesquisas da Gauge citadas no relatório revelam que 53% dos brasileiros iniciam o planejamento de compras para a data em julho — 4 meses antes do evento —, enquanto 48% afirmam decidir por impulso para aproveitar ofertas imediatas. O cenário aponta para um comportamento que mescla pesquisa prévia com gatilhos de conversão no momento do desconto.

A Creators defende uma atuação em duas fases: de agosto a outubro, com conteúdos de consideração (reviews, tutoriais e inserção do produto na rotina), e em novembro, com foco em conversão por meio de cupons rastreáveis, live commerce e programas de afiliados. “A Black Friday não começa quando o desconto entra no ar. Quando novembro chega, o consumidor já pesquisou, comparou, salvou conteúdos e criou referências sobre aquilo que pretende comprar. O desafio das marcas é construir essa relação antes da disputa mais intensa por atenção e usar os creators não apenas como mídia de conversão, mas como parte da jornada de decisão”, analisa Nohoa Arcanjo, CEO da Creators.

Dados da YOUPIX em parceria com a Nielsen Brasil destacam que 80% dos consumidores tomam a decisão de compra fora do clique imediato, realizando buscas ou salvando conteúdos para transações posteriores. Além disso, 58% das conversões ocorrem em até sete dias após a visualização de publicações com influenciadores.

O estudo aponta ainda que 81% dos brasileiros já adquiriram produtos recomendados por criadores de conteúdo e 64% utilizam cupons ou links patrocinados com frequência. Em relação aos critérios de escolha dos perfis, 62% declaram que o número de seguidores tem pouco ou nenhum impacto na confiança, enquanto 44% descobrem novas marcas por meio de creators — superarando indicações de amigos e familiares (33%). “Os dados mostram que influência não é uma equação de tamanho de audiência. Para converter, é preciso encontrar quem tem legitimidade para falar daquele assunto e construir recorrência. O consumidor precisa reconhecer aquela indicação como algo coerente com a pessoa que está falando, e não simplesmente como mais uma publicidade de Black Friday no feed“, ressalta a executiva.

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