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PPG anuncia apoio à equipe Cobra Racing Team no Campeonato TCR South America

A PPG, fabricante mundial de tintas e revestimentos, anuncia a parceria com a equipe Cobra Racing Team para a primeira edição do Campeonato TCR South America. Comandado por Nonô Figueiredo, piloto com ampla experiência em carros de turismo no automobilismo internacional, o time participará da temporada que se inicia nos dias 26 e 27 de junho, em Interlagos, São Paulo (SP).
A PPG fornecerá produtos de alta tecnologia para a pintura dos veículos e do boxe da equipe, além de ter o seu logo estampado nos carros, uniformes dos pilotos e em comunicações do time. “Temos um histórico de parceria com Nonô Figueiredo e as equipes das quais ele faz parte. Este ano, temos a oportunidade de apoiar a Cobra Racing Team no campeonato TCR South America. É uma honra contribuirmos para uma equipe de destaque e em um campeonato novo, que deve crescer no continente sul-americano”, comenta Fabricio Vieira, Diretor de Comercial e de Marketing de Repintura Automotiva América Latina Sul da PPG.
A equipe Cobra Racing Team conta com a experiência dos pilotos Adalberto Baptista e Digo Baptista, que já disputaram campeonatos como a Porsche Cup, GT Sprint Race e a lendária prova 24 Horas de Le Mans. “Estamos confiantes no potencial dos nossos pilotos e dos nossos carros. O Audi RS3 LMS apresentou bons resultados em outros campeonatos da TCR. Um dos nossos RS3 LMS é o que foi pilotado por Tobias Brink, terceiro colocado no campeonato dos países nórdicos de 2020 e vice-campeão de 2019”, diz Nonô Figueiredo, dono de experiência em pistas internacionais e dos títulos de campeão de pilotos e de equipes no Brasileiro de Marcas com a Onze Motorsports, criada por ele.
A parceria contempla toda a temporada de 2021 do campeonato, que foi aprovado pela Confederação Sul-Americana de Automobilismo (CODASUR) e segue o mesmo pacote técnico e desportivo das demais séries TCR (Touring Car Championship) pelo mundo. A edição sul-americana contará com mais dois eventos no Brasil e outros previstos na Argentina, no Uruguai e no Chile.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








