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Pod360 chega oficialmente para transformar o mercado de podcasts

O primeiro e maior hub brasileiro dedicado exclusivamente a criação de podcasts profissionais, abre as portas ao mercado após fortalecer o conceito de “one-stop-shop”
Após um ano de operação em regime de soft opening, chega ao mercado brasileiro o primeiro hub profissional voltado exclusivamente à produção e gestão de podcasts, a Pod360. A empresa tem o seu lançamento oficial com a impressionante marca de 370 episódios produzidos por semana, mas sua estrutura, ainda em expansão, já está pronta para trabalhar integralmente com 940 episódios semanais.
Idealizada no conceito “one stop shop” e atenta às mudanças globais no consumo de mídia e conteúdo, à ascensão da IOT, dos assistentes pessoais comandados por voz e à projeção do formato de maior potencial emergente para empresas e criadores de conteúdo se comunicarem com seus públicos, a Pod360 foi criada com o ambicioso objetivo de profissionalizar e fomentar o podcast brasileiro.
O hub conta com a mais completa e moderna estrutura no país, oferecendo ao mercado soluções integradas para geração de negócios e conteúdos em Podcasts. Outro diferencial é a rede de talentos multidisciplinar, que atua desde a curadoria e planejamento estratégico passando pela distribuição até as pontas de comercialização, monitoramento e business intelligence.
“Montamos algo inédito no Brasil, uma empresa com qualidade internacional exclusivamente dedicada ao mercado de Podcast. Além de atuar com produções de conteúdo em áudio com a maior qualidade disponível, nossa missão é oferecer um produto melhor ao ouvinte e consequentemente atingir as necessidades de nossos clientes e parceiros. Podcast vai muito além de um MP3”. diz Marcos Chehab, CEO e um dos idealizadores da Pod360.
A Pod360 desenvolve ainda projetos de acessibilidade, endomarketing e conteúdos para os maiores players do segmento. Muitos desses projetos figuram entre os podcasts mais ouvidos nas plataformas de streaming.
Entre os cases da empresa, destacam-se o Idas & Vindas, projeto desenvolvido para a Cidade de São Paulo que, além de ser a primeira PodNovela de um órgão público, foi pioneiro no uso da tecnologia 8D em podcasts nacionais e o A Voz Pode, projeto realizado em parceria com o Clube da Voz e que narra a trajetória de grandes personagens, notórios por seus discursos históricos.
No portfólio do hub estão embarcados programas originais com nomes de peso como Adriane Galisteu, André Vasco, Elcio Coronato, Felipe Solari, Fernando Rocha e Ivan Moré.
Governo da Noruega, Revista Runners, Sexlog, Spotify e Ukor são alguns dos clientes que buscam na expertise da Pod360 a identidade qualitativa e tecnológica para seus podcasts.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








