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Plataforma iFriend visa revolucionar o mercado de turismo mundial e inicia sociedade com Alvaro Garnero

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Lançada em 2017, o iFriend é uma plataforma especializada na ponte entre turistas e profissionais do turismo, que atua hoje em 126 países, e conta com mais de 5 mil profissionais cadastrados em seu sistema.

O aplicativo traz, dentre seus principais objetivos, a valorização do turismo como negócio. Desenvolvido por Leonardo Brito e Diogo Leão, surgiu inicialmente apenas no Brasil, e em 2018, expandiu sua atuação para outras cidades pelo mundo. Considerada a maior plataforma da América Latina em número de guias cadastrados, a startup anuncia sociedade com Alvaro Garnero, empresário e Embaixador do Turismo no Brasil, e escala para um novo plano de gestão.

Conquistando usuários de todos os continentes, o serviço visa fortalecer a importância do turismo como negócio e não apenas lazer, permitindo conhecer ou revisitar pontos turísticos nacionais e internacionais por meio do universo digital, além de aproximar e valorizar de forma prática e barata, turistas com a cultura local, possibilitando a descoberta de locais pouco conhecidos e fomentando, ainda, a geração de emprego, uma vez que não precisa ser um profissional da área para se cadastrar como o um iFriend (guia local).


Apesar do impacto no turismo em 2020, o negócio segue com projetos de crescimento, que envolvem a expansão das operações em Portugal, México, Canadá e Argentina. Para isso, a plataforma de serviços busca interessados em investir no negócio. “O iFriend dá uma chance a milhares de pessoas de exercerem uma profissão. Isso vira um ecossistema positivo: a pessoa vai estudar mais sobre o lugar em que mora, vai se orgulhar, vai cuidar melhor da sua própria casa e valorizar o turismo“, destaca Alvaro Garnero, novo sócio do projeto.


Diante do cenário atual com a chegada da pandemia, o serviço disponibilizou acesso gratuito aos guias estrangeiros que falavam português, para ajudar os brasileiros que estavam fora do país e ficaram impossibilitados de voltar por conta do fechamento dos aeroportos. Os guias locais puderam dar suporte para que tivessem o auxílio necessário para continuarem no país no período necessário.

No site do serviço também é possível encontrar os guias mais bem avaliados, mensagens deixadas por usuários da plataforma, além de programação e indicação de passeios e lugares para visitar. A plataforma está disponível para download no Google Play, e possui, também, atendimento via chat online. Os preços variam de acordo com serviço a ser contratado.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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