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Plataforma Fruittella Lab expande suas brincadeiras com conteúdos musicais para pais e filhos se divertirem

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A marca de balas Fruittella, do grupo Perfetti Van Melle, investe – mais uma vez – em conteúdo lúdico na web para estimular o relacionamento de pais e filhos. A plataforma www.fruittellalab.com.br, criada no ano passado, com brincadeiras e jogos para entreter os pequenos, ganha agora uma nova série de atrações tendo a música como mote central.

Para ancorar o projeto, a marca contratou as cantoras Luiza Possi e Aline Wirley para levar o universo musical aos minifãs da marca. A dupla está à frente dos conteúdos e da campanha do portal nas redes sociais.

No hotsite, o usuário tem acesso gratuito a tutoriais, no melhor estilo “faça você mesmo”, para construir instrumentos musicais, com materiais disponíveis em casa, e brincadeiras para introduzir os pequenos no universo dos ritmos e sons.

Entre os conteúdos há um tutorial de como tocar chocalho, apresentado por Aline, junto com o filho Antônio. A cantora ensina a montar o instrumento com itens como papel, tesoura sem ponta, grãos de arroz (ou de milho ou ainda de feijão) e uma minigarrafa pet, além de adesivos. Com o chocalho pronto, a aula não acaba! Ela ensina a tocá-lo, instruindo sobre ritmos para vários estilos musicais: samba, salsa, forró e rock, entre outros.

Já Luiza, com a ajuda do filho Lucca, vai mostrar como se faz música transformando objetos de casa em instrumentos. O único segredo é a criatividade! A partir de coisas que nem se imagina, como um balde, uma lata, um copo com água, um cano, entre inúmeros outros itens, vão nascer os equipamentos musicais. O resultado mostra como copos com água dão origem a um Xilofone, por exemplo. Para isso, basta separar cinco deles em tamanhos iguais (não importa se serão de acrílico ou de vidro) e colocar quantidades diferentes do líquido — importante: quanto mais água, maior será a nota musical! E, antes de encerrar os preparativos, é preciso separar dois lápis que serão as baquetas.

Para Davide Campi, diretor de marketing da Perfetti Van Melle, a entrada de Fruittella no território da música reforça a estratégia da marca de levar diversão e criar momentos em família. “Queremos fazer parte do dia a dia de pais e filhos, de forma divertida e construtiva. Esta é a proposta de Fruittella Lab, que agora ganha conteúdos musicais”.

A campanha, criada pela VMLY&R, é totalmente digital com divulgação nas redes sociais da marca ( fruittellabrasil; Fruittella Brasil e Fruittelabrasil), além do canal do youtube Canal Fruittella Brasil e dos perfis das influenciadoras ( alinewirley e luizapossi).

Ficha Técnica

Agência: VMLY&R

Campanha: Fruittella Lab Music

Cliente: Fruittella (PVM)

CCO: Rafael Pitanguy

ECD: Beto Rogosky

DC: Guilherme Aché

Redação: Bruno Aníbal, Igor Pontes, Guilherme Aché

Direção de Arte: Caio Zucchi, Guilherme Costa

Chief Business Officer: Leo Balbi

Head of Client: Leticia Meira

Atendimento: Carlos Alves, Mariana Poeta, Debora Souza

VP Mídia: Paula Marsilli

Mídia: Marcel Santos, Bruno Abreu, Bruno Marangoni

CSO: Sumara Osório

Planejamento: Andreia Tavares, Gabriel Veras, Ana Luiza Mello

Motion & Edição: Rafael Carvalho

Aprovação Cliente: Ana Laura Guilherme Bacchin e Jordy Veiga Gonçalves Fernandes

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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