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Planeta Atlântida aposta em conteúdos especiais para celebrar 25 anos de histórias

Já é tradição: todo ano, em fevereiro, os planetários se encontram na Saba, em Atlântida, para curtir o maior evento de música do sul do Brasil. Em 2021, a pandemia causada pelo coronavírus fez com que os shows, os abraços e a vibe do Planeta Atlântida fossem adiados, priorizando o bem-estar de todos aqueles que fazem o evento acontecer: plateia e equipes. Mas nem isso impediu o festival de se manter próximo ao público, mesmo neste ano atípico: no mês em que comemora 25 anos de histórias, o Planeta Atlântida preparou uma série de conteúdos especiais para levar essa festa para a casa de todos os gaúchos.
– Anualmente, milhares de planetários se deslocam de seus lares rumo ao litoral gaúcho para viver as emoções do maior festival de música do sul do país. Desta vez, ao completar 25 anos de histórias, o Planeta é que vai levar um pouco da energia e da vibração do festival para a casa dos planetários. É a nossa forma de curtir o verão junto do público, como sempre fizemos, levando nosso evento para todo o nosso Estado – destaca o diretor-executivo de Marketing do Grupo RBS, Marcelo Leite.
Para seguir curtindo o verão junto dos planetários, como é feito desde que o Planeta Atlântida foi criado, em 1996, o festival terá conteúdos nos seus canais digitais e nos veículos do Grupo RBS, com histórias do evento, bastidores, entrevistas com artistas, dados sobre seu impacto na sociedade gaúcha e relevância para os planetários e, ainda, trechos dos shows mais inesquecíveis.
Na Atlântida e na RBS TV, o público poderá relembrar os 25 anos de histórias ao longo de três sábados, nos dias 6, 13 e 20 de fevereiro. Na rádio, será possível acompanhar, das 17h às 18h, um programa especial no formato talk (modalidade em que uma pessoa ou um grupo abordam vários tópicos que são sugeridos por um ou mais apresentadores), com trechos de apresentações que marcaram o festival. O programa será apresentado pelo comunicador Alexandre Fetter e contará com a presença de Rodaika, Rafinha, Lelê Bortholacci e Luciano Potter, além de participações especiais de Neto Fagundes e Porã e depoimentos de artistas.
Na RBS TV, um quadro será dedicado ao tema, relembrando a história e alguns dos momentos mais marcantes do Planeta Atlântida e expectativas para o que está por vir, oferecendo emoção e nostalgia, mas também visão de futuro. Assim como na Atlântida, a apresentação ficará por conta de três comunicadores conhecidos do público e com relação direta ao festival: Alexandre Fetter, Rodaika e Luciano Potter. A atração prevê, ainda, depoimentos de artistas e participação do público por meio da hashtag #Planeta25anos.
Os 25 anos de histórias do Planeta Atlântida também serão pauta de um flip especial que estará disponível em GZH a partir desta sexta-feira (5), com doze páginas dedicadas ao evento. No material, o público poderá ficar por dentro de histórias de bastidores, rankings envolvendo os artistas e seus hits, os impactos econômicos por trás do festival e muito mais. Ao longo de fevereiro, conteúdos sobre o Planeta Atlântida serão desdobrados em matérias em GZH e no site do G1, além de conteúdos em Zero Hora e Diário Gaúcho.
Já os planetários que acompanham o Planeta Atlântida por meio dos canais digitais terão acesso a especiais dos shows e entrevistas em vídeo e também formatos interativos – enquetes, templates e quizzes – sobre a história do Planeta e de edições passadas, além de um vídeo resgatando os melhores momentos desses 25 anos e posts de expectativa para a próxima edição.
O Planeta Atlântida já começou em clima de festa. A ideia do festival surgiu entre um grupo de amigos, formado pelo executivo do Grupo RBS, Renato Sirotsky (1959-2008), e os três sócios da DC Set Group, Cicão Chies, Dody Sirena e Eugênio Corrêa. Juntos, eles criaram o megaevento, que saiu do papel em 1996, como uma forma de festejar os 20 anos de aniversário da Rádio Atlântida. Hoje, o Planeta é o maior festival de música do sul do Brasil e já atraiu mais de 2,2 milhões de pessoas para o evento. Foram mais de 800 horas de música e apresentações de mais de 1,3 mil atrações.
Ao longo da história do festival, grandes nomes da música brasileira, como Mamonas Assassinas, Tim Maia, Ivete Sangalo, Lulu Santos, Titãs, O Rappa e Charlie Brown Jr., pisaram nos palcos do Planeta, que também contaram com diversas atrações internacionais, entre elas Flo Rida, Taio Cruz, Sean Kingston The Offspring, Ne-Yo e Kesha. Outra característica marcante do evento é o de lançar grandes nomes da música nacional, atuando como espaço relevante para a divulgação da música produzida no Rio Grande do Sul e projetando-a nacionalmente, como Cachorro Grande, Armandinho e Papas da Língua.
– O Planeta Atlântida tem um impacto grandioso no Rio Grande do Sul, que não é só econômico, mas também sociocultural. Ele foi o primeiro festival multiatrativo a ser realizado no Brasil, reunindo as mais diferentes experiências em um mesmo lugar. É um projeto que está na memória do Rio Grande do Sul há 25 anos e que permanece no nosso coração – afirma Cicão Chies, sócio da DC Set Group e um dos criadores do Planeta Atlântida.
Mas o impacto do Planeta Atlântida para o Rio Grande do Sul vai além da música: segundo estudo realizado pelo PUCRS em 2020, para cada 1 real gasto na realização do evento, gera-se 1 real a mais para a economia gaúcha, totalizando um impacto de R$ 119,7 milhões injetados no estado. Além disso, contribui para a ampliação de empregos na região durante a realização do evento e estimula setores indiretamente envolvidos.
Eventos
SalesRush capacita mercado com imersão gratuita sobre processos de vendas B2B

A SalesRush, aceleradora comercial especializada em vendas B2B, acaba de anunciar a realização do workshop gratuito “Vendas Sem Improviso”. O encontro será transmitido online no dia 11 de março, das 16h às 18h, com o objetivo de munir profissionais de vendas, líderes comerciais, fundadores de empresas e agências de publicidade com uma metodologia prática para a construção de processos comerciais previsíveis — desde a definição do ICP até o fechamento dos contratos.
Em um cenário onde a improvisação ainda compromete a eficiência, o evento propõe uma jornada estruturada para corrigir falhas comuns que drenam a conversão. O conteúdo programático foi desenhado para ensinar como edificar um fluxo comercial moderno, integrando dados, frameworks de mercado e inteligência artificial como aliados estratégicos na rotina dos times de vendas.
O treinamento será conduzido por Daniel Rosa, CEO da SalesRush e especialista em estratégia comercial para o mercado de comunicação, e Camila Bove, COO da aceleradora, que possui vasta experiência em prospecção e inteligência de vendas. Os executivos apresentarão os 10 pilares fundamentais do outbound moderno, abordando temas críticos como diagnóstico comercial, construção de listas qualificadas, fluxos de cadências, estratégia de prospecção multicanal, social selling e gestão de objeções. O encerramento da imersão contará com um bônus especial focado em inteligência artificial e a utilização estratégica de CRM.
Para Daniel Rosa, a iniciativa ataca uma dor latente nas empresas brasileiras. “As empresas ainda sofrem com vendas conduzidas de forma diferente por cada vendedor, pipeline cheio e baixa conversão. Esse workshop é um chamado para trazer estrutura, método e previsibilidade para o processo de vendas”, afirma o CEO.
Com mais de cinco anos de atuação no mercado, a SalesRush já acelerou operações de mais de 300 empresas, entregando projetos que abrangem desde o diagnóstico comercial até o social selling com uso de IA. A iniciativa reforça o compromisso da aceleradora em elevar o patamar do mercado, preparando os profissionais para um momento em que a venda B2B exige, cada vez mais, a fusão entre processo, tecnologia e inteligência emocional.
Os interessados podem realizar a inscrição e ingressar na comunidade do evento através do link: workshop.salesrush.com.br.
Eventos
Riot Games convoca comunidade para experiência imersiva na Runeterra Fan Fest

No próximo dia 22 de março, a capital paulista será palco de uma celebração que promete borrar as linhas entre o virtual e o físico para os fãs de League of Legends. A Riot Games promove a Runeterra Fan Fest – First Stand, um evento que convida a comunidade a vivenciar o universo de Runeterra por meio de uma jornada sensorial sem precedentes. O cenário escolhido para a ativação é o Visualfarm Gymnasium, um hub de inovação e cultura em São Paulo, reconhecido por suas exposições digitais imersivas, que será integralmente transformado através de tecnologias de projeção de ponta para simular os campos de batalha de Summoner’s Rift e a grandiosidade do reino de Demacia.
A iniciativa marca o terceiro ano consecutivo em que a Riot desenha uma fan fest focada no engajamento direto com a comunidade. Mais do que um simples encontro, o evento se consolida como um ecossistema de entretenimento completo. A programação oferece diversas estações de gameplay para títulos como League of Legends, Wild Rift, Teamfight Tactics (TFT) e 2XKO, além do Artist’s Alley, um espaço dedicado a destacar o talento de artistas especialistas no universo da franquia. A experiência é complementada por uma loja oficial com itens licenciados do CBLOL e do First Stand, além de um telão de alta definição para a transmissão ao vivo da grande final, garantindo aos fans a atmosfera vibrante das arquibancadas.
Um dos pontos altos do evento, e que sinaliza uma estratégia de aproximação inédita da Riot com seu público brasileiro, é a realização de Meet & Greets exclusivos com desenvolvedores globais. Pela primeira vez, a comunidade terá acesso direto às mentes criativas por trás da franquia, incluindo nomes de peso como Matthew Leung-Harrison (Phroxzon), Lead Gameplay Designer; Ed Zhao, Product Lead da equipe de Campeões; e Thomas Randby, Art Director e Lead Concept Artist. A programação também contará com a presença de influenciadores e dubladores icônicos, consolidando o evento como uma das maiores ativações de live marketing do ano para o cenário de e-sports.
Com essa iniciativa, a Riot reafirma seu compromisso em fomentar não apenas a competição, mas a cultura em torno de seus títulos, transformando a audiência em participante ativa de um ecossistema que transborda das telas para a realidade física.









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