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Piracanjuba amplia campanha que usa IA para encontrar pessoas desaparecidas

A Piracanjuba, em parceria com a Associação Mães da Sé, lança neste mês a nova fase da campanha “Desaparecidos”, criada pela agência Ampfy. Serão ampliados tanto o quantitativo de fotos divulgadas quanto os produtos participantes do projeto. O anúncio chega cinco meses após o lançamento da iniciativa, que utiliza Inteligência Artificial aliada à expertise de um artista digital para recriar imagens de pessoas desaparecidas, mostrando como estariam nos dias de hoje e potencializando as buscas.
A campanha foi lançada em outubro do ano passado. Até fevereiro, 19 imagens atualizadas de pessoas desaparecidas estavam estampadas nas embalagens de quatro tipos de leite Piracanjuba. Agora, mais 50 fotos, distribuídas em duas etapas, serão incorporadas ao projeto e aparecerão, em breve, também nas embalagens de leite em pó da Piracanjuba.
Além disso, outra marca do grupo Piracanjuba, a LeitBom, se junta à iniciativa.
“Com a ampliação da campanha esperamos alcançar um público ainda maior de pessoas que possam ter pistas de algum desaparecido, contribuindo assim com as muitas famílias que, infelizmente, vivem a angústia da busca por um ente querido. A ação reforça os laços que construímos com as famílias brasileiras ao longo das sete décadas que estamos presentes no dia a dia delas, e vai ao encontro do propósito da companhia, que é o cuidado que alimenta a vida”, informa a diretora de Marketing do grupo Piracanjuba, Lisiane Campos.
Com o uso de ferramentas de IA e a colaboração do artista digital Hidreley Dião, especialista na técnica de projeção de idade, a campanha faz uso da gigantesca capilaridade e distribuição da Piracanjuba, para aumentar consideravelmente a chance de que essas pessoas sejam encontradas, ao transformar retratos antigos em cenas atuais, inserindo-as em situações do cotidiano.
“É significativo que a união de uma tecnologia como IA e o impacto que uma empresa grande como Piracanjuba possa fazer” afirma a CCO da Ampfy, Andrea Siqueira.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







