Gente
Phillip Klien é novo CEO da ClickBus

A ClickBus, plataforma que atua em vendas online de passagens rodoviárias no Brasil, anuncia Phillip Klien como seu novo CEO. O executivo, que teve passagens pela área de crescimento de algumas das grandes empresas do mercado, assume a posição de Fernando Prado, que passa a integrar o conselho da empresa da qual é fundador.
“Esse movimento é estratégico para empresa. Buscamos uma pessoa que possa estar focada 100% em trazer a estratégia pro dia a dia da ClickBus, mais focada na rotina da empresa, enquanto eu assumo um papel mais estratégico no conselho da empresa para pensar nos nossos próximos grandes passos”, conta Fernando Prado, fundador da ClickBus.
Phillip Klien chega a empresa após já ter assumido a vice-presidência de marketing e growth no PicPay. O executivo tem passagens por empresas como OLX, Uber e Twitter, além de ter sido fundador da Predicta – empresa pioneira em marketing digital no Brasil. Phillip assume o posto de CEO da ClickBus com o objetivo de ajudar a empresa a dar os próximos passos em sua rota de crescimento.
“Assumo esse novo desafio com muito orgulho, curiosidade e ambição. A ClickBus é o principal marketplace de passagens rodoviárias no Brasil e espero que minha experiência com marketplaces digitais em fase de hyper growth ajude a empresa a acelerar ainda mais seu crescimento. Além disso, este é também um mercado cheio de oportunidades que tem muita estrada pela frente. Vamos continuar a trazer tecnologia de ponta em tudo que tocamos. Ainda temos muito o que explorar quando se trata de inovação para esta indústria”, diz Klien.
Pandemia e Expectativas 2021
Em 2020, ano em que o setor de turismo sofreu por conta da pandemia, a ClickBus apresentou uma retração de 27% em sua receita, no comparativo com o período anterior. Em volume de passagens, foram emitidas 20% menos passagens que em 2019.
Porém, com a vacinação em andamento, já é possível enxergar uma retomada ainda em 2021 para o setor, que não parou durante todo o período da crise. A empresa espera ter um resultado maior do que o que obtivemos em 2019.
Segundo dados da ABRATI (Associação Brasileira das Empresas de Transportes Terrestres de Passageiros), apenas no primeiro trimestre deste ano o número de passageiros embarcados caiu cerca de 70% e o faturamento 73%, em relação ao ritmo normal. Na ClickBus, no entanto, a queda foi de apenas 23% na emissão online de passagens e 19% na receita gerada na comparação com o mesmo período de 2020. Vale ressaltar que o setor só começou a ser afetado pelos efeitos do Covid-19 a partir da segunda quinzena de março de 2020.
“Após um ano de pandemia nós já sabemos com o que estamos lidando e temos uma visão melhor do cenário. Conseguimos, juntamente com nossos parceiros, desenvolver ações que reforçaram a segurança dos nossos passageiros durante seu trajeto, quando foi necessário viajar – teremos muitas inovações que iremos apresentar ao mercado”, comenta Prado, que esteve na operação da empresa durante a pandemia.
Enquanto as vendas foram afetadas negativamente pela pandemia, a relevância dos canais digitais para o setor teve um aumento no ano. Em 2020, a participação das vendas online chegou a 20% no setor. “A participação do nosso app na emissão de passagens cresceu 65% em relação a 2019. Neste período as vendas em App representaram 31% do total. Acreditamos que, com o cenário da pandemia, isso se deu pela praticidade e facilidade deste canal, além de ser uma maneira mais segura de comprar.”, explica Klien, novo CEO da ClickBus.
Gente
Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
Gente
Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








