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Pesquisa Toluna indica que 55% dos brasileiros esperam de marcas atitudes que protejam o meio ambiente

O 18º Barômetro do Consumidor, pesquisa periódica realizada pela Toluna, empresa multinacional especialista em pesquisa de mercado e insights do consumidor, lançou um olhar sobre a crise energética e as causas ambientais no Brasil e em outros dois países, México e Estados Unidos.
Em comparação com os dois outros países, o Brasil é o país mais afetado pela crise energética e o aumento do custo de energia: 76% dos brasileiros sofrem com isso, contra 54% de mexicanos e 48% de norte-americanos.
Para 80% dos brasileiros, o Governo, as autoridades locais e as agências públicas detém, disparado, a maior responsabilidade em fazer mudanças que protejam o meio ambiente. Mas para a maioria, o Estado não faz o suficiente para apoiar as causas ambientais. Já 56% dos nascidos no Brasil creem que as pessoas/consumidores devem fazer algo a respeito do meio ambiente. 55% acreditam que quem tem de zelar por isso são as marcas ou fabricantes e 39% pensam que os bancos e outras instituições financeiras têm de cuidar dessas causas ambientais.
A maioria dos brasileiros também está descrente quanto ao cumprimento de metas ambientais por parte dessas entidades: 47% acreditam que o Governo não as cumpre, enquanto 34% creem que as marcas e fabricantes também não fazem muito pelo ambiente. Já 39% dos entrevistados não confiam que bancos e instituições financeiras correm atrás de soluções para o meio ambiente.
Em resumo, a pesquisa da Toluna detectou que:
- Os brasileiros foram bastante impactados com a crise climática e o aumento nos custos de energia.
- 76% concordam que esta situação está afetando seus planos de gastos para o futuro.
- O Governo é o principal responsável por fazer mudanças necessárias para proteger o meio ambiente.
- Para a maioria dos nascidos no Brasil (61%), o Governo não está fazendo o suficiente para apoiar as causas ambientais. E uma minoria (23%) confia no cumprimento das metas que o Governo se propõe a executar.
- Os brasileiros acreditam que as marcas e fabricantes também detém a responsabilidade de proteger o ambiente e atender a urgência da mudança climática (55%), mas também que há ainda muito trabalho a se fazer: 45% acreditam que as marcas não estão fazendo o suficiente e apenas 37% acreditam no cumprimento das metas propostas.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.








