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Passeata pelo retorno dos eventos reuniu cerca de 1500 profissionais em São Paulo

Cerca de 1.500 profissionais ligados ao mercado de eventos foram às ruas em São Paulo no último dia 13 pela retomada das atividades do setor. Em passeata pacífica, os profissionais organizaram-se em alas que representaram os mais diversos serviços e profissões que envolvem os eventos, como produção, cenografia, agências, infraestrutura, logística, entre outras. Com faixas e cartazes que ilustravam o momento do setor, o objetivo foi enfatizar a importância do eventos para a economia e fazer reinvindicações, consideradas urgentes para sobrevivência das categorias, como a criação de um programa municipal de retomada, a criação de uma linha de crédito voltada para o setor e uma renda mínima aos profissionais até o fim da decretação do estado de calamidade, a exemplo do PL 735. O pleito foi protocolado digitalmente na semana do dia 2 de setembro e a entrega foi formalizada na Alesp – Assembleia Legislativa de São Paulo, para a Chefe do gabinete do Deputado Sargento Neri.
“Esse movimento foi importante para mostrarmos que precisamos nos unir, o setor trabalha juntos e precisamos um do outro. Começamos a mudar um pouco a identidade e a visão das pessoas sobre esse mercado, que é tão invisível. Foi também um fôlego para muita gente. Muitos nos disseram: ‘vocês nos deram uma injeção de ânimo’. Mostrou também que estamos prontos para voltar, com protocolos, com cuidados, com segurança”, afirmaram organizadores do evento.
Em um “desfile” por toda a extensão do trajeto, que compreendeu desde a saída lateral da Alesp, contornou o Monumento “Empurra” até o retorno que antecede o Obelisco e terminou em frente a Alesp. As alas foram sinalizadas por cordas, faixas e cartazes. O distanciamento foi respeitado com auxílio de fitas nas mãos de cada participante, esticadas com 1,5m de distância, e o uso de máscaras foi obrigatório.
Além dos profissionais, houve ainda a ala composta por mais de 40 veículos, entre caminhões, ambulâncias, munk, geradores, infraestrutura, vans e carros de transporte que fazem parte da organização dos eventos. Todos os veículos e estruturas usadas foram sanitizados previamente por uma empresa certificada parceira. A passeata também contou com mais de 3 mil kits lanches e 6 mil garrafas de água doados aos participantes. Os kits que sobraram já foram doados a comunidades carentes.
Somente a indústria de Eventos impacta mais de 50 setores da economia e movimenta, anualmente no país, mais de R$ 930 bilhões, o que representa quase 13% do PIB – índice maior que o das indústrias automobilística, farmacêutica e a petrolífera -, com a geração de 25 milhões de empregos diretos e indiretos. O Brasil organiza e recebe cerca de 590 mil eventos anuais. Com a necessidade do isolamento, 98% dos eventos foram cancelados no Brasil e de acordo com a Associação Brasileira de Eventos (Abrafesta), o setor teve queda de mais de 90% nos serviços. Segundo a AMPRO – Associação de Marketing Promocional, a ausência dos Eventos já causou prejuízos estimados de mais de R$ 200 bilhões à economia brasileira.
Outros detalhes sobre o manifesto dos profissionais no site: https://www.unidospeloseventos.org/
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Eletromidia e Docile realizam ativação presencial com a personagem Cuca em edifícios residenciais de São Paulo

A Eletromidia deu início a uma ação de campo no ambiente residencial paulistano em parceria com a fabricante de confeitos Docile. Através da iniciativa, que se estende até o dia 21 de outubro de 2026, uma promotora caracterizada como a personagem Cuca — figura central do folclore brasileiro — visitará condomínios residenciais cadastrados em São Paulo para realizar a distribuição presencial de doces e do lançamento “Pulseira Mágica” para moradores e crianças.
A ativação integra a campanha nacional de Halloween da marca, idealizada pela agência Global, que substitui o conceito tradicional de sustos por mensagens de gentileza e brasilidade. A estratégia de comunicação combina a abordagem presencial nos prédios com veiculação de mídia out-of-home (OOH) em mobiliário urbano e transmissão de vídeos nas telas digitais instaladas nos elevadores e áreas comuns de edifícios da capital paulista.
A operação utiliza a infraestrutura de mídia da Eletromidia, que atualmente contabiliza mais de 45 mil telas ativas em empreendimentos imobiliários residenciais e comerciais. O projeto tem como meta reforçar a visibilidade do portfólio temático da Docile e aproximar a marca dos consumidores no momento de consumo e convivência familiar.
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Ubrafe obtém liminar na Justiça Federal que reduz retenção de imposto de renda sobre dividendos de associadas

A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) obteve uma liminar favorável junto à Justiça Federal do Distrito Federal que reduz a alíquota de retenção do Imposto de Renda (IR) incidente sobre lucros e dividendos distribuídos a sócios pessoas físicas. A medida beneficia as empresas associadas à entidade em todo o país e abrange repasses mensais compreendidos na faixa entre R$ 50 mil e R$ 100 mil.
Concedida no âmbito do Mandado de Segurança Coletivo nº 1109346-72.2026.4.01.3400, em trâmite na 4ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do DF, a decisão visa alinhar a retenção na fonte à alíquota projetada na declaração de ajuste anual, evitando a antecipação excessiva de tributos e preservando a liquidez das operações do setor de eventos.
“A decisão permite que a retenção de IR sobre pagamentos mensais entre R$ 50 mil e R$ 100 mil acompanhe a tributação anual projetada, reduzindo a antecipação de valores que poderiam permanecer retidos até o ajuste anual. A medida beneficia as associadas da Ubrafe independentemente do regime tributário, enquanto a questão específica da dupla tributação no lucro presumido será analisada na sentença”, explica Alessandro Ragazzi, advogado responsável pelo acompanhamento jurídico da entidade.
Para a aplicação da liminar, as companhias filiadas devem manter arquivados o comprovante de associação e a cópia da decisão judicial, orientando o processo de escrituração contábil até a consolidação da declaração de ajuste anual.
“A atuação da Ubrafe busca justamente identificar questões que impactam diretamente as empresas do setor e buscar soluções que tragam mais segurança e previsibilidade para os associados. Neste caso, a decisão evita que uma retenção mensal de 10% gere um desembolso antecipado maior do que o imposto que poderá ser efetivamente devido no ajuste anual, preservando recursos importantes para a operação das empresas”, destaca Paulo Octávio Pereira de Almeida (P.O.), presidente-executivo da Ubrafe.







