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Para celebrar a nova linha de cabelo infantil, Huggies lança a campanha “Dê Fios à Imaginação”

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Acompanhando a jornada de crescimento e desenvolvimento dos pequenos, Huggies, marca da Kimberly-Clark com solução completa de cuidados infantis, lança a campanha “Dê Fios à Imaginação”, assinada pela Droga5 São Paulo, para divulgar a nova Huggies Kids, uma linha de banho desenvolvida especialmente para o cuidado dos cabelos das crianças.

A divulgação começa com o lançamento de 3 vídeos-hero que apresentam de forma lúdica as linhas Cachinhos Poderosos, Brilho Mágico e Nutrição & Força. Os filmes trazem uma linguagem leve e nativa das redes sociais, com inspiração na trend “Get Ready With Me”, fazendo um convite para os pais arrumarem os filhos com muita criatividade, deixando a rotina ainda mais leve e divertida, passando pela hora do banho, a escolha da roupa e até a finalização com o momento do penteado. A campanha promete inspirar as famílias para deixar esses momentos do cotidiano dos pais ainda mais especiais com Huggies Kids.

A novidade amplia o portfólio da marca, que é uma referência no cuidado para os bebês, passando a acompanhá-los durante toda a infância com produtos que oferecem a segurança e qualidade de Huggies, mas agora com foco no cuidado capilar das crianças.

“Com a campanha queremos incentivar ainda mais momentos de conexão entre pais e filhos. De olho nas necessidades dos nossos consumidores, os pais agora contam com uma linha criada especialmente para o cabelo dos filhos. E nos vídeos de divulgação ilustramos bem essa troca de carinho que acontece não só na hora do banho, mas no momento seguinte de arrumar as crianças seja para a escola ou na hora de dormir. São vivências únicas e que ficam marcadas na memória dos pais e dos filhos. Mais do que contar com uma linha completa, Huggies Kids é uma experiência sensorial para ser vivida em família”, destaca Bruno Sparapani, gerente de marketing de cuidados infantis e de experiência do consumidor no ambiente digital da Kimberly-Clark.

A campanha conta ainda com robusto plano de mídia assinado pela FCB com ativações na Meta, TikTok, Pinterest, YouTube e Kwai, além dos conteúdos nas redes sociais de @huggiesbrasil e veiculação em plataformas de streaming e canais fechados. Já o PR, liderado pela agência PROS, tem a amplificação com criadores de conteúdo de todo o Brasil, além dos embaixadores da marca.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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