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Panini lança volume único de ‘Batman: O Impostor’

A Editora Panini, lançará em março o volume único da HQ, Batman: O Impostor. Após comercializar a obra em três volumes, chega agora a edição definitiva para quem é realmente fã do Homem-Morcego. Com formato 17x26cm, 160 páginas e capa dura, o título custará R$74,90. O roteiro é de Mattson Tomlin, e as artes são de Andrea Sorrentino.
A missão de Bruce Wayne como o Batman está em andamento há pouco tempo, mas ele pode dizer que está fazendo a diferença. Infelizmente, também fez alguns inimigos perigosos. Muitos dos poderosos se ressentem da ruptura de estabilidade criada pelo Homem-Morcego, e parece que um deles tem um plano para neutralizá-lo. Há um segundo Batman assombrando Gotham – e ele não tem escrúpulos ao assassinar criminosos, ao vivo e em vídeo. Com todo o poder do Departamento de Polícia de Gotham City e os ricos e poderosos de Gotham atrás de sua cabeça, Batman deve encontrar o impostor e limpar seu nome… mas como alguém pode provar a própria inocência quando se esconde atrás de uma máscara? As HQs podem ser adquiridas na Loja Panini, além de livrarias e lojas especializadas.
Na escuridão da caverna as figurinhas brilham
Para celebrar a volta do super-herói mais famoso de Gotham aos cinemas, a Editora Panini também está lançando um álbum de figurinhas do filme em parceria com a Warner Bros. Consumer Products, divisão de licenciamento da Warner Bros. A novidade, que estará disponível a partir de 11 de março nas melhores lojas, em bancas de jornal e na Loja Panini, tem 125 cromos, sendo 15 metalizados e 10 que brilham no escuro.
Os fãs terão a oportunidade de analisar cada detalhe do novo traje e dos veículos do homem-morcego e da Mulher-Gato, desvendar os enigmas do Charada e colecionar cenas incríveis do novo filme. O álbum inspirado na trama do longa, chega em versão capa brochura por R$ 10,00, os envelopes com cinco figurinhas, por R$ 3,50, além de diversos kits especiais com o álbum e os cromos.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







