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Painel feito com 1.400 latas de alumínio é inaugurado no metrô Sumaré

Até o dia 9 de junho, um painel de 11,3 metros, produzido com aproximadamente 1.400 latas de alumínio, vai declarar seu amor pelos oceanos na passagem da Unibes Cultural para o metrô Sumaré, em São Paulo. A ação é realizada pela Ball Corporation, líder mundial em embalagens sustentáveis de alumínio, em parceria com a Unibes Cultural, e traz um retrato do fundo do mar de Fernando de Noronha (PE) para a cidade, em uma reprodução em alta qualidade de uma das obras do fotógrafo Marcelo Krause, mundialmente reconhecido pelos registros subaquáticos.
A foto retrata uma tartaruga-de-pente em seu habitat natural, acompanhada da frase “Nosso amor pelo oceano é infinito”. A instalação é um convite às pessoas para repensarem escolhas de consumo e buscarem alternativas mais sustentáveis para a preservação dos ecossistemas. Servindo como uma experiência sustentável, a obra é composta por latas de alumínio, embalagem que, no Brasil, é amplamente consumida, com cerca de 33 bilhões de latas produzidas anualmente, e reciclada de maneira abundante, com taxa de 98,7%. Em parceria com o centro cultural localizado na Oscar Freire, a Ball também instalou um painel de 5 metros dentro do museu e está preparando uma surpresa para o Dia Mundial dos Oceanos, no dia 8 de junho. Todos os que visitarem o local poderão escanear um QR code posicionado junto à obra e, então, navegar por uma página online com conteúdo ambiental e dados sobre o painel.
“No Brasil, um dos países que é referência mundial em reciclagem de alumínio, esse nosso amor cultural pelas praias deve se tornar consciente. Nós precisamos cuidar dos oceanos. Esse painel é emblemático por ser montado com latas de alumínio, que têm um índice de reciclagem de quase 99% no país, e tem um ciclo de vida real e circular, sem desperdícios em aterros ou, pior, no meio ambiente”, conta Estevão Braga, diretor de Sustentabilidade da Ball para América do Sul.
“Uma das funções da arte é trazer reflexão. Em um 2022 em que sentimos cada vez mais o impacto das mudanças climáticas e da poluição marinha, despertando a urgência pelo cuidado do ser humano em relação ao planeta, a arte se une à necessidade de responsabilização pelo meio ambiente e traduz neste painel o amor consciente pelos mares. A Unibes Cultural trabalha com exposições que causam contemplação, e temos orgulho de receber o painel gigante da Ball que traz a ideia tão clara de como o consumo pode se reverter em carinho com oceanos”, diz Bruno Assami, Diretor Executivo da Unibes Cultural.
Todas as embalagens utilizadas na instalação serão recicladas.
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Apro+Som fortalece atuação em direitos autorais, internacionalização e regulamentação da produção sonora nacional

O setor audiovisual brasileiro vivencia um paradoxo histórico: embora o som represente metade da experiência de qualquer obra, sua produção ainda busca equivalência institucional, econômica e criativa em relação à imagem. Para transformar o reconhecimento do áudio em novas oportunidades de negócios, remuneração e projeção internacional, a Associação Brasileira das Produtoras de Som (Apro+Som), sob a liderança de sua presidente Bia Ambrogi, tem intensificado sua agenda de ações e articulações institucionais.
À frente da entidade desde 2022, Ambrogi vem liderando diálogos estratégicos com o poder público e entidades do setor. Uma das frentes prioritárias é a viabilização da arrecadação de direitos autorais e patrimoniais pela execução pública de obras sonoras na publicidade. A partir de conversas com a Secretaria de Direito Autoral e Intelectual, a entidade identificou a inexistência de impedimentos legais para essa cobrança, iniciando a estruturação do modelo junto às entidades de gestão coletiva.
“A possibilidade de arrecadação pode criar uma nova fonte de remuneração para autores e profissionais envolvidos na produção sonora e, ao mesmo tempo, reforçar o reconhecimento do valor econômico do áudio dentro da cadeia audiovisual. Durante muito tempo, ele foi tratado como complemento da imagem, quando, na verdade, são duas linguagens que se unen para formar uma obra. Nosso trabalho é fazer o mercado reconhecer, valorizar e remunerar essa metade”, afirma Bia Ambrogi.
No âmbito internacional, a associação estrutura a iniciativa Áudio Brasil, voltada à exportação da produção sonora nacional em parceria com ApexBrasil e Sebrae. A entidade também integra o movimento Brasil para o Mundo (BPOM), do qual Ambrogi é cofundadora, com foco na geração de negócios e contratos internacionais para a economia criativa. No ambiente de premiações globais, a presidente destaca como avanço a inclusão, na edição de 2026 do festival El Ojo de Iberoamérica, da categoria dedicada à melhor produtora de áudio e som da região.
A atuação abrange ainda frentes legislativas no Congresso Nacional. A Apro+Som acompanha o Projeto de Lei 1.776/2025, conhecido como “Pague em 15”, que propõe o teto de 15 dias corridos para pagamentos de contratos de até R$ 200 mil no setor criativo, e participa ativamente da Frente IA Responsável nos debates sobre o Projeto de Lei 2.338/2023, defendendo a transparência, o consentimento e a remuneração pelo uso de obras no treinamento de ferramentas de inteligência artificial.
Para os próximos anos, o plano de trabalho da entidade prevê a criação de uma base de dados consolidada da produção sonora brasileira, a implementação de guias de boas práticas e a realização do primeiro Fórum de Produção Sonora.
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Bradesco estreia patrocínio no SP Open 2026 com espaço de relacionamento e ativações interativas

O Bradesco faz sua estreia como patrocinador do SP Open 2026 e apresenta ao público uma série de ações interativas em sua estrutura dedicada no evento. Durante o torneio, que ocorre entre os dias 12 e 20 de setembro no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, o banco disponibiliza um espaço voltado a ativações, relacionamento e convivência com os torcedores e visitantes.
Entre as atrações preparadas pela instituição financeira está o Match Point, um desafio de precisão no qual os participantes utilizam raquetes e bolas para atingir alvos em um tempo pré-determinado. Ao término da dinâmica, os praticantes recebem brindes temáticos, como chaveiros e acessórios para equipamentos de tênis. A estrutura do espaço foi planejada para atender aproximadamente 300 pessoas por dia.
A programação inclui também o Plinko “A bola da vez”. Na atividade, o público solta uma bola de tênis em um painel vertical e conquista brindes ou benefícios imediatos a depender do compartimento em que o objeto afunda. Para os clientes da categoria Bradesco Principal, o jogo conta com uma regra diferenciada que concede duas tentativas por participante.
O local dispõe ainda de um lounge projetado para funcionar como ponto de descanso e convivência. O ambiente foi equipado com assentos e pontos de energia para o carregamento de dispositivos móveis durante o período de realização dos jogos.
A entrada no SP Open marca a ampliação da presença do banco no segmento esportivo, integrando uma estratégia focada na criação de pontos de contato e experiências com os espectadores para além das partidas em quadra.








