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Oreo retoma parceria com Wandinha, da Netflix

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Após o sucesso da edição especial Oreo Wandinha do ano passado, está de volta a parceria com a Netflix. Para celebrar a estreia da nova temporada da série e o lançamento da parte 2, em 3 de setembro, na Netflix, Oreo convida os consumidores a ativarem o “Modo Wandinha” com um toque recheado de ironia, mistério e aquele humor sombrio que só a personagem poderia entregar.

Oreo, como o biscoito número um do mundo, traz uma versão do tradicional conhecido biscoito da sorte, que costuma trazer mensagens otimistas. A versão de Oreo Wandinha subverte essa lógica, com frases ácidas e implacáveis da própria personagem, com o tom que a consagrou. A ação pontual, com uma pitada de surpresa, acontece em pedidos de comida asiática em restaurantes selecionados no iFood com mensagens como “Evite o romance. Evite pessoas”, “Emoções equivalem a fraqueza. Recomponha-se agora.” e “Primeira regra da vida: pessoas inevitavelmente decepcionam. Sempre tenha uma rota de fuga.”

A campanha reflete o tom irreverente de Wandinha, série da Netflix, e, além dessa ativação, a marca também destaca frases inspiradas no humor ácido da personagem nas redes sociais. A agência Leo criou títulos e conteúdos especialmente pensados para o universo de Wandinha, que ganham vida nas peças digitais e de TV.

Além de invadir as telas, Oreo se torna a primeira marca de alimentos a realizar uma ação de bordo em parceria com a Eletromidia. Durante uma semana na Azul Linhas Aéreas, passageiros de 50 voos entre São Paulo e Rio de Janeiro serão surpreendidos com o biscoito da “sorte” de Wandinha, acompanhado de uma ativação especial anunciada pela tripulação e conteúdos exibidos em vídeo durante o voo.

“Oreo sempre marca presença nas conversas culturais relevantes, sendo uma marca muito conectada ao universo do entretenimento e cultura pop. Fizemos parceria já no lançamento de Wandinha, que é um sucesso da Netflix, e não poderíamos deixar de repetir agora com a estreia da segunda temporada. Essa parceria nos permite explorar o universo sombrio da série de forma criativa, conectando-se com a Gen Z, mas sempre mantendo a leveza e o convite a diversão, que são a essência da marca”, Felipe Pedrolli, diretor de marketing de biscoitos e snacks assados da Mondelēz Brasil.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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