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Open English lança campanha com jogador Richarlison

A Open English anuncia o jogador Richarlison, camisa 9 da Seleção Brasileira e atacante do Tottenham Hotspurs, como seu embaixador e novo aluno. A parceria reforça o compromisso da plataforma em ampliar seu alcance no mercado brasileiro, proporcionando ainda mais acesso à educação de qualidade e fortalecendo suas iniciativas de responsabilidade social.
Isso porque a parceria com Richarlison vai além do marketing. Em parceria, Open English (OE) e Richarlison irão doar R$2 milhões em cursos completos de inglês para duas instituições sociais indicadas pelo próprio jogador. A doação inclusive faz parte do cachê negociado com o jogador.
Em 2022, a Open English investiu mais de R$50 milhões em mídia e com o apoio de Richarlison a partir de agosto deste ano, a estratégia de marketing da empresa ganha ainda mais relevância, principalmente no ambiente digital com anúncios no Google, Meta, TikTok e demais plataformas digitais. Além disso, a marca pretende impactar a expressiva audiência do jogador, que atrai mais de 38 milhões de seguidores com alcance – não apenas no Brasil como também na América Latina, mercado onde a Open English atua há mais de 16 anos.
Esta será a terceira vez que a plataforma de ensino de inglês utiliza personalidades em campanhas de marketing. Em 2013, o saudoso humorista Paulo Gustavo foi garoto-propaganda e também atuou como roteirista para campanhas de TV aberta e a cabo até 2015. Já entre 2019 e 2021, o ator e humorista Rafael Portugal representou a marca na telinha. “O humor faz parte do nosso DNA e da maneira como nos comunicamos, e exerce um papel importante na mente do nosso consumidor”, explica Andres Moreno, fundador e CEO da Open English.
Na ação com Richarlison o humor não ficou de fora. O mote da campanha digital será “I speak OPEN ENGLISH my friend”, remetendo à frase utilizada pelo jogador ao responder um jornalista durante uma coletiva na Copa do Mundo de 2022. “Acompanhando a carreira do Richarlison e da sua maneira original de se comunicar com os fãs – memes, dancinhas, música – principalmente durante a última Copa do Mundo, vimos o jogador como o match perfeito. Sem falar, claro, no fato principal de que ele genuinamente está procurando se desenvolver no idioma, e tinha interesse em fazer aula online com nossos professores nativos, em horários que se encaixavam em sua rotina atribulada de treinos. Somado a isso temos ainda um atleta ligado a ações sociais”, complementa Moreno.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








