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Oi lança a plataforma de comunicação “Bora Bora”

A Oi apresenta nova plataforma de comunicação para a Oi Fibra. Com o nome “Bora Bora”, a iniciativa tem o objetivo de mostrar como a Oi pode facilitar a vida das pessoas através da experiência da internet. Mais que uma campanha, o conceito, que será mostrado em todo os pontos de contato com seus clientes, nas redes sociais e em filmes para a TV, é baseado na atitude de empoderar as pessoas para realizarem seus sonhos.
Em linha com o posicionamento da nova Oi, a plataforma vai fazer parte da estratégia de comunicação da companhia ao logo de todo o ano, reforçando Bora Bora como o universo daqueles que usam Oi Fibra para alcançarem o extraordinário em suas vidas. Criado pelo Oi Hubble, hub do Grupo Dreamers dedicado à marca, o novo conceito, além de ser comunicado aos clientes, também faz parte de ações de trade marketing e comunicação interna da companhia.
Nas redes sociais, Whindersson Nunes comanda o movimento de apresentar aos seguidores Bora Bora, esse lugar na internet onde tudo é possível: até um comediante se tornar músico. Funbabe, Dan Mendes também entram na conversa convidando seus seguidores a conhecerem Bora Bora e deixarem a criatividade fluir, seja nos games, no humor ou em qualquer outro universo.
No Twitter, rede com maior índice de nocividade da internet, de acordo com pesquisa realizada em 2022 pela empresa americana Simple Texting, a Oi provoca as pessoas a sugerirem atitudes contra comportamentos tóxicos e hostis, fazendo um verdadeiro twitaço em prol de uma internet mais leve e divertida em 2023.
Ainda na web, a campanha traz vários cards divertidos mostrando as vantagens da Oi Fibra (Bora ter aula online sem congelar? Bora fugir da fibra fake?).
Filmes
O lançamento da nova plataforma de marca da Oi será marcado também pelo lançamento de filmes publicitários também com a participação do comediante e ícone da internet Whindersson Nunes. No roteiro são apresentados os benefícios de velocidade e estabilidade que a Oi Fibra proporciona e as inúmeras possibilidades de se explorar o universo Bora Bora. As peças enfatizando a chamada “Pergunta para quem tem e vem!” que buscam a recomendação da atual base que já desfruta da experiência de ter Oi Fibra e encerram com a tradicional assinatura dos filmes da companhia: Uma criança dizendo Oi!
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








