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O que há do outro lado da internet? Lista de filmes que farão pensar sobre o assunto

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Convidamos as redes sociais para nossas vidas de um jeito que talvez deveríamos pensar melhor a respeito. No início, parecia a salvação da distância da sociedade moderna, mas nos aproximamos de quem?

Google, Facebook, Whatsapp, Instagram, TikTok… grandes empresas que lidam com nossas informações, já foram acusadas por vendas de dados, controle de algorítimo, Fake News, entre outros cyber-crimes. Embora temos a “falsa sensação” de segurança e de que nossas informações jamais serão vazadas, as notícias atuais discordam disso e colocam a prova assuntos discutidos desde a virada do século. Afinal os hackers não surgiram do nada, filmes como “Jogos de Guerra” de 1983 que jovens cibercriminosos já sabiam hackear as redes militares que deram origem para a nossa internet.

Separamos alguns filmes/documentários que debatem a criação e uso das redes:

– Privacidade Hackeada

O escândalo da empresa de consultoria Cambridge Analytica e do Facebook é recontado através da história de um professor americano. Ao descobrir que, junto com 240 milhões de pessoas, suas informações pessoais foram hackeadas para criar perfis políticos e influenciar as eleições americanas de 2016, ele embarca em uma jornada para levar o caso à corte, já que a lei americana não protege suas informações digitais mas a lei britânica sim.

– Rede de Ódio

Após ser expulso da faculdade de direito por plágio, o jovem Tomasz encontra trabalho numa agência que gerencia mídias sociais. Ele se torna responsável por criar perfis falsos e promover a difamação de celebridades e políticos poloneses. Aos poucos, Tomasz descobre seu talento na arte da manipulação digital, enquanto descobre os efeitos perversos das fake news na vida das vítimas.

– O Dilema das Redes 

 O novo documentário da Netflix, O Dilema das Redes, veio para nos deixar ainda mais atentos a esse assunto. O streaming veio acompanhado da seguinte sinopse oficial: “Nós tuitamos, curtimos e compartilhamos — mas quais são as consequências da nossa crescente dependência das mídias sociais? À medida que as plataformas digitais se tornam cada vez mais uma tábua de salvação para permanecer conectado, insiders do Vale do Silício revelam como a mídia social está reprogramando a civilização, expondo o que está escondido do outro lado da tela”.

O Dilema das Redes é impactante, não apenas por abordar a teoria da conspiração, mas também por trazer especialistas para tratar sobre o assunto, o que afasta a ideia de farsa e nos faz querer repensar nossa relação com as mídias sociais. 

– Homens, Mulheres e Filhos

O drama de Jason Reitman decide mostrar que todos estão conectados, até demais – seja os pais ausentes, os filhos rebeldes, as pessoas traumatizadas. Todos expõem as suas dores na Internet, ou usam o mundo virtual para fugir da triste realidade. Entre eles se encontram um casal em crise (Adam Sandler e Rosemarie DeWitt), uma mãe superprotetora (Jennifer Garner) e uma jovem bulímica (Elena Kampouris). O tom é alarmista, como uma versão mais melancólica da série Black Mirror.

– Nerve

“Nerve: um jogo sem regras”, conta a história de uma garota, VeeDeMarco (Emma Roberts), que vive uma aventura, em um cenário cyberpunk, ao aceitar participar de um jogo online com desafios. O filme trás uma reflexão bem bacana sobre redes sociais e a sua influência nas atitudes das pessoas.

– O Círculo

Dentro de um mundo altamente conectado, O Filme “O círculo“, nos mostra como a jovem Mae (Emma Watsom) consegue entrar na empresa O Circulo, que no filme é retratada como sendo a maior rede social  da trama. A história é uma jornada futurista, onde as pessoas estão online o tempo todo e a protagonista passa a se envolver nesse trâmite, tendo que lidar com a experiência de conhecer de perto como tudo isso funciona.

– A Rede Social

A história da criação do Facebook, desde o dia em que Mark Zuckerberg (interpretado por Jesse Eisenberg), jovem aluno de Harvard, esboçou suas primeiras ideias sobre o que viria a ser uma das maiores redes sociais do planeta. Na trama, amizade, cyberbullying, ambição, traição e muito dinheiro. 

– Sujeito a Termos e Condições

Responda rápido: você lê os termos dos contratos de redes sociais que participa, dos sites que acessa, dos apps e softwares que instala? O documentário mostra como governos e corporações se apropriam das informações dos seus usuários, a partir do momento que clicam em “Concordo”. 

– Eu, Você e Todos Nós

O drama vencedor do prêmio Camera D’Or em Cannes retrata diversas histórias interligadas sobre a solidão e a fragilidade dos laços contemporâneos. Uma dessas histórias envolve uma mulher adulta que acredita estar se comunicando com outro adulto pela Internet. Mas ela nem desconfia que seu correspondente é um garotinho pequeno, incapaz de compreender as referências sexuais enviadas por ela.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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