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O primeiro KitKat vegano da Nestlé está chegando!

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A Nestlé está atendendo aos desejos dos fãs em todo o mundo ao lançar um KitKat vegano em 2021. Uma das barras de confeitaria mais populares do mundo em breve terá uma opção deliciosa à base de plantas que oferece o equilíbrio perfeito entre wafer crocante e chocolate macio que as pessoas conhecem e amam.

Alexander von Maillot, chefe de confeitaria da Nestlé, disse: “Um dos pedidos mais comuns que vemos nas redes sociais é por um KitKat vegano, por isso estamos muito felizes em poder realizar esse desejo. Mal posso esperar. para que as pessoas possam experimentar este novo KitKat incrivelmente saboroso. Este é um produto para todos que desejam um pouco mais de plantas na vida! ”

O novo KitKat vegano – chamado KitKat V – será lançado no final do ano em vários países do mundo. Ele só estará disponível através do KitKat Chocolatory e varejistas selecionados, para testar a oportunidade de uma implementação mais ampla.

O KitKat V foi desenvolvido por especialistas em chocolate no centro de pesquisa e desenvolvimento de confeitos da Nestlé em York, Reino Unido, a casa original do KitKat. Eles trabalharam muito para fazer uma versão vegana que atendesse às altas expectativas dos amantes do KitKat em todos os lugares. Para crie uma deliciosa alternativa vegana ao nosso KitKat de chocolate original.

A Nestlé está ajudando as pessoas a adotar uma dieta mais baseada em vegetais, com opções em sua ampla variedade de alimentos e bebidas. A empresa já lançou alternativas à base de plantas para laticínios feitos de arroz, aveia, soja, coco, ervilha e amêndoas em todas as categorias. Os exemplos incluem sorvete não lácteo, creme de café, bebidas à base de arroz e aveia, bebidas à base de ervilha, cappuccinos e lattes à base de plantas, uma alternativa de leite condensado vegan, bem como uma variedade de queijos não lácteos para complementar os existentes hambúrgueres à base de plantas.

Pesquisas demonstraram que as pessoas estão interessadas em explorar mais alimentos vegetais em diferentes categorias.

Como Alexander von Maillot acrescentou: “Há uma revolução alimentar silenciosa em andamento que está mudando a forma como as pessoas comem. Queremos estar na vanguarda disso, defendendo a descoberta de alimentos e bebidas à base de plantas. Que melhor maneira de fazer isso do que oferecer uma versão vegana de uma de nossas marcas mais famosas e amadas? O novo KitKat V significa que os amantes de chocolate agora têm uma ótima opção à base de plantas quando fazem uma pausa. ”

O KitKat V é certificado como vegano e feito de cacau 100% sustentável proveniente do Nestlé Cocoa Plan em conjunto com a Rainforest Alliance. Ele segue outras inovações recentes da KitKat, incluindo KitKat Ruby e KitKat Chocolatory Cacao Fruit Chocolate, usando o primeiro chocolate feito inteiramente com a fruta do cacau.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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