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O estúdio criativo Monkey-Land estreia a primeira campanha do banco digital, nomeado Will Bank

O banco digital, nomeado Will Bank, chega com o objetivo de ser o mais democrático e abrangente do Brasil. Em sua campanha de lançamento, realizada pela equipe de marketing do banco digital juntamente com o estúdio criativo Monkey-Land, Will mostra sua personalidade e se apresenta: “Olá, eu sou um banco digital, mas pode me chamar de will.”
A campanha conta com três filmes para contar a história de Will, onde novas remixagens e beatbox do funk de Kevin O Chris e Sodré – “Evoluiu”, se transforma num trecho com fonética similar “Eu sou o will”; ora assim, ora mantendo a palavra original – afinal, é isso que o banco pretende mostrar, que o serviço evoluiu mesmo.
O primeiro filme traduz para o português o “chatês” bancário e os serviços que o banco oferece são embalados pelas versões do funk, ganhando nomes divertidos: TED foi nomeado como “To enviando din din” e o PIX como “Pagamento instantâneo, xará”.
Já os outros dois filmes, apresentam a Conta Digital, onde o dinheiro não fica parado e rende mais que a poupança, e o Cartão de Crédito, sem tarifa e sem anuidade.
Segundo Felipe Felix, CEO do banco digital, a estratégia do Will é se comunicar com uma linguagem fácil.
“A escolha do nome will é um dos pontos que mostram como o banco planeja criar uma relação mais amistosa com as pessoas. É moderno e fácil de lembrar. Esses atributos são importantes para comunicar que estamos ao lado do cliente para ajudá-lo a ter uma relação mais leve com o dinheiro”, afirma.
Para ser percebido como o banco digital mais democrático e abrangente do Brasil, a fintech criou uma ampla linha de serviços e produtos isentos de taxa, como cartão múltiplo internacional, conta corrente que rende acima da poupança, tecnologia contactless (sem contato), saques na rede Banco24Horas, entre outros.
Além do posicionamento, a Monkey-Land é responsável por toda a comunicação institucional do Will Bank em 2021.
Os interessados em abrir uma conta ou solicitar o cartão múltiplo podem preencher o formulário de pré-cadastro no site https://www.willbank.com.br/.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







