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O Boticário abre pop up sustentável no Parque Ibirapuera

O Boticário toma mais um passo inovador em relação à responsabilidade socioambiental no Brasil. Em 19 de novembro, a marca inaugura pop up sustentável, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. O projeto inédito chega para revolucionar a experiência de varejo tecnológico — atendendo aos códigos contemporâneos de consumo voltados para a sustentabilidade – e ainda faz um convite muito especial para as pessoas: adotar o descarte adequado de embalagens, contribuindo com a reciclagem e o futuro do planeta.
A iniciativa faz parte do compromisso definitivo que o Boticário vem firmando com a sociedade e o meio ambiente há décadas, reforçando sua liderança em fomentar soluções criativas em direção a um futuro possível, e mais limpo. O novo espaço da marca é uma pop up de 47,5m2 e é composto por até 3 toneladas de plástico reciclado, considerando paredes e piso — uma manifestação de consciência dentro do mais importante parque urbano da cidade de São Paulo, o Parque Ibirapuera.
A ideia foi concebida a partir de uma provocação da marca por novos modelos de estabelecimentos. Em um primeiro momento, foi avaliada a possibilidade de utilizar containers marítimos em estacionamentos, até finalmente conceber uma alternativa mais sustentável e 100% alinhada com o posicionamento O Boticário.
A iniciativa é uma parceria da marca O Boticário e a Urbia Gestão de Parques, concessionária que administra o Parque Ibirapuera desde 20 de outubro deste ano. “Essa é uma das primeiras parceiras da Urbia. A ação agrega uma atividade e mensagens alinhadas ao propósito de deixarmos um legado e contribuirmos com o entendimento de que somos todos parte e dependemos da natureza. A sustentabilidade é o caminho viável”, destaca Samuel Lloyd, diretor da Urbia.
O projeto exigiu desenvolvimento de tecnologias para reuso de resíduos plásticos gerados pela indústria para a geração de matéria-prima segura e adequada às aplicações construtivas. O modelo foi avaliado pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (TECPAR), seguindo todo o protocolo de segurança que uma loja deve ter.
O Boticário possui um plano de abertura de novas oito novas lojas sustentáveis, entre novembro e dezembro de 2020 – mais três em São Paulo, duas no Rio Grande do Sul, duas no Paraná e uma no Ceará. Com o lançamento da primeira unidade e o reforço da mensagem “Boti Recicla – você retorna, Boti Recicla e transforma”, a marca sela o compromisso em gerar impacto positivo na vida das pessoas e no planeta. “Por meio de um ciclo sustentável, o Boticário vai além, devolvendo para a sociedade, com o suporte dela”, avalia Alexandre Bouza, Diretor do Boticário.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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