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Novo Iphone 12 virá sem carregador e dá o que falar nas redes sociais

Nesta terça-feira (13) a Apple anunciou a nova linha de aparelhos do Iphone 12 nas versões 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max. Devido a pandemia do coronavírus o lançamento do produto foi feito por um evento virtual. Uma das principais novidades é que as caixas do aparelho não virá com acessórios, como carregador e fones de ouvido. Apesar da empresa alegar a decisão por “questões ambientais”, os usuários não perdoaram a marca nas redes sociais e repercutiram tanto assunto que o termo “Iphone 12” entrou para a lista de assuntos mais comentados.
Os novos modelos não viram com adaptador de energia e os fones de ouvido EarPods. A empresa deixou apenas um novo cabo com conector USB-C e Lightning nas pontas. Assim, o usuário terá que investir não apenas no novo smartphone como também nestes acessórios. No Brasil o novo cabo USB-C para Lightning está custando em média custa R$ 150 (um metro), e o modelo de 20W do cabo USB-C disponível na loja da empresa tem valor de R$ 219.
Além disso, a Apple pode usa essa decisão para alavancar as vendas da linha de fones de ouvido sem fio da companhia, já que o consumidor “obrigatoriamente” terá que comprar um fone de ouvido. Os AirPods com estojo de recarga está custando R$ 1.899 no site oficial da Apple, e o estojo sem fio R$ 2.349. Além do AirPods Pro que está saindo no valor de R$ 2.999.
Segundo a Apple, a decisão leva em conta questões ambientais como à redução de emissões de carbono e de mineração e o uso de materiais preciosos, e o fato de que os consumidores já têm carregadores e fones lançados junto com outros modelos. Apesar da justificativa a atitude não agradou à todos, e gerou polêmicas e muitos memes nas redes sociais.
Concorrência
Toda a polêmica gerada com a decisão da empresa da maçã serviu para impulsionar a divulgação da concorrência. As marcas não perderam tempo para tirar uma casquinha da repercussão do Iphone 12 que virá sem fone de ouvido e carregador.
A Xiaomi, uma das maiores concorrentes chinesas da Apple, utilizou a repercussão para promover o Redmi Note 9 Pro. A Xiaomi Brasil publicou em sua conta no Twitter: “Carregador rápido de 33w incluso. Na caixa”.
Mais novidades do Iphone 12
Apesar da polêmica dos carregadores e fones de ouvido, a marca não decepcionou nos demais quesitos. Uma das principais novidades é que o Iphone 12 é um dos primeiros aparelhos no mundo a serem alimentados por um novo tipo de chip, o 5G. Isso representa uma revolução na conexão porque agora os usuários poderão acessar a internet em velocidades maiores caso estejam em uma região com a nova tecnologia. A Apple anunciou ainda o carregamento wireless e novo processador A14 Bionic, que promete 50% mais velocidade do que os demais smartphones.
Além da velocidade de conexão e processador, os modelos são mais finos, mais leves e menores do que a versão anterior. As telas estão quatro vezes mais resistentes a quedas. Enquanto às câmeras de 12 megapixels, agora possuem uma lente grande angular e outra ultra angular, que permite imagens mais abertas, com campo de visão maior. Além do modo noturno nas duas câmeras.
O iPhone 12 e o iPhone 12 Mini estarão disponíveis nas cores preto, azul, verde, vermelho e branco. Já os iPhones 12 Pro e Pro Max vão ter modelos em azul, dourado, grafite e prata.
Preço
- iPhone 12: US$ 799 (R$ 4.450 pelo câmbio atual);
- iPhone 12 mini: US$ 699 (R$ 3.900);
- iPhone 12 Pro: US$ 999 (R$ 5.570);
- iPhone 12 Pro Max: US$ 1.099 (R$ 6.120).
As vendas começam neste mês (outubro) nos Estados Unidos e os smartphones começam a ser entregues em novembro. Não há previsão de vendas e preços no Brasil.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







