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Novidades nas gorjetas para entregadores parceiros da 99Food

O repasse de 100% da gorjeta será feito semanalmente
A 99Food, plataforma de intermediação de entregas dos melhores estabelecimentos locais, completará as gorjetas oferecidas pelos clientes aos entregadores parceiros, sem nenhum desconto.
No aplicativo será possível inserir o valor desejado, ou escolher entre R$ 2,00, R$ 5,00 e R$10,00. Então, se um cliente der R$ 5,00 de gorjeta, por exemplo, a 99Food completará com mais R$ 5,00 (até o limite de R$10,00) e o entregador parceiro receberá, ao todo, R$ 10,00. O repasse de 100% da gorjeta será feito semanalmente.
A ação começa na segunda-feira (4), e,para que ela seja efetivada, as gorjetas devem ser feitas direto na plataforma e o pagamento feito dentro do aplicativo. A opção está disponível para os usuários de Curitiba, Paraná, e de Belo Horizonte, Minas Gerais, onde a 99Food está presente.
A 99Food entende que diante do cenário atual, a intermediação do delivery de comida exerce um papel social importante ao ajudar a reduzir a circulação de pessoas nas cidades, além de gerar renda para os entregadores parceiros.
“Os entregadores parceiros cadastrados na 99Food poderão ganhar mais, especialmente nesse momento onde eles atuam para garantir a melhor entrega e experiência possível aos consumidores”, comenta Danilo Mansano, diretor-geral da 99Food.
Ações para entregadores parceiros durante o Coronavírus
Para a 99Food, a saúde e a segurança de sua comunidade são prioridade. A companhia está monitorando de perto a evolução do coronavírus (COVID-19) e segue em contato com autoridades locais para criar e manter medidas preventivas atualizadas. Dada a situação atual, a 99Food está implementando ações para tornar as entregas mais seguras. Confira as medidas adotadas pela plataforma para entregadores parceiros:
• Kits de higienização: A empresa segue distribuindo itens de higienização para os entregadores parceiros em Belo Horizonte e Curitiba, totalizando mais de 10 mil kits. O objetivo é reduzir a probabilidade de contágio por coronavírus nas entregas. Os kits contém máscaras da categoria N95/FFP2 e álcool em gel 70% para higienização de mãos, bolsas e guidão.
• Seguro e fundo de apoio: Os entregadores parceiros contam com seguro contra acidentes pessoais e com um fundo de suporte de US﹩ 10 milhões de dólares, criado pela companhia global DiDi Chuxing, maior empresa de mobilidade e dona da 99 e 99Food no Brasil. Este fundo implica o pagamento de uma ajuda financeira, em forma de doação, aos motoristas e entregadores parceiros que forem diagnosticados com Coronavírus (Covid-19), que forem suspensos da Plataforma em razão de suspeita de infecção pelo vírus ou que forem colocados em quarentena por uma autoridade médica.
• Entrega sem contato: Para uma entrega mais segura para os entregadores parceiros e clientes, a 99Food sugere que seja realizada uma entrega sem contato. Desde o dia 17 de abril é possível que o consumidor solicite essa opção. Basta que, ao finalizar pedido, na tela de confirmação, ele selecione a opção “Entrega sem contato”. A opção somente é válida para os pagamentos realizados via aplicativo. O consumidor também tem a possibilidade de trocar mensagens com o entregador parceiro para combinar o melhor local para entrega do pedido.
Outras ações preventivas
Além do fundo criado pela DiDi, a 99 está apoiando outras iniciativas de controle ao novo coronavírus (Covid-19) no Brasil. A empresa disponibilizará mais de R﹩ 4 milhões de reais em corridas pela plataforma para os governos municipais no Brasil, e zerou, para este momento, a taxa de manutenção paga pelos motoristas parceiros que possuem as câmeras de segurança instaladas nos seus carros. A 99 também participa do movimento #DistânciaSalva, com mais de 60 grandes marcas brasileiras, com o objetivo de colaborar na conscientização sobre o contágio da doença e proteção aos mais vulneráveis. A empresa segue enviando mensagens via aplicativo para passageiros e motoristas parceiros com dicas de prevenção.
A 99 vai doar, neste mês, mais de meio milhão de máscaras laváveis para motoristas parceiros que circulam por 16 capitais do país.
Em http://99app.com/coronavirus os usuários da 99 podem conferir estas e outras instruções dadas pelo Ministério da Saúde.
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








