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Nissin faz campanha inédita contra desperdício de alimentos

Quem é fã do macarrão instantâneo da Nissin Foods do Brasil sabe o quanto as linhas de produtos da empresa são versáteis e combinam com os mais variados ingredientes.
Pensando nisso, a marca estreia a campanha “Lámen Social Good”, para incentivar os consumidores a utilizarem alimentos que poderiam ser desperdiçados – e ainda são apropriados para consumo – para incrementar o miojo e, consequentemente, criar uma forma de evitar o desperdício de alimentos no dia a dia.
Criada pela dentsumcgarrybowen, a nova campanha conta com a veiculação de um filme nas redes sociais da Nissin e ficará no ar durante duas semanas.
O objetivo da iniciativa é gerar ainda mais consciência de marca no público em relação aos produtos da linha Nissin Lámen, que já conta com 11 sabores no Brasil, voltados a todos os paladares.
“Acredito que nenhum alimento quer ser desperdiçado. Por isso, quisemos dar voz aos alimentos que são facilmente esquecidos na geladeira”, comenta Kojiro Kanoue, diretor Executivo de Criação da dentsumcgarrybowen.
De acordo com Ana Fossati, gerente de Marketing da Nissin Foods do Brasil, produzir comunicações mais assertivas e carismáticas com os consumidores já faz parte da identidade da marca.
Entretanto, também é necessário transmitir mensagens conscientes, que reforcem a importância de evitar o desperdício cotidiano de alimentos.
Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), com a quantidade de comida perdida todos os anos, seria possível erradicar a fome em todo o mundo.
“Queremos mostrar para nossos consumidores que existem diversas maneiras de inovar em suas receitas com produtos Nissin, aproveitando melhor os alimentos que sobraram na geladeira e que ainda estão bons para consumo. É uma atitude simples, mas que pode fazer toda a diferença para um mundo mais sustentável”, explica Ana.
Ficha Técnica
Anunciante: Nissin Foods do Brasil
Campanha: Lamén Social Good
Agência: Dentsumcgarrybowen
Cco : Danilo Janjacomo
Diretor de Criação Executivo: Kojiro Tanoue
Diretor de Criação: Murilo Torezan, Filipe Cuvero, Christian Faria
Criação: Murilo Torezan, Kojiro Tanoue
Produção: Juliana D’antino e Indaiara Pelizario
Conteúdo: Viviane Teves Frohlich, Mariana Rudzinski e Larissa Santos
Vp de Atendimento: Bruno Panico
Atendimento: Liza Rebechi e Vanessa Bortolosso
Vp de Estratégia: Priscilla Ceruti
Planejamento: Eduardo Teixeira e Flavia Cassias
Diretor de Mídia: Carolina Nunes
Mídia: Angelica Fortes e Leandro Lourenço
Conteúdo: Viviane Teves Frohlich e Mariana Rudzinski
Aprovado Por: Yosuke Kawai, Yoshimi Miura, Ana Fossati, Daniela Denizo e Tatiana Curi.
Produtora de Imagem: Çava Art
Direção do Filme: Hymalayas
Direção de Fotografia: Vitor D’angelo
Assistente de Direção: José Roberto Pedrossa
Direção de Arte: Eduardo Correa Kissajikian (crocs)
Produtor de Arte/ Cenografia: Lelou Carvalho
Produtor de Casting: Felipe Brasil
Direção de Produção: Suyan Mariotti
Produção Executiva: Rafael Braga
Atendimento: Claudia Stancev e Gabriela Lemos
Motion Designer: Santiago Paestor
Coordenação de Pós-produção: Rodrigo Vidal
Finalização: Diogo Azuma
Edição: Santiago Paestor
Produtora de Som: Lucha Libre Audio
Direção Musical: Paulinho Corcione
Direção Criativa: Danilo Barbalaco
Direção Executiva de Som: Thacio Palanca
Atendimento: Dani Celer
Produção Musical: Paulinho Corcione
Coordenação de Som: Thacio Palanca
Letra: Paulinho Corcione
Música: Paulinho Corcione
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








