Empresa
Nintendo Switch: Novo console pode chegar em setembro

Rumores sobre uma nova versão do Nintendo Switch surgiram essa semana, eles afirmam que a marca irá lançar um novo console em setembro. De acordo com o site Bloomberg, há possibilidade do anúncio sobre o lançamento acontecer antes da conferência E3 2021, que ocorre entre 12 e 15 de junho.
Ainda segundo as informações divulgadas pelo portal, o Switch atualizado deve chegar com um preço mais alto do que a versão que é vendida atualmente. Além disso, ele entrará no mercado ao lado do Switch Lite, que custa US $ 199, cerca de R$ 1037,94 em conversão direta e do Switch padrão, que possivelmente será desativado com o tempo.
O novo Nintendo Switch deve possivelmente chegará com uma tela OLED Samsung Display de 7 polegadas e receberá atualizações gráficas, com aprimoramento gráfico da NVIDIA, tornando a opção de resolução 4k na televisão possível.
A causa do aumento no preço do console é apontada como a alta no valor dos componentes e dos custos trabalhistas da China. Outra questão é a escassez de ICs de driver de vídeo e chips Bluetooth, que já interrompeu a produção dos consoles algumas vezes, segundo fontes da Bloomberg.
Apesar das interferências, a Nintendo tem grandes expectativas de aumentar sua receita nesse ano. No entanto, o presidente da Nintendo, Shuntaro Furukawa, declarou em coletiva de imprensa que a demanda pelo console se mantém em alta, mas a produção não alcança o volume desejado.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

Empresa
Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







