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Nike: ‘You Can’t Stop Us’ é apontado como comercial do ano no Emmy 2021

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Nike: ‘You Can’t Stop Us’ é apontado como comercial do ano no Emmy 2021

O comercial, dirigido por Oscar Hudson para a Nike, traz mais de 50 atletas representando 24 esportes diferentes

Criado pela Wieden + Kennedy de Portland para a Nike, “You Can’t Stop Us” reforça os aspectos de união, inspiração e transformação do esporte. O comercial é narrado por Megan Rapinoe, considerada a melhor jogadora de futebol do mundo em 2019, e conta com a participação de atletas como LeBron James e Cristiano Ronaldo.

O filme traz cenas em que os atletas aparecem se movimentando na tela, divida em dois, de forma que seus movimentos se misturam. Pela sincronia e criatividade, a campanha recebeu o “Outstanding Commercial” no Creative Arte Emmys 2021.

O prêmio foi muito merecido, visto que as 36 cenas criadas custaram horas de pesquisa para serem finalizadas. No total, participaram das gravações mais de 50 atletas, que representaram 24 esportes. A direção é de Oscar Hudson, da Pulse Film, que já dirigiu clipes para marcas como Apple e Ikea.

Confira o filme desenvolvido para a Nike:

 

Ficha Técnica:

CLIENT Nike
PROJECT NAME You Can’t Stop Us
LAUNCH DATE 7/30

W+K PORTLAND
Executive Creative Directors Jason Bagley, Eric Baldwin
Creative Directors Alberto Ponte, Ryan O’Rourke
Copywriter Dylan Lee
Art Director Naoki Ga
Director of Production Matt Hunnicutt
Executive Producers Jake Grand, Krystle Mortimore
Senior Producers Katie McCain, Byron T. Oshiro
Associate Producers Samson Selam, Shani Storey
Global Brand Director André Gustavo
Brand Director Kate Rutkowski
Brand Manager Paanii Annan
Creative Operations Managers Saba Spencer, David Ramirez
Global Group Strategy Director Andy Lindblade, Paula Bloodworth
Media Team Danny Sheniak, Reme Debisschop, Emily Dalton, Vivian Zhang, Graham Wallace, Claudia Iraheta
Brand Strategy Directors Nathan Goldberg, AJ Blumenthal
Business Affairs Karen Crossley, Edith Ortiz, Emily Kahn
Broadcast Traffic Sabrina Reddy, Billy Mucha
Design Ops Manager/Design Producer Alicia Kuna, Michael Rosenau, Michael Frediani
Studio Designers Joan Comellas, Jamon Sin, Mitch Wilson

PRODUCTION COMPANY
Production Company Pulse Films
Director Oscar Hudson
DP Logan Triplett
President – Commercial & Branded Davud Karbassioun
Executive Producers Darren Foldes
Managing Director Hillary Rogers
Line Producer Dennis Beier
Production Designer Adam Wilson
Key Costumer Chris Araujo

EDITORIAL
Company JOINT
Editor Peter Wiedensmith, Jessica Baclesse
Cutting Assistant Jasmine McCullough, JC Nuñez
Assistant Editor Charlie Harrington, Kris Faris, Luke Buckley
After Effects Ben Corbin, Damian Riddell
Footage Researcher Izzie Raitt
Post Executive Producer Leslie Carthy
Post Producer Kathleen Russell
Post Production Coordinator Aubree VanDercar

VFX
Company A52
VFX Supervisor Patrick Murphy
Lead Flame Patrick Murphy
2D VFX Artists Urs Furrer, Stefan Gaillot, Matt Sousa, Steve Wolff, Hugh Seville, Richard Hirst, Adam Flynn, Michael Vaglienty, Enid Dalkoff, Kevin Stokes, Dan Ellis, Chris Riley, Rod Basham, Shauna Prescott, Susanne Scharping
CG Supervisor Andy Wilkoff
CG Modeler Dustin Mellum
3D Trackers Joe Chiechi, Michael Cardenas, Mike Bettinardi
Online Editor Kevin Stokes, Chris Riley, Sam Kolber
Managing Director Jennifer Sofio Hall
VFX Executive Producers Patrick Nugent, Kim Christensen
VFX Producer Everett Cross, Andrew Rosenberger, and Jillian Lynes

COLOR
Color Company A52
Colorist Daniel De Vue
Color Assists Corey Martinez, Dylan Bursick
Color Executive Producer Thatcher Peterson
Color Producer Jenny Bright

MUSIC
Artists Cowboys in Japan
Song Daylight

SOUND DESIGN
Sound Design Company JOINT
Sound Designer Noah Woodburn
Audio Assistant Natalie Huizenga
Executive Producer Leslie Carthy

MIX
Mix Company JOINT
Audio Mixer Noah Woodburn
Audio Assist Natalie Huizenga
Executive Producer Leslie Carthy

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Banco Mercantil escala o ex-jogador Roberto Carlos para campanha nacional durante o período do Mundial

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O Banco Mercantil, instituição financeira de destaque e pioneira na especialização do público com mais de 50 anos, acaba de colocar no ar sua nova campanha nacional intitulada “Achou que era o outro?”. Desenvolvida pela agência mineira Kind Branding, a iniciativa aproveita o período do Mundial de futebol para apresentar o ex-lateral e ídolo da Seleção Brasileira, Roberto Carlos, como embaixador temporário da marca, reforçando os atributos de confiança, credibilidade e simplicidade junto aos clientes seniores.

A estreia da campanha ocorreu em horário nobre, durante o intervalo do Jornal Nacional, na TV Globo. O plano de mídia desenhado para o projeto é robusto e contempla veiculações em canais de TV aberta e por assinatura, emissoras de rádio, plataformas digitais e circuitos de mídia exterior (Out-of-Home / OOH) em todo o país. A ação sustentará a presença da marca até o apito final da competição da FIFA, momento em que o banco retomará a comunicação oficial comandada pelo cantor Roberto Carlos, atual garoto-propaganda da empresa.

A escolha do ex-atleta é um movimento estratégico duplo de branding e humor: além do forte vínculo afetivo que sua trajetória vitoriosa possui com a geração 50+, o roteiro brinca com o fato de o ex-jogador ter sido batizado em homenagem direta ao “Rei” da música brasileira, gerando uma conexão memética imediata com o público.

“Fizemos uma pesquisa de tracking antes do lançamento dessa campanha e, recentemente, identificamos um aumento de 6 pontos percentuais na identificação do público com a nossa marca”, revela Brunna Lopes, superintendente de marketing do Banco Mercantil. Para a executiva, a entrada no território esportivo era indispensável: “Não havia como estarmos fora dessa conversa em um momento em que quase todas as marcas estão associadas a esse evento. É algo que chama a atenção de todos”.

Para dar suporte a essa expansão nacional e garantir relevância nos blocos publicitários, o Banco Mercantil aumentou em 50% o seu orçamento total de marketing para o ano de 2026 em comparação com o período anterior. O aporte financeiro visa consolidar a lembrança de marca da instituição em um segmento altamente competitivo, onde a tradição e a segurança digital ditam a escolha do consumidor.

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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

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O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.

A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.

A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.

Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.

O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.

O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.

A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.

Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.

O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.

O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.

Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.

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