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Nestlé lança seu primeiro Data Challenge

Os competidores da batalha de dados da Nestlé terão que apresentar soluções inovadoras, com foco em dados para ajudar a desenvolver o mercado artesanal e independente de produção de bolos e doces. O desafio proposto é: em quais capitais brasileiras a marca Moça deve iniciar um programa de incentivo às empreendedoras gastronômicas e como pode fazer isso de maneira sustentável e em escala?
Pessoas de todas as regiões poderão participar da competição independentemente de formação universitária. As inscrições deverão ser feitas em grupos ou individualmente. Mas, neste último caso, quem for chamado irá compor uma equipe de até três pessoas.
“Com o Data Challenge, queremos estimular soluções criativas, ao mesmo tempo que contribuímos para o desenvolvimento de competências e para abrir novas possibilidades de carreira para as pessoas que participarem dos desafios. Estamos muito otimistas com o resultado! Sem contar que ele será muito instigante”, reforça Larissa Frias, diretora de Data Analytics da Nestlé.
A batalha de dados foi organizada pela equipe do Data Lab, que cresceu 530% nos últimos dois anos. Ele tem um papel essencial na jornada de transformação digital da companhia. O Data Lab foi criado para melhorar a performance da Nestlé, acelerar as vendas digitais, suportar o desenvolvimento de inovações e para possibilitar uma visão 360o. do consumidor, garantindo, assim, o desenvolvimento de melhores experiências. Com ele, a companhia já conhece, profundamente, 12 milhões de pessoas que consomem os produtos da Nestlé.
Na fase de ideação, os participantes que serão selecionados terão sessões de brainstorm com Gestão de Pessoas, Cientistas de Dados, Gerentes do Data Lab e de Transformação Digital da Nestlé. Eles também conversarão com a equipe de Moça e com a equipe de comunicação.
Cada candidato do grupo que ficar em primeiro lugar poderá optar pelos seguintes prêmios: 1 iPhone ou 1 notebook gamer, além de uma surpresa reservada para o final. Inscrições: até 31 de outubro
Desenvolvimento do case: 08 a 28 de novembro
Coaching: 06 de novembro a 10 de dezembro
Resultado: 11 de dezembro
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








