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Nestlé e Hospital Israelita Albert Einstein se unem para apoiar profissionais de saúde e ampliar ações de combate à Covid-19

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Em anúncio conjunto, instituições destacaram a doação de 100 mil máscaras para o Hospital Municipal de Campanha do Pacaembu; máquinas de café também foram instaladas para atender profissionais que trabalham no local

Como parte de suas ações para apoiar instituições e profissionais de saúde no combate à Covid-19, a Nestlé tem realizado ações em aliança com o Hospital Israelita Albert Einstein. A companhia anunciou, ontem, a doação de 100 mil máscaras para o Hospital Municipal de Campanha do Pacaembu, em São Paulo, que é controlado pela Secretaria Municipal de Saúde e com gestão da operação realizada pelo Instituto de Responsabilidade Social da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

Também com o apoio do Hospital Israelita Albert Einstein, a Nestlé Professional – unidade da Nestlé que atua no segmento de alimentação fora do lar – instalou máquinas de café no Hospital Municipal de Campanha do Pacaembu. As máquinas foram destinadas para atender 509 pessoas que estão trabalhando no local, entre profissionais de saúde e administrativos. A estimativa é de que sejam servidas 1.700 doses de bebidas por dia e cerca de 204 mil durante os quatro meses de operação do hospital.

A aliança também contempla uma campanha nas redes sociais, assinada pela marca Nutren Senior, da Nestlé, e pelo Hospital Israelita Albert Einstein, para ajudar a conscientizar as pessoas, sobretudo as com mais de 60 anos, sobre cuidados para ajudar a se prevenir contra a Covid-19.

“Com nossas ações de apoio aos profissionais e ao sistema de saúde nesse momento, queremos reforçar nossa contribuição para a sociedade brasileira por meio do nosso compromisso de levar saúde e nutrição para as pessoas. E contar com o Hospital Israelita Albert Einstein, que é uma organização de renome nessa frente, é essencial para garantir que estamos atendendo profissionais de saúde e população da forma que eles mais precisam nesse momento. Somos parceiros de longa data, em várias frentes, e queremos potencializar ainda mais esse trabalho conjunto para enfrentar esse cenário desafiador”, afirma o presidente da Nestlé Brasil, Marcelo Melchior.

O que a Nestlé tem feito no Brasil

A Nestlé está mobilizada no processo de doação de produtos, apoio a instituições médicas, bancos de alimentos, organizações de distribuição de alimentos e ONGs. No Brasil, a companhia anunciou diversas iniciativas de apoio à sociedade, desde o final de março.

• Em 27 de março, a Nestlé anunciou a doação de cerca de 500 toneladas de alimentos, bebidas e petfood para auxiliar a suprir as necessidades da população brasileira. Dentre os itens estão principalmente leites, sopas, biscoitos e cafés, entre outros. Além disso, em parceria com as cooperativas de reciclagem e catadores da plataforma Cataki, foi realizada a doação de mais de 24 toneladas de alimentos para serem distribuídos a aproximadamente 2.500 famílias ligadas às cooperativas de reciclagem da cidade de São Paulo e região. Traduzindo em números mais próximos do dia a dia, são cerca de 2,4 milhões de copos de leite e o equivalente a mais de 1 milhão de pratos de refeição.

• Em 01º de abril, a Nestlé anunciou a doação de 28 toneladas de complemento nutricional Nutren Senior para idosos em lares de permanência no estado de São Paulo. Com a doação, os idosos receberão doses diárias de complementação com Nutren Senior e a quantidade de produtos destinada pela Nestlé é suficiente para dois meses de complementação alimentar, e equivale a cerca de R﹩ 4,6 milhões em valor de mercado. Nutren Senior é um complemento nutricional desenvolvido pela Nestlé Health Science, braço de ciência nutricional e saúde da Nestlé, destinado para pessoas acima de 50 anos.

• A Nestlé também está promovendo uma grande campanha interna de incentivo à doação de recursos para a ONG Gerando Falcões, que atua nas favelas e comunidades do Brasil, e é parceira da companhia desde 2018. Desde 2 de abril, quando iniciou a campanha, a Nestlé tem incentivado seus 30 mil colaboradores no Brasil a doarem qualquer quantia à entidade e vai dobrar o valor repassado. A cada R﹩ 1 doado por funcionário, a companhia dará mais R﹩ 1, por tempo indeterminado. A ação será decisiva para a entidade chegar à meta de distribuir cestas básicas digitais para 27 mil famílias nos próximos três meses. Na semana de 01 de abril, a Companhia já tinha doado 70 toneladas de alimentos para a entidade, distribuídas nos diferentes polos de atuação no Brasil.

• Em outra frente, Nestlé e Nespresso se uniram à Stella Artois, em 9 de abril, para expandir a plataforma Apoie Um Restaurante, criada para ajudar financeiramente restaurantes e bares de todo o Brasil afetados pela atual crise. Serão disponibilizados 60 mil vouchers, além da abertura para cadastro de novos estabelecimentos, que deve reunir na plataforma 6 mil negócios beneficiados pela ação. Enquanto Nespresso apoia a já tradicional seção Restaurantes – que agora também reúne bares -, a Nestlé oferece duas novas divisões voltadas a Cafeterias e Confeitarias. A dinâmica conta com 50% de desconto em cada voucher custeado por Stella, Nestlé e Nespresso e o valor é 100% revertido aos estabelecimentos participantes.

• Em 09 de abril, a Nestlé também anunciou a doação de 470 mil máscaras cirúrgicas para 15 regiões onde a companhia atua no país. As máscaras estão sendo distribuídas entre os municípios onde a Nestlé possui fábricas e centros de distribuição, além de ter um montante destinado ao Ministério da Saúde. Também contempla as 100 mil máscaras que serão doadas ao Hospital Municipal de Campanha do Pacaembu, em São Paulo. Nas cidades onde a Nestlé opera, as máscaras serão doadas às prefeituras locais, para serem distribuídas a hospitais e centros de saúde, conforme a necessidade identificada por cada administração municipal.

• Em 10 de abril, a Nestlé anunciou a doação de 1,5 milhão de ovos de Páscoa em parceria com a Lojas Americanas. Os produtos estão sendo distribuídos para mais de 830 instituições, entre hospitais, abrigos e comunidades carentes, em 500 cidades de todo o País. A ação faz parte do movimento da empresa para viabilizar a doação de ovos de Páscoa à sociedade, de forma a ajudar quem mais precisa nesse período.

• Com o objetivo de diminuir os impactos negativos da crise causada pelo coronavírus, Nestlé Purina se uniu à Zee.Dog e outras marcas do setor, em prol da causa animal, para doar 10 toneladas de ração para ONGs do Brasil. A doação é motivada pela diminuição do número de doações por conta da pandemia e um aumento considerável de abandono animal, gerando uma necessidade ainda maior de ações de apoio. A ação foi lançada em 14 de abril, nas redes sociais da Zee.Dog. Ao todo, as empresas vão doar mais de 40 toneladas de ração para 14 ONGs do Brasil, proporcionando mais 200 mil refeições para cães e gatos dessas instituições.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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