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Nespresso comemora 15 anos no Brasil e paga US$ 10 milhões em prêmio na safra 2021

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A Nespresso, marca líder em cafés porcionados de alta qualidade sustentável – que completa 15 anos de atividade no Brasil em 2021 – paga 10 milhões de dólares em prêmio sobre a última safra comercializada com a companhia. Todas as 1200 fazendas brasileiras que fornecem café para a empresa fazem parte do Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável™ e serão contempladas pela iniciativa. Desde o início do Programa no Brasil em 2005, a Nespresso realiza o prêmio anualmente, como forma de reconhecimento ao bom trabalho de seus fornecedores.

“A Nespresso acredita que o café de qualidade e a sustentabilidade das comunidades agrícolas estão interligados e que, somente a partir da confiança e relacionamentos duradouros, é possível fazer a diferença. Reconhecer produtores que investem e acreditam nesse ciclo virtuoso e necessário para a perenidade das lavouras de café é o que a Nespresso faz, pois o que nossos fornecedores conseguem atuando de maneira sustentável é mais eficiência e maior produtividade”, afirma Ignacio Marini, BEO da Nespresso no Brasil.

Na Nespresso, a busca é constante para adquirir grãos maduros e perfeitos. E é na prática sustentável de cafeicultores que a companhia garante esse fornecimento. As fazendas produtoras para Nespresso participam do programa de qualidade sustentável da empresa para auxiliar nessa melhoria de processos e renovação das lavouras. Esses produtores são avaliados em quesitos de gestão de suas propriedades para verificar se fauna e flora estão sendo protegidas, como a colheita é planejada e supervisionada e as condições de trabalho nas fazendas.

Os prêmios são fixos em dólar e sofrem somente diferenças na variação cambial – que é indexada no momento da venda do café. “A Nespresso realiza auditorias para garantir que 100% dos prêmios pagos cheguem aos produtores, conforme descrito no sistema de rastreabilidade dos cafés que é parte crucial da operação da empresa.”, explica Guilherme Amado, Líder do Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável™ no Brasil e no Havaí.

O que é o Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável™

A busca pelo equilíbrio ambiental entre a biodiversidade e o melhor aproveitamento do cultivo de café levou, em 2003, ao nascimento do pioneiro Programa Nespresso AAA de Qualidade Sustentável™ que, dois anos depois, foi adaptado para a realidade brasileira e começou a transformar os meios de vida das fazendas no país.

Desde 2005, a Nespresso investiu mais de US﹩ 36 milhões no Brasil para incentivar e aumentar a sustentabilidade por meio de assistência técnica aos cafeicultores e premiações por cafés sustentáveis e de qualidade excepcional. Nesta jornada, já são 16 anos de troca com os produtores brasileiros. O programa conta com o know-how em sustentabilidade da Rainforest Alliance e do Imaflora, para a implantação de ferramentas para proteger o futuro do café e das fazendas que o cultivam.

O programa AAA foi desenhado de acordo com as características locais da cafeicultura brasileira, e também adaptado às necessidades individuais de cada fazenda. O programa envolve o estímulo à adoção de boas práticas, fundamentadas em 3 pilares: Qualidade, Sustentabilidade e Produtividade. Hoje, 100% do café no Brasil é adquirido por meio do programa, ou seja, de maneira sustentável.

“Faz parte do compromisso da Nespresso investir em práticas sustentáveis em toda a sua cadeia de valor, do grão à xícara. As fazendas que produzem café para a empresa são avaliadas frequentemente, desde a gestão da propriedade, as condições de trabalho, o bem-estar das pessoas até a utilização de práticas ecologicamente corretas”, completa Amado.

Muito além das fazendas

Restaurar o equilíbrio entre árvores e plantações beneficia a todos, incluindo os negócios e o futuro do nosso planeta. A partir dessa premissa nasceu o Nespresso Arboriza, que tem o objetivo de proteger as plantações de café a partir da regeneração das florestas. Desde 2014, a Nespresso trabalha com cafeicultores do Programa AAA para reintroduzir árvores dentro e ao redor das fazendas, fortalecendo a resiliência das comunidades às mudanças climáticas com um olhar para o futuro. Esta abordagem agrícola baseada na natureza é chamada de agrossilvicultura.

A Nespresso e a Fundação SOS Mata Atlântica uniram forças para o projeto Arboriza, que reúne esforços para a recuperação do coração da Mata Atlântica, na Serra da Mantiqueira paulista, região grande produtora de cafés de qualidade. O objetivo da parceria é reflorestar 277 hectares de mata na região do Vale da Grama, interior de São Paulo, em um total de 154 nascentes. Em 2020, já foram mais de 70 mil árvores nativas, entre ipês, jequitibás e quaresmeiras, em um total de 28 hectares.

Além do projeto Arboriza, a Nespresso faz parte da plataforma colaborativa Consórcio Cerrado das Águas (CCA), que tem como objetivo regenerar as paisagens e os ecossistemas nas regiões cafeeiras do Cerrado Mineiro. Atualmente, o programa funciona no município de Patrocínio, na bacia do Córrego Feio, em Minas Gerais. Até 2023, a estratégia é expandir para outras regiões do estado, como Serra do Salitre, Monte Carmelo, Rio Paranaíba, Carmo do Paranaíba, Araguari e Coromandel que, juntos, respondem a 70% da produção de café no Cerrado Mineiro.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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