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Na volta a gente compra é o título da ação desenvolvida pelo will Bank

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Ao pedir um brinquedo ou outro item de desejo durante a infância, quem nunca ouviu de seus pais ou responsáveis a famosa frase “Na volta a gente compra”? A expressão, utilizada para desviar o foco dos pequenos, é também um retrato da dismorfia financeira, tema do estudo homônimo lançado este ano pelo will Bank, banco digital com 6 milhões de clientes em todo o país. De acordo com a pesquisa, 79% dos brasileiros têm desejo de consumir hoje muitas coisas que não puderam ter na infância ou adolescência.

Para dar uma segunda chance aos adultos que já ouviram a famosa frase – e sentem até hoje seu impacto -, o will Bank criou uma loja exclusiva no maior centro de compras do país, a região da Rua 25 de março, no Centro São Paulo. A loja “Na volta a gente compra” estará aberta ao público nos dias 13, 14 e 15 de dezembro e deve receber até mil pessoas neste período. Todos os produtos nostálgicos disponíveis foram selecionados por meio de uma pesquisa nas redes sociais, considerando os itens de desejo mais citados na internet.

“A gente entende que só relembrando o passado, mesmo que por meio de memórias mais duras como essas, é possível ver com mais clareza a evolução do presente e assim suavizar a dismorfia financeira, ao perceber que o hoje é melhor do que ontem”, diz Felipe Félix, CEO do will Bank, que, quando criança, sempre quis ter um carrinho de controle remoto Maximus, da Estrela. “Acreditamos que essa experiência não apenas oferece às pessoas uma oportunidade única de elas se reconectarem com suas memórias afetivas, mas também as ajuda a compreenderem e superarem os efeitos da dismorfia financeira em suas vidas, de modo que passem a ter uma relação mais saudável e equilibrada com as finanças pessoais”, finaliza.

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Dewar’s lança pack exclusivo de Dia dos Pais com cantil de aço inoxidável e realiza masterclass harmonizada em São Paulo

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Para celebrar o Dia dos Pais em 2026, a Dewar’s — marca de blended Scotch whisky pertencente ao Grupo Bacardi — apresentou um conjunto promocional de edição limitada voltado ao segmento de alta coquetelaria e destilados premium. O pack comemorativo traz uma garrafa de Dewar’s 12 Anos acompanhada por um cantil exclusivo de aço inoxidável.

O produto chega às prateleiras no dia 4 de agosto, com distribuição focada em redes de varejo selecionadas dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Entre os pontos de venda participantes estão Pão de Açúcar (RJ e SP), Sam’s Club (RJ e SP), Mambo (SP), Saint Marche (SP), Guanabara (RJ), Prezunic (RJ), Mundial (RJ) e Zona Sul (RJ). A estratégia busca fortalecer o posicionamento da marca no calendário promocional de datas comemorativas.

Como parte do plano de atração e relacionamento para a data, a marca promoverá no dia 12 de agosto uma masterclass no bar Charles Edward, na capital paulista. O evento presencial reunirá cerca de 30 convidados — entre pais, filhos, influenciadores digitais e clientes — para uma apresentação sobre a história da destilaria e o processo de produção do whisky.

A programação da experiência contará com uma degustação guiada dos rótulos Dewar’s 12, 15 e 18 Anos, combinada a um menu de harmonização desenvolvido pela cozinha do estabelecimento.

Além dos kits físicos oferecidos nos canais de autosserviço participantes, o portfólio regular de rótulos da Dewar’s segue disponível para compra digital através de parceiros de e-commerce, como a Amazon.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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