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Na contramão da crise, negócios B2B registram alto crescimento

Conheça os negócios B2B (Business to Business) e os motivos que levaram ao alto crescimento do modelo de negócio na pandemia
Com o avanço da tecnologia, muitos setores da economia sofreram transformações e as mudanças mercadológicas estão acontecendo de modo vertiginoso, influenciando diretamente o mercado virtual. Um dos setores que sentiu os impactos da mudança foi o e-commerce B2B, que está no centro inovador do varejo online.
Isso mostra a importância do negócio estar atento às alterações do segmento virtual, para fazer com que as estratégias comerciais consigam acompanhar as necessidades que se apresentam a todo momento. Essas transformações são percebidas desde que a modalidade de e-commerce surgiu, especialmente porque o segmento cresce exponencialmente.
A realização de negócios online também entre empresas, atendimento online de profissionais liberais e consultores, aliados à influência do marketplace motivou grande parte dos usuários de serviços e consumidores do varejo a entrarem de vez na era digital.
Até mesmo bancos tradicionais migraram seu formato de negócio para o online após o avanço das startups que permitem que o cliente faça todas as transações bancárias em seus aplicativos sem a necessidade ir a uma agência carregando um calhamaço de documentos, assinando muitos papéis e se deslocar até o local para realizar suas transações financeiras.
Nesse contexto, os consumidores estão cada vez mais presentes no mercado digital. As pequenas e micro empresas também estão descobrindo a importância dessa mudança de paradigma, favorecendo o aumento da expansão do e-commerce B2B.
A empresa BigCommerce fez um levantamento onde apresentou uma amostragem de 500 empresas demonstrando que 80% das empresas já trabalham com pedidos e pagamentos no formato online. Isso é uma prova concreta de que os negócios online são a bola da vez e representam uma questão de sobrevivência para pequenos, médios e grandes negócios.
O que todos descobriram é que utilizar o e-commerce B2B representa muita facilidade porque permite que o cliente tenha à sua disposição vários fatores antes de bater o martelo e concluir seu negócio.
O que é B2B
O termo B2B é originário da expressão Business to Business, que representa negócio para negócio, ou seja, transação comercial entre empresas. Um negócio B2B pode ser uma indústria, consultoria, revendedora, distribuidora e outros formatos que permitem que uma empresa tenha como cliente outras empresas.
Uma pesquisa realizada pela Forrester Research, apontou que as transações B2B no comércio eletrônico, nos Estados Unidos, registraram o movimento de US$ 1,1 trilhão em 2019. Se analisados sob uma perspectiva global, as transações conseguiram alcançar a surpreendente cifra de US$ 12,1 trilhões.
No ano passado as empresas B2B cresceram na contramão da crise causada pela pandemia da Covid-19 e o isolamento social, o que fez muitos negócios e consumidores migrarem para o comércio eletrônico foi o isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Isso porque com a dificuldade de seguir realizando os atendimentos presenciais através das visitas dos representantes comerciais, muitas empresas precisaram rever suas estratégias e constataram que o e-commerce se apresentava como uma alternativa viável.
Organização x clientes
Muitos profissionais que atuam no formato online descobriram outra necessidade: a organização do tempo para conseguir trabalhar com mais tranquilidade e conseguir manter a agenda de clientes sempre equilibrada. Muitos aplicativos ajudam os profissionais nesse processo de organização, como é o caso do Booksy, que tem como objetivo facilitar a vida de empresários no mercado digital.
De acordo com os usuários, o aplicativo ajuda a economizar tempo e dinheiro e com isso, manter a agenda livre para os clientes 24 horas do dia. Também foi constatado por quem utiliza o Booksy, que o fato de usar o app ajuda a fidelizar os clientes e elimina a necessidade de estar sempre fazendo uso do telefone para realizar negócios ou fazer pós-vendas.
Como funciona
O funcionamento do Booksy atende as necessidades do usuário em todos os sentidos. O app continua disponível para os clientes mesmo depois de encerrar o seu horário de funcionamento.
Ele também atua como uma excelente ferramenta de marketing porque consegue aumentar as reservas, garantindo estabilidade na base de clientes. Neste quesito, o Booksy ajuda a fidelizar os clientes leais e prospectos com a possibilidade de envio de mensagens por e-mail, sms e mídias sociais.
O app atua como facilitador no gerenciamento e na edição de agendamentos para calendários individuais e para a empresa no geral. Ainda é possível manter os detalhes mais relevantes do cliente ao alcance do usuário. Tudo isso porque os perfis de cliente são personalizáveis, armazenando informações importantes como histórico de reservas, não comparecimento e lembretes de agendamentos em um único lugar.
O gerenciamento da empresa também faz parte do aplicativo Booksy, porque nele é possível ver a receita do negócio cadastrado dando apenas um clique. Também é possível gerar relatórios de vendas e comissões, além de fazer o gerenciamento de funcionários e estoque. Em resumo, o uso de aplicativos para organizar o tempo e a agenda de clientes é fundamental para o crescimento do negócio
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.
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Macunaíma.ag assume direção criativa do Baile da Sephora 2026 e assina ativações de Meta, Heinz, JOVI, Campari e Halls

A agência de brand experience Macunaíma.ag assumiu, pela quarta vez consecutiva, a direção criativa geral do Baile da Sephora, evento de destaque no calendário de lifestyle e beleza do país. Além de desenhar o conceito central da edição 2026 — intitulado “As Sombras da Floresta” —, a agência assina a criação e a operação de marcas pertencentes a diferentes segmentos no evento, incluindo Meta (Instagram), Heinz, JOVI, Campari e Halls (esta em parceria criativa com a agência David).
Para o Instagram, a agência coordena a transmissão ao vivo oficial do evento, comandada pelos criadores de conteúdo Carol Zaia e Theodoro, em um cenário que expõe biomas brasileiros por meio de fotografia artística. A Heinz utiliza o encontro para promover o Ketchup Heinz Zero, distribuindo bisnagas com artes exclusivas assinadas pelo artista Andy Alves, além de ações de degustação durante o jantar.
A marca de tecnologia JOVI, operada no Brasil pela vivo Mobile Communication, apresenta seu modelo X300 Ultra em um espaço cenográfico que simula uma lua em meio à floresta, projetado para destacar os recursos de fotografia noturna do smartphone. No setor de bebidas, a Macunaíma assina a cenografia do bar da Campari, unindo o paisagismo tropical à identidade visual vermelha da marca. Na frente de confeitos, a agência produz as ativações da Halls desde a fase de credenciamento até a entrega de portas-Halls e áreas para fotos com efeitos de vento. “Criar para quem recebe e, ao mesmo tempo, para quem participa mostra a confiança do mercado na nossa capacidade de transitar entre beleza, alimentação, tecnologia, bebidas e entretenimento sem perder a identidade de cada cliente”, analisa João Felipe Villanova, sócio e diretor criativo da Macunaíma.ag.
“Um ketchup, um smartphone, uma bala e uma rede social falam línguas completamente diferentes, e o desafio foi traduzir todas para o mesmo universo. Quando o convidado leva para casa uma bisnaga com arte exclusiva ou faz uma foto sob a lua da JOVI, ele não guarda a lembrança de um anúncio, guarda uma memória da festa”, complementa Daphne Duarte, gerente de planejamento criativo da agência.








