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Mynd se transforma para a nova geração do marketing de influência

A Mynd, agência de marketing de influência – dos sócios Fátima Pissarra, Carlos Scappini e Preta Gil -, apresenta sua nova estrutura de negócios, serviços e estratégias, que une branding, performance e tecnologia. O movimento com foco no IPO de influenciadores chega para acelerar o que vai ser o futuro deste segmento no país, conectando marcas e criadores de conteúdo ao Metaverso, NFT, produtos físicos, produtos digitais (DNVBs), infoprodutos, produções audiovisuais para o streaming e muita inovação que o mercado digital traz.
Para Fátima Pissarra, CEO da Mynd, a empresa foi construída para estar sempre preparada para seguir direções rápidas e tomar decisões assertivas dentro de um mercado em constante transformação. “Eu comecei minha carreira com a internet, então a velocidade de inovar e acompanhar as novas tendências do mercado está no meu DNA e no da Mynd, que desde o início foi desenhada para chegar a essa estrutura de trabalhar os influenciadores como produtos e ter linhas de negócios diversificadas além da publicidade, como verdadeiras marcas com longevidade e rentabilidade, trazendo grandes executivos do mercado para liderarem com a gente essa mudança”, diz.
Entre as novidades da nova estrutura está a chegada do executivo José Cirilo, que, com passagens por empresas como Seara Alimentos, Johnson & Johnson e P&G, vai liderar a área com foco no desenvolvimento de portfólio dos influenciadores, trabalhando toda a estratégia de planejamento e roadmap de produtos. Cirilo será o CMO de todos os mais de 400 agenciados exclusivos, entre eles Luísa Sonza, Gil do Vigor, Camilla de Lucas, Negra Li, Pequena Lo, entre outros.
Junto com a chegada do CMO, a Mynd também anuncia novas áreas de negócios: Produtos físicos e digitais (as famosas DNVBs), liderada pelos executivos Gil Bastos (ex-Head de Marketing Latam na Nokia) e Juan Pablo Dubini (ex-Diretor Geral de Marcas na L’Oreal), que vão cuidar do desenvolvimento de novas linhas de produtos para os influenciadores; Streaming, comandada pelo showrunner Felippe Guerra (ex-Trace Brasil), que vai elaborar projetos para as plataformas digitais, tendo como asset o portfólio dos influenciadores dentro de suas áreas de atuação; uma área totalmente dedicada a negócios de Metaverso e NFT, departamento dirigido por Malu Barbosa, que vai desenvolver o planejamento de atuação dos influenciadores dentro deste universo, trazendo as melhores práticas do mercado e os parceiros com as credenciais adequadas para cada objetivo; e uma área focada em desenvolvimento de Infoprodutos, que será responsável por toda estratégia de produtos digitais e suas ramificações, um mercado que já movimenta mais de 160 bilhões de dólares no mundo inteiro e é a promessa de um dos maiores mercados do universo digital para os próximos cinco anos.
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Gabriel Sotero lança agência NO.LAND com modelo adaptativo e conquista contas da Genera e ONGs globais

O mercado publicitário brasileiro ganha uma nova operação com o lançamento da NO.LAND, agência fundada e liderada pelo criativo Gabriel Sotero, ex-VML e executivo de criação mais premiado do país no The One Show 2026. A nova empresa estreia no mercado já respondendo por projetos estratégicos, como o reposicionamento da Genera — marca de genética pertencente ao Grupo Dasa — e uma campanha integrada para as entidades ambientais globais Sea Shepherd, WildAid e Freeland.
Com 22 anos de trajetória, mais de 80 marcas atendidas e 150 reconhecimentos na indústria (incluindo Cannes Lions, Effie Awards, Clio Awards, D&AD e Clube de Criação), Sotero concebeu a agência com base no conceito de full specialist. A proposta visa superar a rigidez e os custos de organogramas tradicionais por meio de estruturas modulares e adaptativas, nas quais o fundador atua diretamente nas contas ao lado de times seniores especializados nas demandas setoriais de cada cliente.
“O contexto do mundo e o comportamento do consumidor mudam numa velocidade que não respeita organogramas. Uma agência que se apega ao próprio modelo envelhece junto com ele. A NO.LAND foi pensada para se adaptar aos desafios de cada cliente e de cada momento, trazendo toda a estrutura de que um grande anunciante precisa”, afirma Gabriel Sotero, fundador da agência.
No campo da tecnologia, a agência incorpora inteligência artificial, dados e automação do briefing à produção final, posicionando o critério humano e a excelência estética (craft) como contrapontos à homogeneização do conteúdo gerado por algoritmos. O posicionamento da marca sintetiza a ruptura de barreiras operacionais a partir da assinatura: “NO.LAND is not nowhere. It’s everywhere.”
“A IA é fundamental para ampliar possibilidades, reduzir custos e gerar velocidade. Mas a mesma tecnologia também criou um problema. Quando qualquer pessoa consegue gerar cem análises, cem planos de mídia e cem peças, o valor passa para quem sabe o que merece existir. É esse julgamento que uma marca contrata quando escolhe a NO.LAND”, complementa Sotero.
Com o novo modelo de negócios, a agência busca combinar agilidade operacional, inteligência de dados e ambição criativa para gerar diferenciação e impacto nos resultados financeiros de grandes anunciantes.
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LGL Case atinge marca de mais de 70 projetos em 2026 com foco na integração entre planejamento e produção de eventos

A produtora de eventos e experiências de marca LGL Case consolidou sua metodologia operacional voltada à convergência entre planejamento estratégico e execução técnica no setor de live marketing. Em 2026, a empresa já contabiliza mais de 70 projetos corporativos de grande escala entregues, ampliando sua presença em ativações de marcas, eventos de negócios e produções com diferentes perfis de complexidade operacional.
O modelo de trabalho da companhia estrutura-se no alinhamento contínuo entre o desenho do escopo, a alocação de recursos, a gestão de prazos e a coordenação de fornecedores. A abordagem parte do princípio de que a viabilidade de uma produção depende da previsibilidade técnica construída ainda nas etapas iniciais, garantindo rapidez de resposta para ajustes de campo sem comprometer os cronogramas estabelecidos.
“Um evento não é bem executado apenas porque ficou pronto ou porque o resultado final corresponde ao que foi imaginado. Ele é bem executado quando existe coerência entre o que foi proposto, o que foi planejado e o que acontece na prática. Nosso trabalho é conectar essas etapas, antecipar desafios e tomar decisões que permitam transformar objetivos em entregas reais, com consistência do início ao fim”, afirma Gustavo Costa, CEO da LGL Case.
A operação abrange o acompanhamento direto de todas as fases da entrega, incluindo a análise das especificidades físicas dos espaços, a validação de estruturas técnicas e a supervisão das equipes envolvidas na montagem e desmontagem.
Com a sustentação desse fluxo integrado, a LGL Case projeta seguir expandindo seu portfólio no mercado de eventos, posicionando a precisão operacional e a coerência executiva como diferenciais competitivos para atender às demandas de grandes marcas.








