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Mynd apresenta nova estrutura da área comercial e amplia equipe de vendas

A Mynd, agência de marketing de influência e entretenimento, apresenta a nova estrutura de sua área comercial, que agora passa a contar com mais de 45 pessoas em seu time de vendas. O objetivo da mudança é atender, de forma cada vez mais profunda e especializada, as demandas do mercado anunciante, trazendo toda a expertise do mercado digital e do marketing de influência para o dia a dia dos projetos e para as discussões de desenvolvimento da área.
A nova composição de líderes traz Thais Semer, como diretora executiva, e Sintia Tavares, Rodrigo Porcino, Leonardo Menezes, Brunna Jahn e Aquiles Filho, como gerentes dos times comerciais. Seguindo a filosofia da Mynd de prezar pela pluralidade em todos os departamentos e consequentemente em todos os projetos e inovações realizados, a equipe conta com 50% de funcionários pretos e pessoas de diferentes perfis e skills, com o objetivo de enriquecer ainda mais o trabalho de venda e valorização do produto.
Com mais de três anos de atuação na Mynd, Thais Semer assume a diretoria executiva comercial da empresa. A profissional, que entrou como Executiva de Contas, foi promovida a Gerente e depois a Diretora, irá responder diretamente para a CEO, Fátima Pissarra, e para o COO, Carlos Scappini. Para ela, esse crescimento evidencia o olhar que a agência tem com todos os seus colaboradores. “Entrei na Mynd quando ainda éramos 50 funcionários ao todo. Eu vi a empresa crescer, respirei todos os processos e os vi serem lapidados. Eu vivi na pele todas as cadeiras da área comercial, e, para mim, é muito gratificante assumir esse cargo e essa responsabilidade”, conta.
Durante o ano de 2021, a Mynd desenvolveu mais de três mil ações e campanhas publicitárias, sendo a líder absoluta do segmento e sempre prezando pela pluralidade de raça, gênero e regionalidade, que representa a diversidade do país e do mercado consumidor. Para 2022, quando celebra cinco anos de mercado, a expectativa é de alcançar novos territórios e desenvolver cada vez mais as marcas e agências dentro da temática e do modo de trabalho do mercado.
De acordo com Carlos Scappini, COO da Mynd, o time comercial é o coração da empresa, uma vez que incentiva o mercado a realizar novos projetos, apresenta e leva mensagens dos criadores para as marcas e busca cada vez mais inovar com diferentes estratégias e abordagens. “Nosso time comercial sempre foi muito proativo e conta com uma ampla expertise da área, então os frutos vêm desse processo. A missão da Thais frente ao time de vendas é fidelizar ainda mais a relação com as marcas, agências e demais stakeholders, desenvolver e gerar experiências, e fazer cross com criadores de conteúdo”, explica. Segundo ele, o desafio é de se aprofundar cada vez mais na estratégia e necessidades das marcas e agências para ajudá-las por completo, fazendo com que elas interajam com todo o conhecimento que a Mynd tem hoje como a maior agência do segmento no mercado.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








