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Movimento Viaje pelo Brasil, criado pela Marcopolo, lança plataforma gratuita para empreendedores do setor de turismo

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Para fomentar a retomada dos destinos turísticos de todo o país após a pandemia de Covid-19, a Marcopolo S.A., com o apoio do Sebrae, lança hoje o Movimento Viaje pelo Brasil. Por meio da plataforma http://www.movimentoviajepelobrasil.com.br, pequenos e médios empreendedores do setor já podem se cadastrar gratuitamente para que seus negócios ganhem visibilidade junto aos turistas de todo o país. Eles também terão acesso a vários cursos de capacitação e informações sobre os protocolos de biossegurança para exercerem as suas atividades neste novo cenário e aprimorarem a experiência de seus clientes.


Podem se cadastrar negócios relacionados ao turismo de qualquer região e variados segmentos, como hotéis, restaurantes, pousadas, agências de viagem, guias de turismo, transportadoras, serviços de traslados, vendedores de produtos típicos regionais, artesãos e startups, entre outros.


A iniciativa não tem fins lucrativos, portanto, a plataforma não comercializará produtos ou serviços. A proposta é oferecer uma ampla vitrine virtual dos negócios de turismo no país, para contribuir com a retomada econômica, sempre respeitando as diretrizes das autoridades sanitárias. O Movimento Viaje pelo Brasil terá a participação de outras empresas com o mesmo objetivo de fomentar o turismo brasileiro, a serem anunciadas numa próxima etapa.


Após a consolidação dos cadastros, a plataforma será lançada como um amplo guia dos destinos e roteiros brasileiros, com o diferencial de consolidar uma grande diversidade de serviços de interesse dos turistas em um único portal. Cada destino turístico terá a sua página, bem como os empreendedores cadastrados.

“A pandemia de Covid-19 alterou as dinâmicas do turismo, trazendo incertezas para o setor que representou 8% da nossa economia em 2019. O Movimento Viaje pelo Brasil chega para oferecer suporte ao desenvolvimento de pequenos negócios que, mais do que nunca, precisam de visibilidade e apoio na retomada das atividades. Além disso, a iniciativa entrega um serviço atualizado, confiável e gratuito ao turista brasileiro. Com a união desses dois grupos, promovemos o redescobrimento do Brasil por meio do turismo, sobretudo em curtas distâncias”, comenta Rodrigo Pikussa, diretor de Operações MI & Marketing da Marcopolo.


De acordo com levantamento do Movimento Viaje pelo Brasil, com a proximidade do verão, a tendência é que as atividades turísticas retomem em fases: primeiro, o turismo de proximidade (turistas buscam destinos perto da cidade em que moram), depois o nacional e, nas próximas etapas, o de negócios e o internacional, que deve ser o último a se recuperar, por depender de uma série de medidas, protocolos e regulamentação para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

A iniciativa será apresentada pela Marcopolo com o apoio do Sebrae na palestra virtual “Retomada do turismo e os pequenos negócios”, que será feita no ABAV Collab, hoje (1/10).


Empreendedores e turistas também poderão acompanhar a evolução do Movimento Viaje pelo Brasil pelos canais digitais no Instagram , no Facebook e no LinkedIn .

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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