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Jack Daniel’s lança Make It Count, 1ª campanha global da marca

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Apreciar a vida é ter consciência de que podemos fazer cada momento valer a pena. Este é o mote da primeira campanha global de Jack Daniel’s, lançada oficialmente nesta quinta-feira, 1º de outubro, de forma simultânea em mais de 100 países.


Jack Daniel’s sempre foi e continua sendo uma marca visionária, por isso, para mostrar sua forma única de ver o mundo, lança agora a campanha Make It Count, que fala sobre o impacto na vida das pessoas quando elas decidem fazer, todos os dias, escolhas ousadas e com propósitos, assim como o seu criador, Mr. Jack, fez ao longo dos anos.


A inspiração para a esta comunicação, desenvolvida pela agência americana Energy BBDO, vem de um anúncio antigo de Jack que dizia: “orgulhosamente apreciado de estabelecimentos finos a outros locais questionáveis”. A frase serviu de lembrete aos criadores, já que Jack continua sendo uma marca para todos os públicos. O resultado da nova comunicação é a campanha Make It Count, que traduz e reforça a mensagem sobre como os fãs de Jack podem tomar as rédeas das suas vidas e tirarem o máximo de suas experiências, pois elas são únicas.


Com duração de 60 segundos, o filme “First Timers“, gravado na Ucrânia, dá início à campanha. O vídeo apresenta o sentimento dos consumidores de Jack que decidiram viver de forma corajosa e ousada, ao experimentarem momentos que sempre tiveram vontade de realizar. “Com Make It Count, temos uma plataforma de longo-prazo, que ressoa com os consumidores de hoje e transmite a mensagem do espírito independente e ousado de Jack”, reforça Matias Bentel, Chief Brands Officer da Brown-Forman.


Esta é a primeira vez que uma campanha de Jack Daniel’s chega à TV brasileira, com veiculação em canais fechados, além da divulgação em mídia out of home e digital.

Os pilares de independência, lealdade, autenticidade e integridade, presentes no DNA de Jack e que a tornaram tão verdadeira e amada pelo público, a representam agora de forma ainda mais atual do que nunca. Para Giuliano Odone, head de marketing da Brown-Forman Brasil, fazer parte de um momento histórico como este é indescritível. “Poder comunicar a paixão de Jack Daniel’s pela vida e inspirar as pessoas a acreditarem mais em si mesmas, algo tão presente na essência de Jack, é bastante motivador. Make It Count reflete tudo isso e nos aproxima dos consumidores, encorajando diferentes gerações a fazerem suas escolhas de forma independente. Abraçar o que vier pela frente, buscar novas experiências, e claro, se divertir. E seja qual for o momento, Jack está ali com seus amigos”, completa Odone.

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Pink Tax: como as mulheres podem se proteger de taxações indevidas

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Você já deve ter ouvido a frase: “as mulheres gastam mais”. De fato essa percepção é verdadeira, mas não por conta de um alto volume de compras, mas por causa de uma prática machista do mercado.

Um estudo realizado em 2015, pelo Departamento de Assuntos do Consumidor de Nova York, nos Estados Unidos, identificou que as marcas cobram de 7% a 13% a mais das consumidoras do que dos consumidores.

Já no Brasil, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) registrou, em 2018, que os produtos voltados ao público feminino são até 12,3% mais caros do que aqueles destinados aos homens. Inclusive, essa diferença econômica ocorre desde a fase da infância, em que as roupas das meninas são cerca de 23% mais caras do que as dos meninos. 

De acordo com Ana Paula Miranda, head de Marketing da Allya, HR tech com foco em benefícios corporativos e bem-estar financeiro, esse fenômeno tem nome: pink tax, que em tradução livre significa taxa rosa.

O termo refere-se as versões femininas dos produtos custam mais do que as masculinas, mesmo que elas sejam idênticas, mudando apenas pequenos detalhes, como a cor. Na prática, o movimento é um reflexo das opiniões sociais, que presumem que as mulheres são mais propensas a investir em cuidados pessoais do que os homens. 

“A sociedade não exige tanto esteticamente do público masculino como acontece com o feminino. Portanto, no momento das compras, os homens dão preferência à praticidade e ao preço. Não há uma preocupação com os diferenciais de um produto – o que leva o mercado a explorar as oportunidades que surgem dessa cobrança social ”, comenta a head.

Pensando em auxiliar as mulheres a se protegerem do pink tax, a executiva lista os principais fatores a serem levados em consideração na hora das compras. Confira: 

Pesquise 

Você conhece o portfólio das marcas para os homens? Caso a resposta seja não, o ideal é focar em pesquisas de mercado, a fim de identificar os produtos masculinos que também podem ser úteis ao público feminino. 

Verifique a composição dos produtos

Após identificar os produtos masculinos, analise a diferença que eles têm em comparação com os femininos. Se os itens forem compostos pelos mesmos materiais e tecnologias, é um bom negócio adquirir o mais barato mesmo que tenha sido feito para o “gênero oposto”. 

Priorize o básico 

Muitas marcas acabam aumentando o valor dos produtos por conta da estética. Ou seja, os itens com estruturas básicas e de cores neutras costumam custar menos. 

Esteja aberta a alternativas

Assim como algumas marcas de cartões de crédito disponibilizam descontos em compras, há organizações que apresentam parcerias com empresas de benefícios corporativos, com o objetivo de oferecer cupons de descontos para os colaboradores. Então, esteja aberta a essas alternativas. Além disso, existem estabelecimentos que proporcionam descontos em pagamentos à vista. 

Cuide das suas finanças 

Se o movimento do pink tax existe é porque é alimentado. Ou seja, é necessário desenvolver o hábito de cuidar das finanças pessoais. Afinal, pequenas escolhas do dia a dia têm um grande impacto no bolso no final do mês. 

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Twitch passará a banir streamer por conduta fora da live

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A Twitch TV, maior plataforma de lives do mundo, anunciou que passará a banir streamers que tiverem má conduta fora de suas lives. Em outras palavras, os streamers que cometerem casos de assédio ou conduta de ódio em redes sociais ou fora da internet, serão punidos. Para isso, a plataforma contratou um escritório terceirizado de advocacia dedicado à investigações de forma independente em ambientes de trabalho.

Conheças as novas mudanças

A Twitch adicionou duas categorias. A categoria de número um, diz respeito à ações ocorridas na plataforma, mas que continuaram em outras redes sociais, como Instagram e Twitter, por exemplo. Nessas situações, a plataforma leva em consideração comportamentos ou declarações verificáveis que tenham ocorrido fora das lives, mas que estejam relacionadas a um incidente ocorrido na transmissão.

Enquanto a categoria de número dois, está relacionada a ações realizadas completamente fora da plataforma, mas colocam em risco a comunidade da Twitch.

Veja as ações graves que se enquadram nessa categoria:

  • Violência mortal e extremismo violento;
  • Atividades ou recrutamento terroristas;
  • Ameaças explícitas ou viáveis de violência em massa (por exemplo, ameaças contra um grupo de pessoas, um evento, ou local onde pessoas se reúnem);
  • Liderança ou participação em um grupo de ódio conhecido;
  • Prática de atividades sexuais não consensuais e/ou violência sexual, ou associação deliberada a essas atividades;
  • Exploração sexual de crianças, como aliciamento de menores e solicitar/distribuir pornografia infantil;
  • Ações que possam comprometer de forma direta e explícita a segurança física da comunidade da Twitch, como ameaça de violência em algum evento da Twitch;
  • Ameaças explícitas ou viáveis contra a Twitch, incluindo a equipe da Twitch.

Confira aqui a nova Política de Conduta de Ódio e Assédio da Twitch na íntegra.

Novidades na Twitch são pedidos da comunidade

Anteriormente, a comunidade da Twitch pediu com veemência para que a plataforma apresentasse uma nova postura em relação às más condutas. Porém, a empresa ressaltou que no por enquanto, não é possível investigar comportamentos que se enquadrem na categoria 1 e que ocorreram completamente fora da plataforma. Em outras palavras, a denúncia deve ter relação com algum ato dentro da plataforma.

Além disso, a empresa confirmou que irá compartilhar as atualizações de processos investigativos com as partes envolvidas, mas nada será divulgado publicamente. Ainda sobre, a plataforma criou um e-mail dedicado a nova política para a denúncia de más condutas graves ocorridas fora do serviço: [email protected] Vale ressaltar, que para a Twitch, a melhor maneira de denunciar qualquer comportamento nocivo ou inapropriado é através da ferramenta de denúncias do site.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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